19.04.2017: Hoje a minha querida Dalila virou um anjinho. Depois de mais de uma semana muito debilitada, ela partiu. Ela se sentia frustrada por não conseguir mais andar. Tudo começou com inapetência, o fígado deixou de cumprir suas funções, o coração se sobrecarregou, perdeu peso e massa muscular… enfim: seus 15 anos correspondiam a uns 90 humanos. Tenho alguns consolos, pois ela enxergava e ouvia e não teve câncer… Não podia nem imaginar a hipótese de sacrificá-la! Ela chegou tão bem aos 15, que apostávamos que chegaria aos 20. Só que não! 

Afora esses últimos dias em que, junto com ela me abalei, angustiei e sofri com e por ela, só tenho boas lembranças da convivência diária com essa fofura: ela era alegre, asseada (não usava o “banheiro” se estivesse sujo), charmosa, companheira, comunicativa, enérgica, esperta, exigente, muito expressiva, graciosa, gulosa (provou tudo quanto é petisco), independente, inteligente, voluntariosa: tinha personalidade forte! 

Fizemos inúmeros passeios (catei muito cocô…), muitas viagens, foram centenas de banhos (não ia em PetShop), brincamos muito “de bichinho”, de “patinha”, sempre balançávamos juntas na rede, dividimos muita pipoca, frutas e tantas coisas mais! Vai fazer (já está fazendo) muita falta a minha menina. 

Tinha lindos olhos a minha gracinha e um olhar especial, penetrante. Falava com eles: eu sabia exatamente quando queria comer ou passear ou ir para a cama e tudo o mais. Eu dizia que ela era minha sombra, por não desgrudar de mim. Renato disse que ela era minha luz. Num certo sentido era sim, pois aprendi muito com esse serzinho de menos de 10 quilos. Pequena no tamanho e tão grande no meu coração! 

O que de mais importante aprendi com ela foi AMAR os animais. Antes dela, eu “gostava de bichos”, mas com ela fui muito além: passei a amá-los! 

Foi a partir desse amor, inclusive, que parei de comer carne, em especial de mamíferos. Afinal, qual a diferença fundamental entre um cachorro (ou gato) e um porco, uma vaca, um cabrito, um cordeiro? Eu olhava para a Dalila e pensava: são mamíferos (inclusive os humanos), tem quatro patas, são peludos… que convenção é essa afinal, que mima uns e tortura/mata outros para comer? 

Dalila estará sempre em minhas melhores lembranças, sempre sentirei muita saudade! 

* * *

 Recebi muitas mensagens carinhosas, que reproduzo abaixo. Recebi também visitas, telefonemas e flores e tudo isso ajuda a acalmar meu coração. O que mais me emociona é constatar quantas pessoas queridas reconhecem a importância da Dalila para mim! 

Renato – É, mãezinha: Dalila sempre terá um lugar mais que especial em nossos corações. Ela foi como uma filha pra você e você como uma mãe pra ela ao longo de 15 anos incríveis e muito felizes. O céu dos cachorros está em festa e lá ela poderá comer pipocas, correr bastante e fazer milhares de novas amizades. Muito legal você ter se entregado tanto para ela – essa relação foi e sempre será especial e construtiva. Você fez da Dalila uma cachorrinha feliz, Dalila fez de você uma humana mais leve, mais doce e de coração (ainda) maior. Descanse em paz, Daliloca! Para sempre em nossas memórias, orações e corações.

Moacir: Bonita mensagem, Renato, as tuas palavras fazem com que toda tristeza mude de cor.

Renato: Não acredito em Coelhinho da Páscoa, Fada do Dente, Loira do Banheiro, Papai Noel. Muito menos em mandar aquele nhoque no dia 29 com nota debaixo do prato, pular 7 ondinhas no ano novo e (que Deus não ouça) em boa parte do que está escrito na bíblia – seja de quando o testamento for. O mundo é inacreditável demais para carregar tantas crenças, por mais que parte delas sirvam a propósitos nobres e plausíveis.

Mas se tem uma coisa que eu acredito de todo coração é no Céu dos Cachorros. Onde quem rege a orquestra de latidos é um enorme e babão São Bernardo, com seus conselheiros buldogues, arcanjos labradores e pastores por todos os lados. Consigo imaginar lhasas hostess, chow chows dançarinos, pugs garçons e bassets tocando piano para milhões de poodles, beagles e vira-latas se deliciarem com o aroma celestial dos rabos alheios, naquela busca-gincana eterna daquele que dá match com o seu.

