chieffi » Matérias Assinadas http://chieffi.com.br site da ana maria chieffi Sun, 10 Sep 2017 04:09:31 +0000 en-US hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.5.2 Breve História da Medicina… Natural![1] http://chieffi.com.br/211/ http://chieffi.com.br/211/#comments Tue, 23 Apr 2013 16:25:28 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=211 Read More »]]> (Jul./2008) - A história da medicina é a história das grandes contribuições de todos os povos a esta arte e prática universal que a constitui. Nesta perspectiva pode ser dividida em várias eras. Aqui apresento compilação de vários textos, citados no final do trabalho, em A Nova Medicina Germânica.

1. MEDICINA NATIVA[2]

 A medicina nativa, indígena ou xamanismo tem como principal objetivo a busca interior, a busca da causa das doenças. As origens desse sistema de cura remontam a milhares de anos, no período Paleolítico, com a expressão mais antiga da religiosidade do ser. Essa prática espiritual é encontrada no mundo todo. A palavra xamanismo pode ser derivada das línguas Ural-altaicas que eram faladas por toda a Ásia central e do norte; ou vir de saman palavra usada na Sibéria, na tribo dos Tugus, para designar seus feiticeiros; alguns acreditam que o termo venha do Tibet, derivado do sânscrito sramanna que significa “derivado dos espíritos” e tenha atingido as aldeias das planícies siberianas.

Não se trata de uma crença unificada, pois está presente em diversas culturas. Cruzou o Estreito de Bering nos tempos pré-históricos e é encontrado entre os esquimós, aleutes e tribos de índios nas Américas do Norte e do Sul. Práticas parecidas ocorrem na Península Malaia, na Indonésia e entre os aborígenes australianos. Até recentemente, grupos de tribos remotas na Índia e na Coréia também mantiveram os rituais xamânicos. De certa forma, figuras xamânicas nas culturas africanas são conhecidas como doutores.

A medicina nativa é um sistema médico, ou seja, uma complexa doutrina sobre a saúde, a enfermidade e as diversas formas de curar. Por sua origem antiga está profundamente imbuída de magia, religião e mistério. A origem das doenças, segundo esse sistema, encontra-se na ação de forças sobrenaturais, sendo que são causadas por problemas espirituais, e o espírito precisa ser curado para que a doença física interrompa seu curso. A medicina nativa tem um enorme e fundamental ingrediente emocional, que contribui para a cura dos males, convertendo a mente e as energias internas do enfermo em um poderoso aliado para combater a enfermidade.

O xamã ou pajé pode ser homem ou mulher; não há distinção entre ambos porque a sexualidade é um detalhe do corpo físico e não afeta a espiritualidade – o que importa é o caráter da pessoa. O papel específico da mulher deve ser o resgate da energia feminina, o poder divino do feminino para curar, ajudar e harmonizar homens e mulheres. O xamã é o líder espiritual, o intermediário entre os homens e os espíritos e, durante rituais de cura, comunica-se com os “xapori”, entidades que o auxiliam. Sempre há na história pessoal dessas pessoas um desafio, como uma doença física ou mental, que se configura como um chamado, uma vocação. Depois disto há uma longa preparação, um aprendizado sobre plantas medicinais e outros métodos de cura, e sobre técnicas para atingir o estado alterado de consciência e formas de se proteger contra o descontrole. São tidos como um profundos conhecedores da natureza humana, tanto na parte física quanto psíquica. Cada qual tem a sua própria medicina, sua própria forma de curar, seja com o uso de plantas sagradas, com rezas, cantos, danças, ou utilizando as técnicas arcaicas de cura. É notável a maestria dos verdadeiros curandeiros em sua capacidade de relacionar-se com seus pacientes e investigar a fundo seus conflitos emocionais, para logo canalizar suas motivações e sentimentos em armas para a cura. Mesmo em estado alterado de consciência o xamã permanece como o Mestre, dominando inteiramente o seu transe. Ele é essencialmente o manipulador e jamais o instrumento; fala muito mais frequentemente como mestre do que como solicitador. Não há possessão, mas incorporação. Em casos de grave doença, a alma pode ter sido levada para o mundo inferior pelos espíritos e tem de ser resgatada pelo xamã e restaurada ao seu corpo de direito. Então, como guerreiro em missão de resgate, prepara-se com maracás, espadas, santos, punhais, perfumes e ervas, para “lutar” contra os “espíritos malignos”, com o fim de “recuperar o espírito do paciente e restituir sua saúde”. Já usavam ventosas com chifres de animais. Os xamãs são verdadeiros mestres e depositários de práticas antigas e ancestrais de cura, passadas de geração a geração até os nossos dias e que por isso não morreram, estão na memória do corpo físico assim como as memórias do corpo físico da Mãe Terra que alimenta, nutre e cura os seus filhos. É o encontro céu e terra nos humanos, a energia do Pai Céu e da Mãe Terra que equilibra. Os xamãs têm dignidade, sabedoria e compaixão. Os mestres curandeiros crêem que as plantas têm “alma” ou “virtudes divinas”, poderes que permitem erradicar as doenças e aleijar com “sua eficácia misteriosa” o sofrimento e a morte. Segundo a crença dos indígenas, esses poderes podem ser usados também para provocar doenças, razão pela qual é comum atribuir sua origem aos feitiços.

No México, nos idos de 1400, antes da chegada dos espanhóis nas Américas, a medicina indígena era mais adiantada do que a européia. Ela é uma parte muito importante dessa cultura e é uma das expressões culturais que mais se mantém, desde essa época. Os índios já operavam catarata, já conheciam mais de duas mil plantas medicinais e eram capazes de realizar operações e cuidar de fraturas ósseas. Tinham, ainda, técnicas mais avançadas de obstetrícia do que as da Europa e podiam curar até mesmo enfermidades graves, como a sífilis.

