Tudo começou há 35 mil anos, pelo menos. Desenhos gravados em cavernas na França comprovam que, já naquela época, algumas pessoas lidavam com o mundo interior e, assim, obtinham no mundo exterior resultados muito concretos e benéficos, sim, mágicos e que respondiam a leis naturais, ainda que mal compreendidas, dessa metade de inteligência chamada racional ou científica.

Os primeiros estudos modernos interessaram aos xamãs da Sibéria e os etnólogos se acostumaram a usar o termo xamã para desenhar, nas tribos primitivas, os especialistas do mundo interior. Aqui no Brasil usa-se o nome pajé. Na América do Norte a palavra inglesa é medicine-man. Feiticeiro e bruxo são outros nomes usados, geralmente com hostilidade, por autoridades religiosas.

Psicologia é um outro nome, que abrange, com clareza e prudência, apenas uma parte do profundo mistério escondido no mundo interior. Os xamãs vão mais profundo, com ingenuidade, não sabem muito bem se explicar

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e usam referências diferentes das nossas.

A verdadeira substância do Universo é a consciência, a matéria-prima dos alquimistas. Tudo é feito de consciência, como a física moderna suspeita cada vez mais e como o sabe a física mais adiantada. É disso que falam os xamãs, quando falam de espíritos e, desses conhecimentos, tiram poderes, o Poder de lidar diretamente com as inteligências que nos cercam e regem os fenômenos. Tiram o Poder de curar, de prever o tempo, de mudar o tempo e chamar a chuva, de fazer crescer as plantas e prosperar a vida, tanto vegetal como animal e humana. Tiram o maravilhoso Poder de lidar com a Realidade.

Somos consciência, Luz, somos consciência-Energia; em Sânscrito: Chit-Agni. Não somos xamãs da pré-história, somos xamãs do fim do século XX, usamos os poderes xamânicos com os recursos de hoje.

Sereptie

A história de Sereptie é um clássico do xamanismo. Permite compreender, com clareza, o acontecimento que transforma alguém em xamã, em pajé, em mago.

Sereptie era um esquimó comum, quando foi atingido por uma doença mortal para os esquimós: a varíola. Estava agonizando, em coma. Sua consciência já estava no além. No além, Sereptie encontrou uma mulher vermelha e fez amizade com ela. Teve sorte: a mulher vermelha nada mais era do que a Deusa da varíola. Curou Sereptie, que saiu do coma e Ressuscitou. Agora era um xamã: alguém que morreu e ressuscitou. Conheceu o caminho do além, de ida e de volta!

Sabemos muito bem que a varíola não é uma Deusa vermelha, mas um esquimó não tem nenhuma noção de bactérias. O que ocorreu é muito claro. No estado alterado de consciência do coma, Sereptie entrou em contato telepático com uma inteligência não-humana, a inteligência das bactérias. (Quem fala com as plantas compreende muito bem o que estou dizendo). Para nós, a inteligência é humana: o inconsciente Dele fez uma tradução, traduziu esse encontro na forma humana de uma mulher vermelha. Depois, quando alguém ficava doente com varíola, Sereptie chamava a mulher vermelha (entrava em telepatia com as bactérias) e o doente se curava.

Um africano vivenciou a mesma morte e ressurreição. O inconsciente Dele traduziu a telepatia com as bactérias na forma humana de Omolu, o Orixá das doenças.

A história é sempre a mesma. Um xamã espontâneo é alguém que, atingido por uma doença grave, se salvou. Conhece o caminho do além, de ida e de volta. É capaz de mostrar o caminho.

As iniciações xamânicas sempre praticam rituais de morte e de ressurreição, às vezes usam venenos, drogas psicodélicas, causando um coma parcial, como os mistérios egípcios, como os grandes mistérios gregos. Plutarco escreveu com clareza: “todos nós conheceremos os segredos dos iniciados no momento da morte.” Até hoje, as sociedades iniciáticas usam rituais de morte e de ressurreição.

Os xamãs mostraram o caminho do além. Estamos seguindo o caminho viajando no astral. Entramos, conscientemente, no subconsciente. Karl Gustav Jung chamava isso de “imaginação ativa”. Robert Desoile falava de “sonho despertado”.

Vamos voltar às origens e viver aventuras xamânicas. Vamos fazer isso como pessoas do fim do século XX, compreendendo o que fazemos, sem drogas, sem violência contra nosso corpo, sem morte aparente, em plena clareza da nossa consciência.