Nesse paraíso canino moram todos aqueles que foram abandonados, sacrificados, utilizados como entretenimento barato, punidos por seres pouco evoluídos como nós por pura falta de conexão com o imenso mundo concebido por Deus – e não com essa mansão mal assombrada feita pelo homem com espelhos, wi-fi e armas calibradas em todos as aposentos.

Apesar de oficialmente chamar Céu dos Cachorros, lá também habitam animais de outras espécies que eu me despedi, você se despediu e que por anos cuidamos e amamos como familiares que tinham, bem… hábitos exóticos como comer almofadas, ter um caso de amor com suas meias e se comunicar apenas com o olhar.

A partir dessa quarta, o Céu dos Cachorros* deu outra daquelas festas com open bar de ossinhos de couro e pedaços de frios que esquecemos na mesa. Isso porque Dalila, a companheira inseparável da minha mãe (e a razão do meu apelido), mudou de casa. E vai fazer uma falta muito maior que seus 9 quilinhos distribuídos naquele curioso híbrido mezzo basset, mezzo lhasa e mezzo fiapo de manga com olhos de jabuticaba.

Obrigado por tudo, Daliloca querida. Você foi meu primeiro amor-cachorro e abriu a porteira para vários outros encherem minha casa de latidos, miados, pêlos de todas as cores e uma alegria do tamanho da vida. Mesmo comendo as almofadas e destruindo todas as minhas meias.

*Às amigas e amigos veterinários: pra vocês, esse céu sempre terá entrada VIP. Talvez vocês não consigam enxergar agora, mas a pulseirinha está em seus braços desde o momento que fizeram sua escolha.

Babi – Suas palavras são mágicas ❤A Dalilinha será lembrada com muito amor e alegrias  ela foi em paz e agora está pedindo petiscos e latindo pra todos lá no céu dos cachorros.

Mazé: Rena, também acredito no céu dos cachorros!

Moacir: Poesia pura, Renato, que faz a imaginação voar. Como seriam os outros céus? O dos gatos, por exemplo, infindáveis telhados iluminados por uma eterna e impassível lua cheia iluminando encontros escandalosamente amorosos?

Robertinho: Ana, que filho fantástico você criou!

Martha: Oi Ana e Renato

Triste pela pequena e querida Dalila. Lembro dela aqui em casa, tão à vontade e senhora de si mesmo tendo tantos cães “estranhos” ao seu redor. Uma lady, uma alegria para todos e, de fato, uma LUZ que brilhou forte para vocês durante 15 abençoados anos. Sei bem a dor de perder um ser que foi nosso companheiro peludo, amado e leal por tantos e tantos anos. Perdi vários. Princesa, a minha parceira de vida aqui nos começos da casa de Atibaia, quando tudo era mato ao redor; a doce pastora Belinha, que se foi uma semana antes do Roberto; a linda e querida Pandinha (com apenas um ano e meio de idade, de maneira sofrida e trágica), Rudy, o nosso incomparável amigo pastor alemão preto e sei que, mais dia, menos dia, irão também as minhas outras, atuais companheiras. Nós sofremos sempre como se fosse a primeira vez e com a mesma intensidade. A despedida nos força a olhar de perto e perceber a força do amor que recebemos durante todo esse tempo, a curta vida dessas criaturas.

Tomo a liberdade de contar um episódio que marca bem a intensidade desse amor: Há algum tempo, nossos amigos Richard e Mariuccia perderam, de maneira trágica e repentina, a Beauty, uma pastora que eu havia presenteado a ambos como retribuição pelo presente do Rudy, que Mariuccia fizera a nossa família muitos anos atrás. Beauty era a grande companheira do Richard, então recém chegado da Inglaterra, sem falar uma palavra de português, e cujo único amigo na época era o Roberto. Ele dizia e diz até hoje que nós lhe demos o melhor presente que alguém pode dar porque lhe demos “a sua melhor amiga”, Beauty. Ia com ela passear todas as tardes na rua e, como moram nas Perdizes, perto do cemitério do Araçá, fazia questão de levar a Beauty para visitar o Roberto ali, uma maneira de reunir seus dois melhores amigos, o humano e o cão, numa pequena cerimônia diária. Quando ela se foi, trocamos várias mensagens tristes. E Richard me presenteou com uma historinha bonita que repito agora para vocês, em memória da Dalila:

There is an Indian legend which says:”When a human dies there is a bridge they must cross to enter into Heaven. At the head of that bridge waits every animal that human encountered during their lifetime. The animals, based on what they know of this person, decide which human may cross the bridge…and which are turned away.”