Atualmente, nos termos da medicina moderna, o xamã pratica técnicas primitivas, mas pode ser um expert em erbalismo e pode também ter fortes efeitos psicológicos que, por sua vez, influenciam a cura física. Já há centenas de estudos científicos publicados em revistas médicas citando a palavra xamanismo, a maior parte voltada ao aproveitamento de plantas medicinais que os xamãs usam durante os rituais e que se mostram efetivas em diversas doenças – como o curare, hoje em dia usado para relaxar a musculatura dos pacientes durante cirurgias. Os xamãs também são muito eficientes em desencadear o que se conhece como efeito placebo, ou seja, as forças curativas do próprio organismo, que têm explicado curas fantásticas de casos que vão desde câncer até doenças auto-imunes. A confiança do paciente é decisiva para a cura, especialmente aquelas enfermidades de caráter psicossomático. Vale a pena entender melhor a importância dos rituais no processo de cura, um aspecto da medicina que ainda é quase inexplorado. A esperança é que, com o surgimento do movimento do neoxamanismo, haja mais investimento e interesse em pesquisar esse conhecimento milenar, para que não se perca na história da humanidade. Atualmente, a medicina indígena só é um recurso para a cura de enfermidades graves, quando foram esgotados os recursos científicos, porque lida, principalmente, com a fé, como outras medicinas naturais. Os médicos convencionais são preconceituosos com a medicina indígena mesmo sem a conhecerem, pois vários recursos curativos indígenas seguem sendo eficientes e várias ervas compõem muitos remédios encontrados em farmácias. A abordagem dos xamãs não é “intimista e eficaz” como na medicina ocidental moderna, que é fria e impessoal. Muitos profissionais da saúde, na atualidade, se esqueceram que toda medicina se sustenta em uma trama psicossomática relacionada com a mente e o corpo. O conhecimento produzido pela medicina científica é excludente, pois é entendido como a verdade absoluta.

Muitas das tradições tibetanas sobreviventes são anteriores ao budismo. Até hoje no Tibet o xamanismo é chamado de medicina e muitas vezes o único “profissional” da saúde nos lugares é o xamã. A visão tibetana pode ser arremessada como pré-requisito básico a todas as terapias energéticas em voga hoje no Brasil e no mundo ocidental, aí incluídas Reiki, Magnified Healing, Cura Prânica, Mãos de Luz etc., todas vindas da mesma origem e alimentadas pela mesma fonte universal.

Entre os índios americanos, xamãs são conhecidos como curandeiros (medicine man e medicine woman). Lá, as atuais crenças do sistema de saúde dos Índios Plains refletem uma mistura de tradições indígenas e práticas médicas modernas. Tradições e ritos, além de conhecimentos da medicina das ervas estão presentes. No estado americano de South Dakota, há o Hospital Traig Ht Clinic que é de medicina indígena. Outro tratamento comum entre os Plains é a idéia de bem-estar, podendo ser definido como um estado onde a mente, o corpo e o espírito estão em conexão e “balanceados”. Para eles as doenças indígenas são causadas pela desarmonia entre humanos e os poderes sobrenaturais. Essas doenças devem ser tratadas pelas práticas nativas, não pela dos “homens brancos”, que servem para curar as doenças dos homens brancos, como a diabetes e os problemas cardíacos.

Sabemos que o Brasil é um grande celeiro espiritual. Nas últimas duas décadas, com o florescimento dos movimentos holísticos, ecumênicos, esotéricos e espirituais, as pessoas tiveram abertura para uma nova consciência e para o xamanismo. Na selva amazônica e em outras regiões, para que o curandeiro tenha a “visão” da origem do mal, sua explicação e possível cura, em termos gerais, deve recorrer à ingestão de substâncias alucinógenas, especialmente plantas psicotrópicas. Outros utilizam o fumo e o efeito é o mesmo: entrar em estado alterado de consciência (estado xamânico de consciência). Há alguns anos considera-se “moderno” recorrer à fitoterapia que, evidentemente, originou-se na medicina nativa de todos os povos do planeta. No país há algum tempo existe um trabalho de rigoroso resgate dos conhecimentos terapêuticos das plantas de uso tradicional entre nós. A ciência revela que esses vegetais têm diversas propriedades farmacológicas de comprovada eficácia para aliviar ou erradicar determinadas enfermidades fisiológicas. Numerosas sociedades científicas têm uma atitude de profundo respeito à medicina nativa, porém na sua busca por esses conhecimentos, por vezes esquecem de colocar em suas prioridades o respeito ao sistema de crenças e valores do curandeirismo. Profissionais de saúde visitam aldeias e comunidades para dialogar com os Curandeiros respeitados pelo povo, as parteiras e erveiros com a finalidade de troca de conhecimentos. Alguns institutos têm o objetivo de articular os conhecimentos eficazes das medicinas nativa e moderna para o melhoramento da qualidade da saúde da população. Muitas organizações estão desenvolvendo estudos com plantas medicinais que são utilizadas na medicina nativa, e verificando os meios legais para proteger estas espécies. Isso se faz necessário, pois ao se conhecerem as qualidades curativas de determinadas plantas, inicia-se uma irracional exportação das mesmas, culminando num ataque ao meio-ambiente e às comunidades indígenas. A venda de ervas é a ponta do iceberg do fenômeno da medicina nativa no meio urbano. Não obstante, durante os últimos anos proliferam charlatães que utilizam a medicina nativa como meio de vida mediante o embuste e a mentira. Os autênticos Curandeiros, na maioria das vezes, caladamente e quase sem interesse monetário, dedicam suas vidas e conhecimentos a aliviar os sofrimentos e curar quase todo tipo de enfermidades mediante o ministro de ervas medicinais e rituais mágico-religiosos de antiquíssima origem. De acordo com a FUNAI, Fundação Nacional do Índio, muitos vegetais usados pelos indígenas como medicamentos apresentam resultados surpreendentes e os conhecimentos técnicos, muitas vezes complexos dos índios brasileiros, estão presentes tanto no combate às doenças, quanto na caça e na pesca (através da utilização de venenos), na ecologia, na astronomia, na fabricação de sal, de objetos de borracha, de tecidos e na guerra (uso de gases asfixiantes).

O Estado do Acre possui mais de 200 espécies de plantas medicinais catalogadas. Os habitantes da floresta sabem como utilizar toda a riqueza e as potencialidades das plantas. São bastante difundidos na região os medicamentos caseiros, que se utilizam das ervas da Amazônia como matéria-prima. Minas Gerais está colocando em prática a Política Nacional de Saúde Indígena, de 1999, que prevê o Subsistema de Saúde Indígena dentro do SUS para promoção, proteção e recuperação da saúde do índio. Entre as vantagens para o uso da medicina tradicional indígena estão a possibilidade de evitar sobreposição dos medicamentos alopáticos e os manipulados pelos índios; o intercâmbio de conhecimentos entre as etnias; a redução de custos para o SUS e a redução da “bio-pirataria”, uma vez que os medicamentos indígenas poderão vir a ter patente registrada, evitando que substâncias presentes em plantas nativas do Brasil sejam patenteadas em outros países. Não devem ser utilizados de qualquer forma, pois os índios têm toda uma forma de manipular as plantas, respeitando seu valor sagrado. As políticas públicas de saúde indígena de Minas procuram trabalhar respeitando tanto o conhecimento científico quanto o tradicional. A união entre cultura e ciência poderá minimizar a hierarquia que se estabelece entre esses saberes.