Tudo começou com os xamãs, há pelo menos 35 mil anos atrás. Desenhos xamânicos dessa Antigüidade se encontram nas cavernas pré-históricas, desenhos que podemos considerar como os primeiros Arcanos do Tarô e que são, na verdade, muito mais do que o Tarô de que se fala por aí.

Em todas as épocas, como em todos os lugares, algumas pessoas, que hoje a antropologia denomina xamãs e que poderíamos chamar pajés, tiveram a capacidade de viajar para o Além, o outro mundo e lá obter a amizade e o apoio de espíritos para melhorar a vida cotidiana dos seus povos. Os Rishis dos Vedas faziam exatamente isso, como o faziam os lamas tibetanos. O budismo do Tibete é todo impregnado de xamanismo e tudo o que é verdadeiro e profundo no budismo tibetano é tudo o que não é budista. O budismo é uma teoria e o xamanismo é vida.

Viajando em nosso espaço interior, fazemos o que fazem os xamãs. Somos gente do fim do século XX, no entanto. Estamos recuperando os segredos perdidos, não para seguir uma tradição cegamente, de maneira supersticiosa, como crentes, mas para compreender e usar esses segredos de maneira mais lúcida e então mais potente. Estamos começando e devemos ir mais longe que os xamãs.

Os xamãs mantém amizade com os espíritos da Natureza. A Magia sempre lidou com os espíritos e a Alquimia também. A comunidade de Findhorn, no Norte da Escócia, conseguiu um Paraíso vegetal em uma terra árida e arrasada por ventos gelados, porque estabeleceu um contato com os devas e as inteligências da Natureza. Em vez de agredir nosso planeta com agro-tóxicos e com técnicas que se pretendem científicas, podemos viver de novo no Paraíso terrestre, em um Universo vivo, amigo e cheio de inteligência, não como primitivos sobreviventes da pré-história, mas como gente de agora, pessoas da Nova Era que não rejeitam as técnicas, mas usam-na em vez de se deixar usar por elas.

Sereptie, o xamã esquimó, falava com a inteligência das bactérias. Como não tinha noção nenhuma de bactérias, seu inconsciente traduzia esse encontro telepático na forma mítica de uma mulher vermelha. Bastava que ele se lembrasse da imagem simbólica da mulher vermelha para evocar, de novo, um estado de consciência telepático, que permitia uma comunicação direta com a inteligência das bactérias e curar.

Uma imagem simbólica não precisa ser exata. Não é a Realidade, mas uma ponte para atingir-la. A consciência não pode enxergar a tremenda complexidade da Realidade em todos os seus pormenores – sem entrar em confusão -, mas pode despertar os fantástiicos poderes do inconsciente: o holograma dentro de nós, a inconsciente memória de todas as informações e capacidades do Universo.

Nós falamos com as bactérias. Quantas pessoas falam com as plantas! As plantas não compreendem o português, mas sentem a admiração, o amor, o encanto vibrando nas palavras e na aura de quem fala. Alegram-se, prosperam. Bactérias e células em nosso corpo são tão inteligentes como as células das plantas. Comunicar-se com elas é fácil, natural. Fazemos isso o tempo todo, de maneira inconsciente e nossas preocupações afetam, de maneira perniciosa, nosso organismo, tanto quanto nossas alegrias o mantém são.

Os Aliados

Para se ajudar, um xamã tem espíritos auxiliares. Um espírito auxiliar é um elemental artificial em sintonia, em telepatia com uma espécie animal, vegetal, mineral, ou o vento, a chuva, os astros, a montanha, a neve. Partilha sua sabedoria e seu Poder.

Eileen Garret perguntou aos seus guias se os estava percebendo ou percebendo o que estava no inconsciente dela. Responderam: “ambos”. Um guia é, ao mesmo tempo, interior e exterior.

No nível de Netuno, somos o Universo. No nível do Sol, somos um eu, um centro de consciência. Um centro de consciência nesse Universo feito de Energia, onde tudo se encontra aqui, onde o centro está em todas as partes. Somos um holograma, um microcosmo.

Considerando as forças, as inteligências do Universo como aliados, tornam-se aliados, apoiam você. O Universo se abre e entramos na Realidade, no Paraíso terrestre das inteligências divinas. Vamos buscar em nosso mundo profundo um Poder perdido, um Poder animal, como faziam os xamãs, buscar um aliado, um Animal de Poder, capaz de nos auxiliar no astral e na vida cotidiana.

Os arquivos seguintes referem-se a animais de poder que recebi por email ou encontrei em buscas na internet. (Estes não são do Hervé).