Beijos e fiquem em paz

Renato: Mamãe e Martha, lindas palavras. Se despedir de um animalzinho é como deixar um pedacinho de nosso coração ir junto, já que eles têm o dom de falar diretamente ao coração. Compartilho da dor e da saudade de vocês e todos os dias agradeço por ter feito a escolha de viver rodeado de bichos – mesmo sabendo que um dia todos nós vamos partir. Um abraço cheio de amor e admiração, Renatinho

Nancy: Oi amiga querida, gostaria de dizer bom dia porém sei que isto não é verdade no dia de hoje. Quero que saiba que a Dalila foi o primeiro animalzinho ao qual me afeiçoei, uma vez que o apego a animais nunca foi possível pela falta de oportunidade. Dalila foi a primeira a fazer parte do meu convívio e dela sentirei muitas saudades em especial por seu jeitinho faceiro de caminhar tão gracioso. Amiga creio cada vez mais fortemente no DEUS da minha fé que Ele na sua sabedoria nos protege a todos sempre; é só observar como Ele se antecipou e a presenteou com animal semelhante a ela para consolá-la e acompanhá-la. Dalila estará sempre em minha memória, com muitas saudades. Receba nosso carinho e abraço de sentimentos por esta perda tão significativa em sua vida e também na nossa. Carinhosamente

Rosely: Oi Ana, Sinto muito e compartilho sua dor, sei o quanto estes amiguinhos são queridos em nossa vida. No ano passado perdi meu gato chumbinho de apenas 6 anos de idade, vendia saúde… teve de repente uma embolia pulmonar e partiu fora do combinado em 1 hora e meia, foi tão rápido que fiquei por mais de mês achando que não tinha acontecido, que algo estava errado, uma sensação muito estranha, a outra gatinha que lhe fazia companhia, o procurava por toda a casa e miava chorosa, o que aumentava nossa dor. Cada um é especial e hoje temos mais uma gatinha, Coraline, que foi jogada na rua, adotamos pensando em diminuir a dor da outra; a Viktoria; não substitui o chumbinho, mas sempre é bom ver um bichinho andando pela casa, saber que é um a menos sofrendo nas ruas, e nos alegrando no dia a dia. Beijos

Bel: Que triste, querida!! Posso ter uma leve idéia do que está sentindo, mas só sabe quem passa por esta experiência. Só posso oferecer um grande abraço para aquecer o seu coração e a amizade. Sei o quanto amava a Dalila. O mais difícil já passou, lidar com o sofrimento do ente querido que não consegue se comunicar. Eu sei bem o que é isso. Nos sentimos incapazes de ajudar e isso é muito duro. Mas o lado bom é saber que ela está bem e você não está sozinha, tem um filho bastante companheiro e muuuuitos(as) amigos (as). Sinta-se abraçada por todas nós.

Fátima: Oi Ana, sei bem o que é esta tristeza (se precisar conversar, me chama)… perdi minha cachorrinha cocker Lili há quase dois anos, e ela foi muito importante no momento mais difícil da minha vida (a perda da minha mãe)… a Lili me consolava muito… Hoje tenho a Princesa (uma vira-latinha que adotei), que é uma companheirona também… Muito fofa a Dalila… Com certeza essas nossas amiguinhas/anjinhas tem lugar garantido no céu.

Neiva: Querida amiga! Quero expressar minha solidariedade à dor que deve estar sentindo! A Dalila foi realmente luz em sua vida! Renato tem toda razão! Sou testemunha disso! Receba meu abraço solidário, meu carinho, meu ombro. Quando nos encontrarmos, vamos falar de nossos amorzinhos animais. Também tenho meus amores, perdi a Kali, minha beagle, grande companheira, muito amada também! Fique bem, carinho, fé e amor de montão desta amiga, da Tai Chi, prá você, amiga!

Daniela: Imagino a falta que deve estar fazendo. As fotos da Dalila refletem alma doce dessa cadelinha! Que esteja no céu junto a São Francisco de Assis! Não posso imaginar nossa vida sem a Tequila, mas sei que esse dia chegará. Como esses bichinhos fazem falta, são filhos de quatro patas. Que Deus conforte todos os corações. Beijos

Ricardo Lujan (veterinário da Dalila): Oi Ana!! Que triste essa notícia! Lamento muito, tenho certeza que foram 15 anos de muita cumplicidade de vocês. Pra mim era uma satisfação enorme olhar a agenda e saber que mais uma vez eu teria o privilégio de olhar olhos tão expressivos! Agora, serão nossas ótimas lembranças que nunca a deixarão ausente… Espero que você esteja bem!