2. MEDICINA AYURVEDA[3]

 

“Em vez de, inconscientemente, criarmos doenças, podemos, conscientemente, criar saúde” (Deepak Chopra)

A palavra Ayurveda significa ciência (veda) da vida (ayur). É considerada a mãe da Medicina por ser a 1ª medicina da História, isto é, com registro escrito. Tem aproximadamente 5.000 anos (3.000 a.C.). Seus textos mais importantes são os das escolas de Charaka e Sushruta. Tem seis ramos: medicina interna, cirurgia + anatomia, otorrinolaringologia + oftalmologia, pediatria, psiquiatria, toxicologia, rejuvenescimento e fertilidade. Todo estudante aprendia as 10 artes consideradas indispensáveis à medicina: destilação, cirurgia, cozinha, horticultura, farmácia, manufatura de açúcar, mineralogia, preparação dos alcalóides, metalurgia e combinação de metais. Na conclusão da iniciação eram dirigidos a uma vida de castidade, honestidade e vegetarianismo.

Para a Ayurveda saúde é a harmonia entre corpo, mente e espírito. Há um espaço intermediário entre mente e corpo, onde ficam os três princípios operacionais ou humores, os doshas Vata, Pitta e Kapha. Seu desequilíbrio é o 1o. sinal de que mente e corpo não estão coordenados, sendo que a mente percebe os desequilíbrios orgânicos antes do corpo. Todos precisamos equilibrar os três num processo de autodescoberta, de liberação da imagem oculta, pois a verdadeira natureza é ocultada pelos desequilíbrios. Pequenos desequilíbrios tendem a aumentar com o passar do tempo, se não forem corrigidos, originando a enfermidade muito antes de podermos percebê-la.

Os três doshas governam os processos físicos do corpo, pois são princípios metabólicos e estão na fronteira do mundo físico. Todas as pessoas possuem os três doshas, mas em diferentes proporções. No momento da nossa concepção a nossa constituição é definida e, ao nascermos, tal proporção entre os doshas está em equilíbrio (prakrti), mas com o tempo e a vida desregrada surge o desequilíbrio em um ou mais desses doshas (vikrti), contribuindo para o surgimento e desenvolvimento de doenças. Esses três princípios estão presentes em cada célula do corpo.

Vata é regido por ar e éter e controla o movimento: circulação do sangue, digestão, envio dos impulsos nervosos do cérebro, respiração. Quem tem predomínio desse dosha normalmente tem corpo esguio, é animado, espontâneo, estimulanate, flexível, imaginativo, imprevisível, jovial, otimista, rápido, sensível, vivo. É mais sensível ao som e ao tato. Sua pulsação é apressada e irregular. Em desequilíbrio tem arrepios, cólicas, dores, espasmos, tremores. Equilibra-se pelos sabores salgado, ácido e doce; pelos aromas ácidos, doces e quentes, como cravo da Índia, gerânio-rosa, laranja e manjericão e com exercícios leves de yoga, dança aeróbica, passeios, marchas curtas, bicicleta. Rege os horários das 2h às 6h (período ativo de sono, “rápido movimento ocular” e bom para levantar) e das 14h às 18h (bom para testes mentais e destreza manual).

Pitta é regido por fogo e água e controla o metabolismo: processa a água, o alimento e o ar. Quem possui esse dosha dominante tem corpo mediano, mente ordeira e decidida, é alegre, amável, confiante, enérgico, empreendedor, feliz, franco, intelectual, intenso, nobre, satisfeito. É mais sensível à visão. Sua pulsação é rápida e vigorosa. Quando desequilibrado sente azia, febre, fome ou sede excessiva, onda de calor ou tem algo inflamado. Equilibra-se pelos sabores amargo, doce e adstringente; pelos aromas doces e frios como canela, jasmim, menta, rosa e sândalo e com exercícios moderados de yoga, esqui, caminhada rápida, marcha, escalação de montanhas, natação. Rege os horários 10h às 14h (grande atividade e apetite) e 22h às 2h (digestão do jantar).

Kapha é regido por terra e água e controla a estrutura: mantém as células unidas e forma os músculos, ossos, tendões, gordura. Tem como características corpo pesado, mente calma e estável, é afetivo, bondoso, calmo, constante, corajoso, forte, generoso, simpático. É mais sensível ao paladar e ao olfato. Sua pulsação é lenta e deslizante. Se desequilibrado tem congestão, descarga de mucos, letargia, retenção de fluidos, sensação de peso, sono excessivo. Equilibra-se pelos sabores picante, amargo e adstringente; pelos aromas quentes e condimentados como cânfora, eucalipto, manjerona e zimbro e exercícios moderamdamente pesados de yoga, levantamento de peso, corrida, aeróbica, excursões a pé e dança. Rege os horários das 6h às 10h (preguiça de levantar) e das 18h às 22h (relax, happy hour).

Obs. para os três: não praticar quaisquer exercícios em horário próximo às refeições, nem no vento, no frio e no sol escaldante.

Os cinco elementos e os doshas – a Ayurveda baseia-se no sistema filosófico samkhya dos cinco elementos que formam toda a manifestação material do universo. São eles: éter (ou espaço), ar, fogo, água e terra. Toda a matéria que existe no universo provém destes elementos, inclusive o corpo humano (que além da matéria, também é formado por buddhidiscernimento, ahamkaraego e manasmente). De acordo com a Ayurveda, quando algum dos cinco elementos está em desequilíbrio no corpo do indivíduo, inicia-se o processo da doença.

Esse processo tem seis fases, sendo que as três primeiras são invisíveis e as três últimas provocam sintomas abertamente. Cada fase representa uma perda de equilíbrio, mas a aparência muda com o processo: 1. Acumulação: expansão de um ou mais doshas; 2. Irritação: o dosha em excesso espalha-se além dos limites normais; 3. Disseminação: o dosha se movimenta por todo o corpo; 4. Localização: o dosha se instala onde não é seu lugar; 5. Manifestação: sintomas físicos mostram onde o dosha se localizou; e 6. Rompimento: a doença se instala.