Dênis Azevedo (veterinário dela também): Que triste… mas acho que acertamos na escolha do fim ser próximo a vocês… meus sentimentos a vocês e o céu ganha mais uma estrelinha. Nossos sentimentos a vocês …sabemos o quanto ela foi amada… cumpriram com sua missão e ela com a dela ….que fiquem os bons momentos!

Eliane: Ana, sinto muitíssimo. Tenho a impressão que conheci a Dalila na Cobasi, quando estava com a minha Lola, que partiu há três anos com quase 17 anos. Ainda bem que você conseguiu viver esse amor durante tanto tempo, mas o ciclo deles é diferente do nosso. Um abraço.

Marisa: Oi Ana, bom dia! Dalila sempre lindinha… eu sei o quanto sofremos quando eles se vão, mas como você mesmo diz ficam as boas lembranças, penso na Luna todos os dias, mas a saudade agora é menos doída. Beijos e fique bem, pode me ligar quando quiser.

Mazé: Ana,fiquei muito triste! Que hora difícil!! Meu abraço e meu carinho pra você!! Não sabia que ela não estava bem e imagino o aperto no coração que você está sentindo! Que fiquem as boas lembranças e o amor incondicional que eles nos deixam como exemplo! Beijo querida!!!

Milton: Lamentável. Mas é o jogo da vida: tem começo, meio e fim. De alguma forma, todo ser que amamos deixa “buraco” ao partir. E um pouco de nós parte junto… Torço para que você supere rapidamente a dor da perda, embora saibamos que a saudade é, de fato, eterna. Grande beijo, e vida que segue!

Patrícia: Olá Ana, meus sentimentos pela partida da Dalila. Passei por esse momento com a minha Zizi há dois anos. Ela se foi com 18 anos. E depois de também sofrer em razão de convulsões provenientes de sua senilidade. Você disse tudo: A Dalila virou um anjinho. Ela foi um anjinho e complementou sua missão.

Vanessa: Meus sentimentos Ana! Conheci e também amava essa mocinha fiel, amiga e carinhosa. Acredito que brevemente ela voltará ao seu lar como outro cãozinho, pois acredito na reencarnação também dos animais. Beijo grande. Vou sentir saudades da Dalila.

Célia: ai… tantos amiguinhos meus já se foram e sei bem dessa dor. Sinto muito, Ana. Mas como dizia um velho amigo, todos temos o direito de morrer. Certamente ela está bem.

Cristina: Meus sentimentos Ana!!! Já passei por essa dor por duas vezes com minhas queridas…. sei bem o que você está sentindo…. Lindas suas palavras, a saudade virá e as lembranças ficarão em seu coração. Beijos

Gui: Oi Tia, Sinto muito mesmo pela Dalila, ela vai fazer muita falta, vou sentir saudade. Ela fez parte da minha vida também e a simpatia dela vai ficar sempre na minha memória. Um beijo grande.

Márcia (“madrinha” da Dalila): Nossa… muito triste, sinto tanto…E com certeza no céu dos Cachorros ela está muito bem. O amiguinho Zummer foi para lá ano passado, e a acolherá com todo carinho♡

Moacir: Lamento muito Ana, pensei bastante nela durante o dia de hoje. Foi amada, isso é o que importa; sempre terás o retorno desse amor. Cumpriu seu tempo, deve haver um lugar especial onde são recebidos. Um abraço. 

Norberto: Sinto muito, deixo meu abraço à Ana. Conheci a Dalila bebê. Ela balançava o rabo e o corpo inteiro balançava junto. Era muito engraçado. Ficarão as boas lembranças. Grande abraço.

Norma: Ana, um abraço grande de carinho e gratidão pelo amor que compartilhou com a Dalila nesses 15 anos. Postando o cotidiano de vocês ensinaram muito sobre a interação bicho-homem. Agora Dalila voa no trono dos cães!!!

Odete: Olá Ana. Bom dia. Soube pelo Ricardo da morte da Dalila. Sinto muito. Dalila realmente foi um ser maravilhoso. Espero que você esteja bem. Estou por aqui. Beijos e até mais.