Principais técnicas de cura do Maharishi Ayurveda: Panchakarma (uma semana por ano), Meditação Transcendental, Som Primordial, Diagnóstico do Pulso, Terapia Marma, Técnica da Bem-aventurança, Terapia do Aroma e Terapia Musical Gandharva.

1. Etapas do Panchakarma (literalmente cinco ações… que são seis): 1. sneehana – ingestão matinal de ghee (manteiga clarificada) ou óleo medicinal; 2. virechana (laxante); 3. abhyanga (massagem de óleo medicinal) e shirodara (fio fino de óleo medicinal na testa); 4. swedana (tratamento sudorífero com vapor herborizado); 5. basti (clister medicinal/lavagem intestinal) e 6. nasya (aplicações nasais/inalação de óleos medicinais). O Panchakarma aumenta o efeito rejuvenescedor da meditação e o ideal é realizá-lo três vezes ao ano, na chegada da Primavera, Outono e Inverno.

2. Meditação Transcendental: transcender, ir além, ultrapassar o ruído do pensamento. Basta, por exemplo, sentar tranquilamente e usar um mantra, que atrai a mente e a leva a níveis sutis. Combate a hipertensão, baixa o colesterol, dá mais satisfação no trabalho, melhora os relacionamentos, ajuda a largar vícios, melhora a circulação, coordenação, percepção sensorial e respiração, aumenta a alegria e auto-estima, diminui a ansiedade e a depressão e aguça a inteligência. Em meados dos anos 70, 3 milhões de pessoas tinham aprendido a meditação transcendental no ocidente, sendo 50% nos EUA, onde seus praticantes procuram médicos com menos frequência do que os que não meditam (47%a menos até 19 anos, 58% de 19-39 anos e 74% acima de 39 anos). Também nos EUA entre os que meditam há 87% menos internações por infarto e 55% menos internações por tumores (dados de 1987).

3. Som Primordial: a mente pode voltar ao nível quântico, introduzir nele sons distorcidos ao longo da existência e ter, assim, uma profunda influência curativa do corpo. Existe um supercampo ou um campo unificado, que é a realidade principal em que se fundamenta toda a natureza. Estamos ligados a esse campo por laços invisíveis de leves vibrações, o som primordial. “O mundo é como você é. Quando sua percepção é aberta aqui dentro, tudo também se abre lá fora.”

  1. Diagnóstico do Pulso – o pulso é o portão de entrada para o corpo mecânico quântico. Cada célula envia um sinal particular ao coração pela corrente sanguínea. Esses sinais são comprimidos numa freqüência portadora, o pulso, que pode ser decodificada para expor o que acontece em qualquer órgão. Identificam-se dores, úlceras, tumores, todo o histórico de saúde do paciente e as doenças que tende a contrair. Esse diagnóstico define ainda a possibilidade de cura (fácil, difícil ou impossível).

5. Terapia Marma: é uma técnica de massagem ao longo dos Marmas, 107 pontos extremamente sensíveis localizados na pele e, portanto, acessíveis pelo tato. A cirurgia ayurveda recomenda que não se façam incisões nesses pontos, cujo mapeamento parece com os meridianos da acupuntura chinesa. A terapia Marma a antecedeu e, provavelmente, foi sua ancestral direta. A ligação entre consciência e organismo é reforçada pelo estímulo dos marmas. Isso também pode ser atingido com posturas de Yoga. Como os marmas não são superficiais, podem ser ainda estimulados pela meditação. Os três grandes marmas – Mahamarma – podem ser massageados de forma circular. Estão situados: no meio das sobrancelhas (combate preocupações, dores de cabeça e tensão), abaixo do externo (acalma emoções) e baixo ventre (combate prisão de ventre e gases).

6. Técnica da Bem-aventurançaAnanda: unir a mente e o corpo. Esta técnica é usada como um leve impulso mental, um som especial, com o propósito de trazer a mente de volta às vibrações de bem-aventurança que penetram sutilmente em todas as células do corpo. Difere da meditação porque seu objetivo é a sensação física de bem-aventurança borbulhando em todo o corpo. É a cura quântica, que repara canais de energia antes interrompidos. Alivia ansiedade, depressão e dores físicas. É um grande passo no caminho do autoconhecimento.

7. Terapia do Aroma: cada dosha pode ser equilibrado com os aromas que combinam com ele. Bastam 10 gotas de óleo aromático em água fervendo e deixar o cheiro recender no ambiente por meia hora ou mais.

8. Terapia MusicalGandharva Veda: reúne as vibrações fundamentais que pulsam pela natureza a cada momento. Como os sabores, as cores e os aromas, os doshas se equilibram com certos sons. É bom ouvir sentado de olhos fechados, mas também deixar tocando quando está ausente e observar o ambiente ao chegar.

As ervas ocupam parte muito ampla da medicina ayurveda. São mais potentes e eficientes do que os alimentos em sua atuação. Um sistema seguro é combinar ambos. Usa-se toda a planta e não só o princípio ativo. Cada erva tem seu conjunto de vibrações que combina com uma seqüência específica existente no corpo mecânico quântico. Maharishi Amrit Kalash (nave da imortalidade) é uma complexa mistura de ervas e frutas com mais de 20 ingredientes, que deveria ser tomada por todos, diariamente. Em sua composição, entre as ervas conhecidas no ocidente estão: alcaçuz, groselha indiana, ghee, mel e sândalo. Esse composto (com as 20 ervas) pode inibir coágulos anormais de sangue (enfartes e derrames) e previne a agregação ou acúmulo de plaquetas, além de já ter provocado a regressão de tumores em ratos.

A massagem ayurvédica é uma das mais antigas e mais completas técnicas naturais para reestabelecer o equilíbrio físico e psíquico. Para uma massagem ser ayurvédica, deve levar em consideração os doshas do paciente, seus desequilíbrios e suas características. É uma prática individualizada, específica para cada tipo de pessoa. Não existe apenas uma técnica de massagem na Ayurveda, mas diversas delas, que são feitas com óleos medicinais. Reconhecida pela OMS, a massagem ayurvédica é amplamente utilizada na Índia e está sendo bastante divulgada no mundo. Benefícios: aceleração da circulação linfática e conseqüente desintoxicação do organismo; aumento da auto-consciência e da flexibilidade, atuação nos sete corpos sutis, eliminação de bloqueios, fortalecimento do sistema imunológico, maior mobilidade das articulações, prevenção de doenças, reequilíbrio dos chakras, realinhamento das estruturas óssea e muscular, rejuvenescimento inclusive com melhora na pele e vida mais harmoniosa e feliz.

Um programa básico deve incluir meditação, dieta para o tipo de corpo, ervas, posturas de yoga e dinacharya (rotina diária): alimentação correta; respirar ar puro; exercícios físicos moderados e regulares; banhos freqüentes (para se evitar que as impurezas sejam reabsorvidas pela a pele); suadouros (para eliminar as impurezas do organismo); beber água em abundância; jejum moderado; sono e o repouso para bem restaurar o organismo; combater o fumo, o álcool e as drogas; higiene moral (abster-se de pensamentos destrutivos); alegria e otimismo; auto-estima; atividade sexual saudável e moderada; auto-realização e tratamento das enfermidades através de remédios botânicos e de procedimentos terapêuticos não agressivos, banhos de sol com moderação, pela manhã, até às 11:00 horas e à tarde, após às 17:00 horas.

Sattva é a qualidade iluminadora de tudo de bom que existe na natureza, o impulso de evolução e pureza. Para ampliar sattva é preciso passar algum tempo ao ar livre, em contato com a natureza. Para a Ayurveda, sáttvico é tudo o que promove a vida. A ausência de amor e carinho é mais nociva do que uma alimentação inadequada. Prática sáttvica: caminhar ao sol pela manhã, observar o pôr-do-sol e passear ao luar; fazer refeições leves, com alimentos naturais, pensar sempre antes de agir, refrear a crítica e a irritação, ser amável, generoso e tolerante e reservar tempo diário para se distrair e relaxar em boa companhia.

Alimentação saudável é um santo remédio – entre os fatores que mais influem na saúde integral, os hábitos alimentares estão entre os principais. A dieta Ayurveda, que se baseia nos sabores dos alimentos, recomenda que, em cada refeição estejam sempre presentes os seis sabores: ácido, adstringente, amargo, doce (não açúcar), picante e salgado. Os grupos principais de alimentos têm, basicamente, os seguintes sabores: Cereais, sementes e óleos – doces; Ervas e condimentos – picantes; Frutas – doces e adstringentes, com a acidez das cítricas; Verduras – doces e adstringentes, com o amargo das folhas; Laticínios – doces, com a acidez e a adstringência do iogurte e do queijo e Legumes e Carnes – doces e adstringentes. Cada alimento tem um sabor posterior (vipak), que afeta o corpo enquanto a digestão se realiza: doce e salgado geram vipak doce; ácido gera vipak ácido e picante, amargo e adstringente geram vipak picante.

É importante adotar uma dieta balanceada, rica em fibras dietéticas (encontradas nas frutas, nos vegetais, cereais integrais e legumes), de natureza pura, saudável, fresca, nutritiva e livre de aditivos químicos (na medida do possível), à base de vegetais, frutas, cereais e pobre em carboidratos refinados (açúcares e amidos), produtos animais e em gorduras saturadas (muito prejudiciais à saúde).

Evitar as frituras;

Evitar alimentos fermentados à noite;

Se comer carne, preferir sempre as magras e frescas. Dar preferência à carne de peixe, que é rica em gordura poliinsaturada (saudável). Não fazer uso de carne de porco e seus derivados;

Beber, diariamente, pelo menos dois litros de água mineral (de melhor qualidade) ou purificada;

Evitar bebidas geladas nas refeições;

Permanecer à mesa ao menos por cinco minutos quando acabar de comer.

3. MEDICINA TRADICIONAL CHINESA – MTC[4]

Data de aproximadamente 2.600 a.C. Para a MTC o indivíduo é parte integrante das forças da natureza. Durante a idade de ouro de seu reino, entre 2696 a 2598 a.C, em forma de um diálogo com seu ministro Ch’i Pai, o Imperador Amarelo registrou seu conhecimento médico, segundo a tradição chinesa, que o tem como autor Neijing Suwen ou Perguntas Básicas da Medicina Interna. A opinião acadêmica moderna sustenta que o referido texto com esse título foi compilado por um erudito da época entre os dinastias Chou e Han da tradição de mais de 2.000 anos antes, embora algumas partes do trabalho existentes possam ter originado por volta de 1000 a.C. Durante a dinastia Han, Chang Chung-Ching, que era o prefeito de Chang-sha, perto do fim do 2º século d. C., escreveu um tratado da febre tifóide, de que contém a mais antiga referência conhecida ao Neijing Suwen. Na dinastia Chin, o médico generalista e defensor da acupuntura e moxabustão, Huang-fu Mi (215-282 A.D), cita também o Imperador Amarelo em seu Chia I Ching, em 265 d. C. Durante a dinastia Tang, Wang Ping reivindicou ter encontrado uma cópia dos originais do Neijing Suwen, que editou e expandiu substancialmente. Este trabalho foi revisitado por uma comissão imperial durante o século XI d. C., e o resultado é o nosso melhor exemplar existente das raízes fundamentais da MTC.

Segundo a obra Lushi Chungqiu (enciclopédia compilada por Lu Buwei em 284 a.C), para alcançar a longevidade é preciso eliminar as inconveniências ligadas às anormalidades climáticas, como o vento, o frio, o calor no verão, a secura, a umidade e o fogo. Segundo a obra de Huangdi, alimentação em excesso prejudica o estômago e os intestinos. O excesso de sal tende a alterar o pulso energético, enquanto alimentos amargos em demasia provocam a secura da pele e queda do pelo.

Em sua obra “Registros de Manutenção da Saúde e Longevidade”, Tao Hongjing (456-536), pensador taoísta, médico e calígrafo, propôs que o êxito para ter uma boa saúde “baseia-se em livrar-se dos sentimentos excessivos de angústia, tristeza e sentimento de pena”. Hua Tuo pregava a prática de exercícios físicos, sinalizando que o movimento e os exercícios fazem digerir a essência derivada dos alimentos ingeridos, assim como circular o sangue, de modo que se evitam as doenças. É preciso tomar adequadamente os medicamentos preventivos. A longa vida não é obtida pelo consumo de medicamentos, porque quando ignoramos os métodos de manutenção da saúde, não há nenhum elixir milagroso que consiga realmente alongar a vida.