Regiane: Poxa Ana, sei como a perda desses irmãozinhos são “pra gente”… mas como você disse, vê-los incapacitados é muito mais triste… Mais uma estrelinha no céu. Beijos

Regina: Oi amiga, é muito triste… Como disse o Renato, os amiguinhos já fizeram festa para recebê-la. Ela continuará te iluminado de onde quer que esteja. Você foi muito especial também para ela. Beijos

 Vera: Oi Ana que peninha a Dalila, fiquei triste, quantos anos sua companheira, né?? Mas você deu muito carinho e ela foi muito feliz do teu lado e chegou a horinha dela também. Fica bem, beijos

Aninha: Ana, a Dalila partiu… Sinto muito. Sei como você gostava dela… Foi uma vida de companheirismo de vocês duas.

Babi: A Dalilinha será lembrada com muito amor e alegrias  ela foi em paz e agora está pedindo petiscos e latindo pra todos lá no céu dos cachorros.

Bete: Oi Ana, sinto muito pela sua cachorrinha, sei que vocês eram companheiras e que você deve estar triste…. espero que você fique bem. Beijo 

Christine: Não tenho nem palavras… só o tempo para consolar… só mesmo… Sem palavras… querida Dalila… saudades.

Cidinha: Meus sentimentos, Ana. A Dalila sempre passeando com você é a imagem que ficou pra mim.

Cláudia – Oi, Ana, é um momento muito triste. Sorte teve a Dalila de ter você na vida dela. E sorte teve você, de poder amar e receber o carinho dela. Força, amiga. Beijo

Cris Chieffi: Imagino que tristeza você está. A gente se apega muito a esses bichinhos. Beijos no seu coração

Dayla: Fica triste não! tudo isto é para o nosso aprendizado. Tenha certeza que daqui a pouco vocês (nós) nos encontraremos. Tudo é impermanente.

Fernanda (também veterinária): Oi Ana! Sentimos muito! Sinta o nosso amor e carinho com você! Perdê-los é sempre muito difícil! Beijo grande.

Lúcia Mello: Nem todos os anjos tem asas; às vezes eles tem apenas o dom de te fazer sorrir… Assim Dalila se fez presente na sua vida!

M. Cristina: Sinto muito Ana, imagino como deve estar triste. Esses seres iluminados só nos dão amor e fidelidade.

Marília: Ana querida, falamos de você hoje no carro; sinto muito pela sua bebê. Sei como é difícil e te desejo tranquilidade e muito amor.

Meyri: Muito triste. Lembro de vê-la e passearmos em Mongaguá. Não esperava que ela partisse tão logo… Beijos

Neuza – Ana! meus sentimentos! Eu sei o que é perder um animal de estimação! Dói no fundo da alma. Mas o tempo se encarregará de tratar essa dor. Beijos

Oli: Sinto muito pela sua perda…. Sei como é perder aquele serzinho que está sempre ao nosso lado… Ela trouxe muita alegria. Que descanse em paz.

Rocilda: Puxa Ana, que triste! Sei o quanto ela era sua companheira e importante pra você. Meus sentimentos.

Stella: Muitos anos de carinho e amor incondicional!!! Dalila uma linda estrelinha no céu dos cachorrinhos!!!

Angélica: Meus sentimentos.

Claudi: Uiiiiii, essa doeu!!!!

Éli: Meu Deus a Dalila faleceu, era a companheira da Ana, que triste!!!

Enilde: Abraço, Ana. Fique bem!!

Fatiminha: Ana, meu carinho. Estou triste com esta notícia; beijo no coração

Gladys: Sinto Ana! A Dalila era adorável. Está no céu dos animais, certamente!

Laura: Ana, sinto muitíssimo a tua perda.

Lúcia Bueno- Lindo depoimento, Ana! Beijos

Luiza: Coitadinha! Um anjinho! Muito linda!

Marilda: Nossa Ana! Apesar de não conhecer a Dalila fiquei muito triste!

Mariza – Oi Ana, lembro de Dalila. Sinto pela sua perda. Um grande abraço e beijo.

Mirian Cintra: Ana, sinta meu carinho e solidariedade. Sei a sua dor. Beijos

Noely: Meu coração está solidário ao seu! Esta é uma grande perda!!!

Padula: Sinto muito pela Dalila. Minhas condolências, Ana

Plínio: Querida Aninha! Força e vigor!! Lamento imensamente!!! Atenciosamente.

Ricardo Mendes: Sinto muitíssimo. Sei do amor recíproco de vocês.

Ricardo Ondir: Meus sentimentos, Ana. Lindos textos. Boas lembranças dela! Beijo

Robertinho: Meus sentimentos, Ana

Toninha: Aninha meu abraço a você e ao Rê… Boas lembranças da peludinha. Beijos