Segundo Sun Simiao (581-682), o “Rei da Medicina”, a causa por que se morre jovem é “a falta de cuidados apropriados, as ambições e a busca excessiva da fama e fortuna pessoal.” Para melhorar e aperfeiçoar os cuidados de saúde, também é necessária moderação sexual, pois o crescimento e o desenvolvimento do corpo humano dependem da energia vital depositada no rim energético. Ele diz que ao alimentar-se não deve sentir-se muito cheio, é melhor consumir pratos leves e simples e sempre em pouca quantidade. A comida deve ser cozida e mastigada, não se deve conversar durante a refeição e é bom aplicar massagem suave no rosto e ventre após cada refeição. Lembra que os seres humanos devem vivenciar uma série de variações fisiológicas e fisionômicas ao entrar na idade madura, portanto devemos cuidar e proteger os idosos com carinho e controlar seu mau humor, deixando livre sua vontade, de maneira que possam viver uma vida saudável e morram de forma natural.

Situado em algum lugar entre matéria e energia, o Qi possui as qualidades de ambas. Ele possui substância sem estrutura e contém qualidades energéticas, mas não pode ser medido. É o poder fundamental por trás de todas as atividades da natureza e também a força vital do corpo humano. Por exemplo, a força de uma tempestade pode ser compreendida em termos de seu Qi e o poder do Qi pode ser observado nas árvores e edifícios caídos após a passagem da tempestade. Seu poder é fundamental à MTC, onde o corpo e a mente são inseparáveis. Na opinião de sinólogos e acupunturistas, Qi não pode ser traduzido simplesmente como energia; no mínimo, como energia ou força vital. Outras traduções possíveis são: âmago, ar, brisa, espírito, essência, éter, fluido, humor, índole, sensação, sopro e vapor.

Compostos de algumas substâncias vitais – Qi, sangue, essência e fluidos corporais -, o corpo e a mente expressam suas qualidades através das funções dos órgãos internos. Variando desde substâncias tangíveis e visíveis até forças sutis e intangíveis, esses elementos básicos do corpo e mente são responsáveis por todos os aspectos da vida humana: físico, mental, emocional e espiritual. Seu envolvimento íntimo na atividade humana os torna parte essencial da fisiologia e seu reconhecimento e compreensão são parte essencial do diagnóstico. O fluxo de Qi pelo corpo ocorre dentro de um sistema fechado de canais ou meridianos. Há 12 meridianos maiores, que correspondem aos sistemas de órgãos. O fluxo de Qi viaja de canal a canal, passando através de todos os meridianos a cada 24 horas. Ex.: esse fluxo no meridiano do coração é mais forte no período entre 11h e 13h. A partir desse momento, o Qi flui para dentro do meridiano do intestino delgado, permanecendo ali até às 15h, quando o fluxo passa para o meridiano da bexiga. Desta forma, o Qi passa por todos os maiores meridianos e seus órgãos correspondentes a cada dia. Apesar dos meridianos serem profundos dentro do corpo, os pontos dentro deles são acessíveis a partir da superfície da pele. É a manipulação desses pontos por meio de pressão, calor ou agulhas que forma a base da acupressão, moxabustão e acupuntura, respectivamente. Assim é trazida energia de cura para os órgãos que a necessitam.

A MTC gira em torno da idéia de um estado constante de mudança, explicado pela teoria do yin e yang, duas forças complementares que compõem tudo que existe, sendo que do equilíbrio dinâmico entre elas surge todo movimento e mutação. Yin: é o princípio passivo, escuro, feminino, frio, noturno, material, receptivo, a Terra; e Yang: o princípio ativo, luminoso, masculino, quente, diurno, o Céu. É como a carga elétrica atribuída a protons e eletrons: os opostos complementam-se, positivo não é bom ou mau, é apenas o oposto complementar de negativo.

O símbolo Taiji expressa esse conceito: o yin dá origem ao yang e o yang dá origem ao yin. No reino do pensamento yin é a tranqüilidade contemplativa do sábio e yang a vigorosa ação criativa do rei. A teoria tradicional dos órgãos emparelha os órgãos yin (pulmões, o baço, o coração, o fígado e os rins) e yang (estômago, os intestinos delgado e grosso, a bexiga urinária, a vesícula biliar e o “triplo aquecedor”) de acordo com sua estrutura e função e a interconexão de seus meridianos. Para a MTC, um estilo de vida equilibrado leva à boa saúde.

No pensamento taoísta chinês, os elementos da natureza podem ser classificados em cinco tipos: metal, madeira, terra, água e fogo. Elementos aqui não são somente os materiais aos quais os nomes se referem, mas também metáforas e símbolos para descrever como as coisas interagem e se relacionam umas com as outras. O taoísmo descreve um ciclo de produção e um ciclo de controle agindo sobre os elementos. A referência taoísta original era sobre as estações do ano (ou “os céus”). No ciclo da produção a madeira produz o fogo, o fogo produz a terra, a terra produz o metal, o metal produz a água e, a água produz a madeira. No ciclo de controle, a madeira controla a terra, a terra controla a água, a agua controla o fogo, o fogo controla o metal, o metal controla a madeira. O ciclo de produção delineia um pentágono e a cadeia de controle delineia uma estrela de cinco pontas. A interação dos cinco elementos torna-se uma ferramenta que ajuda os acadêmicos taoístas a classificar as observações e os dados empíricos. Com base em observações de como as coisas interagem, elas são classificadas em um dos cinco elementos, tal como elas se encaixam no padrão observado.

Na MTC a doença é vista como um desequilíbrio, uma ausência de harmonia no sistema corporal. Muitos fatores são considerados na determinação das causas das doenças, incluindo hábitos alimentares e emoções. A identificação dos órgãos internos que estão afetados pela desarmonia é um passo importante na preparação de um tratamento eficaz. O diagnóstico da MTC é simples – as observações a serem feitas incluem ver, ouvir, cheirar, perguntar e tocar. De maneira similar, a força dos órgãos digestivos pode ser determinada em relação ao seu Qi, avaliando-se o apetite, a cor da língua, a força do pulso e a resposta do corpo à nutrição. Também é importante lembrar que um problema físico não é fixo, os processos internos estão sempre sujeitos a alterações. Em outras palavras, uma condição yin pode se desenvolver para uma condição yang; um padrão exterior pode penetrar para o interior, uma condição fria pode mudar para calor e uma doença de excesso pode se tornar uma deficiência. Em uma desarmonia mais complexa, todos os oito padrões podem ocorrer simultaneamente. A MTC engloba um sistema complexo de terapias e, de acordo com o tratamento, são utilizadas uma ou mais técnicas em conjunto.

Acupuntura – a maioria dos ocidentais conhece a MTC quase só pela acupuntura. O que poucos sabem é que ela é considerada último recurso para a MTC, que é eminentemente preventiva – só se coloca agulhas quando todo o esforço de manutenção da saúde falhou, sendo que a base desse esforço repousa em dois pilares: alimentação e atividade física. Embora a acupuntura tenha aberto seu caminho na cultura ocidental atual, ela continua sendo (apenas) uma prática antiga da MTC, que também inclui também exercícios, massagem e dieta adequada. Ela abrange várias ferramentas de manipulação do nosso Qi. A mais conhecida é a inserção de agulhas finíssimas nos pontos localizados nos Canais e Colaterias de Energia (Jing Luo). Dependendo da técnica empregada, como a direção de inserção da agulha, giros, profundidade, tempo de permanência, associados à intenção de cura e respiração do terapeuta, o acupunturista consegue efeitos diferentes, como o aumento de Qi no ponto e no Canal, ou a diminuição da energia vital dos mesmos.

Auriculoterapia – podem ser usadas agulhas especiais e esferas que são colocadas no pavilhão auricular, ativando e equilibrando os pontos reflexos dos órgãos no corpo.

Moxaterapia – utiliza uma erva medicinal (artemísia vulgaris) em forma de um bastão que, ao ser queimado, emite calor e estimula os pontos de acupuntura. Esta técnica é muito tradicional no tratamento de dores, principalmente na coluna.

Ventosaterapia – tem como objetivo ativar a circulação sanguínea, desinflamar pontos dolorosos e ainda desintoxicar o organismo, desbloqueando os pontos energéticos utilizados na acupuntura. Os estímulos externos são realizados pelo uso de “copos especiais”, as ventosas, que fazem uma sucção na pele, nos pontos de acupuntura do corpo, estimulando a circulação e ativando a energia vital. Antigamente era empregado o bambu.

 

Massagem Energética - seu 1º nome foi An Shao. Depois passou para Ma Sha. Posteriormente a denominação passou para An Mo, para finalmente denominar-se Tui Na. Seu nome é originado de duas das suas dezenas de técnicas: Tui, que significa “empurrar” e Na, que pode ser traduzido como “agarrar” ou “pegar”. É uma arte terapêutica manual, com propriedades tanto preventivas quanto curativas. É a massoterapia clássica chinesa. Através das variadas técnicas, o terapeuta promove a saúde do paciente manipulando seu Qi e seus sistemas músculo-esquelético, linfático e até o nervoso. O Tui Na possui um número riquíssimo de técnicas, das quais se derivam várias outras escolas de massagem. Na prática cada técnica bem executada realiza um efeito sobre a região do corpo onde está sendo realizada, e pode ser: efeito de tonificação – aumento de energia vital no local, no ponto energético ou no canal de energia vital; ou de sedação – dispersão do Qi do local, do ponto ou do canal.

Fitoterapia – o “Caminho da Alquimia da Terra”, na história da evolução da MTC é a sua ramificação mais antiga, depois do Tui Na. Trata-se do uso de substâncias naturais, em sua maioria do reino vegetal, mas também do mineral e animal, com fins medicinais. Há um contínuo e ininterrupto aperfeiçoamento desde tempos remotos até os dias de hoje. Há uma ligação muito importante entre o desenvolvimento da Fitoterapia chinesa e do Taoísmo, pois uma das metas de vida de um taoísta sempre foi a saúde. Atualmente, de todas as ramificações da MTC, a Fitoterapia é a mais utilizada na China. Seu uso clinicamente é o que requer maiores estudos e cuidados por parte do terapeuta. Por outro lado, ela permite uma velocidade e uma abrangência nos resultados terapêuticos que é maior do que todas as outras formas terapêuticas, conseguindo tratar patologias consideradas difíceis.

Fitoterapias – ayurvédica e da MTC: semelhanças e diferenças[5] – há diferenças como o clima, o tipo de solo, a flora e as raízes culturais da Índia e da China. Ainda assim as semelhanças são muitas. Ambas usam o pulso para fazer seus diagnósticos, possuem conceitos comuns de doença como frio, calor, umidade e fleuma, e utilizam muitas plantas iguais. Cerca de 50% das fórmulas de ambos os sistemas médicos são parecidas ou até idênticas. A farmacotécnica tradicional oriental é muito desenvolvida. Em ambos os sistemas encontramos uma riqueza de preparações como chás, pílulas, comprimidos, elixires, xaropes, emplastros, pós e óleos. Enquanto os indianos conseguiram obter óleos essenciais e com isso desenvolveram técnicas de aromaterapia, os farmacêuticos chineses desenvolveram mais as técnicas de pílulas e comprimidos. Ambas as farmacopéias são muito ricas. Os indianos possuem cerca de 1.700 substâncias naturais relatadas em sua farmacopéia e da MTC constam 5.000 substâncias, cadastradas em enciclopédia. Para o uso do dia-a-dia ambos os sistemas lidam com um universo aproximado de 600 substâncias, a grande maioria do reino vegetal. Chineses tendem a usar mais produtos animais que indianos, mas ambos os usam. Pérolas, conchas, almíscar, crina de cavalos e sanguessugas constam nas duas abordagens terapêuticas. Os chineses acrescentam uma grande variedade a esse cardápio, incluindo chifre de veado, larvas de insetos, escorpião e até fezes de bicho da seda. Minerais também estão nos cardápios das medicinas orientais. Indianos e chineses empregam a pirita para acelerar a consolidação de fraturas e calamina (um mineral rico em zinco) para cicatrizar feridas e queimaduras. Ouro e argila estão nos dois arsenais, mas com empregos distintos. Rubis, esmeraldas e outras pedras preciosas são mais da tradição ayurveda, enquanto os chineses costumam usar substâncias minerais como a gipsina e hidrosilicato de magnésio. Nos últimos anos a medicina ayurveda e a MTC ganharam o mundo, com regulamentação da atividade e expressivo reconhecimento da sociedade na França, Inglaterra, EUA, Canadá e Austrália. Nesses países é possível encontrar farmácias tradicionais, onde esses remédios naturais são vendidos aos pacientes.

Semelhanças e diferenças de algumas plantas importantes nos dois sistemas:

Eclipta alba (erva botão)

Ayurveda

MTC

Bhringaraj – Na ayurveda é uma planta que atua no fígado empregada para quadros de Pitta e Vata. Han Lian Cao – Planta tônica do Yin e que refresca o sangue indicada em problemas do fígado e rim

Phyllanthus niruri (quebra pedra)

Ayurveda

MTC

Bhuamamlaki – Indicado para calor e umidade, para indivíduos Pitta e Kapha, com icterícia e febre. Ya Hai Ba – Planta drenante que elimina umidade e calor, para quadros abdominais com diarréia, icterícia e pouca urina concentrada

Tribulus terrestris (carrapicho beiço de boi)

Ayurveda

MTC

Gokshura – Planta tônica que atua na kundaline (chakra da pelve) e aumenta a libido Ci Ji Li – Planta que elimina o vento e acalma o fígado usada para quadros de pressão alta, prurido na pele e vertigens

Glycyrrhiza uralensis (alcaçuz chinesa)

Ayurveda

MTC

Mulathi – Planta tônica indicada para Kapha que também harmoniza as fórmulas e melhora a absorção dos fitoterápicos. Gan Cao – Planta tônica do baço que harmoniza as outras ervas e resolve quadros pulmonares

 

Alimentação – como na Aurveda, a MTC também se baseia nos sabores dos alimentos. Aqui cada sabor serve para melhorar o funcionamento de uma dupla de órgãos. Assim, o ácido ajuda o fígado e a vesícula biliar; o amargo melhora o funcionamento do coração; o doce nutre a energia do estômago, baço e pâncreas; o picante tonifica o pulmão e o intestino grosso; e o salgado ajuda o funcionamento dos rins e da bexiga. A referência é ao sabor natural do alimento, não com adição de açúcar, adoçantes, sal e outros temperos. Assim, a maioria das frutas são doces, como as batatas, cenoura e cereais, (menos a aveia – salgada); algas marinhas, peixes do mar e aipo são salgados etc. Um sabor, se consumido adequadamente ajuda o funcionamento de um órgão, mas em excesso pode atrapalhar. Para a MTC também é importante combinar as cores dos alimentos, compondo o prato sempre com as cinco cores: branco, preto, amarelo/laranja, vermelho e verde.

ATIVIDADES FÍSICAS – tradicionalmente os exercícios ou práticas chineses não buscam gastar energia (queimar calorias), mas gerar energia de boa qualidade (que não se acumula como gordura) e manter sua perfeita circulação corpo.

Qi Gong e Tao Yin – são treinamentos milenares baseados em técnicas de respiração, concentração e meditação, combinados com movimentos corporais, com o objetivo de harmonizar a energia vital, beneficiando a saúde e longevidade. Confluem para mais uma prática, o Tai Ji Quan (Tai Chi Chuan), uma homenagem ao Tao, um treino de ajuda mútua, entre movimento e serenidade, como as leis naturais do universo.

Tai Chi Chuan – aproximadamente 1.200 d.C. mestre Chang enfatizou a harmonia do Yin/Yang como um meio de melhorar o desenvolvimento da mente e da habilidade física, a meditação natural, bem como movimentos naturais do corpo propulsados por uma energia interna que deveria ser desenvolvida a um certo nível de aquisição. Este complexo sistema de práticas recebeu o nome de Tai Chi Chuan. Tai Chi significa “o supremo”, a “suprema arte da vida”. Os mestres eram altamente respeitados, especialmente por praticarem artes de medicina, caridade, educação e justiça. Há vários estilos, passados de geração em geração.

Chi Kung – refere-se a qualquer treinamento ou estudo relativo ao Chi, que requeira tempo de prática e muita disciplina e esforço. São técnicas e exercícios para o desenvolvimento da respiração, da força vital e do equilíbrio mental, melhorando a saúde do praticante e prevenindo doenças. No Tai Chi Chuan incluem-se as técnicas de Chi Kung para aprimorar e potencializar os resultados dos treinamentos.

Kung Fu – termo aplicado às artes marciais chinesas há séculos e significa “trabalho duro”. Além de ser uma forma saudável de exercícios físicos e sistema de defesa pessoal altamente eficiente, é também um benefício mental e espiritual.

Meditação – é uma atividade da consciência mental. Ao meditar entra-se no estado ting (quietude), onde são tiradas as dispersões da mente. Com a meditação aumenta-se a força mental e amplia-se o nível de consciência e de percepção do mundo, levando ao autoconhecimento, que implica em explorar o mundo interior. No budismo tibetano pratica-se a meditação integrada, que mescla concentração e atenção.

Para a MTC, o cirurgião não é propriamente um médico e encontra-se num patamar diferente, dado que a sua ação só se torna necessária perante a incapacidade da Medicina resolver a situação patológica.

4. MEDICINA CIGANA[6]

Observando a Bíblia, podemos encontrar em Êxodos diversas recomendações de Deus ao Povo Eleito, que deram origem a inúmeras simpatias, ainda hoje praticadas no mundo todo. No Extremo Oriente, 2.000 a.C., já se registravam práticas de simpatias destinadas a curar, principalmente aquilo que era entendido como possessão, cujos sintomas eram toda sorte de fenômenos nervosos. O termo Simpatia veio do inglês Sympathy, usado para designar um processo de cura.

Culturas antigas registram práticas de toda sorte, destinadas a alterar o destino, prever o futuro, curar males, atrair sorte, provocar azar e tudo o que se pode observar nas simpatias. Essas culturas, dispersando-se pelo mundo através das migrações, espalharam seu conhecimento. Transitando nesse meio onde o conhecimento pululava, estavam os ciganos e isso pode ser comprovado pela sua história.

O Povo Cigano teria vindo do Norte da Índia, onde ainda existem Povoados Ciganos que cultuam a mesma tradição. Para eles a cura física tem íntima relação com o Plano Astral, portanto, enquanto tratamos do físico, o Astral também é tratado através de associações de ervas e demais compostos que atuam nesses dois níveis. A terapia cigana para muitas doenças, utilizando plantas, parte do princípio que homem e vegetal são seres vivos, cuja interação não se processa apenas no momento em que o homem ingere o vegetal, mas que há uma troca de energia pelo contato ou manuseio. Assim, os princípios ativos e energéticos de uma planta podem beneficiar o homem pelo simples fato de cultivá-la.

Há milênios dois grupos de ciganos deixaram a Índia e dirigiram-se, um para a Pérsia e o outro para o Egito, onde estavam as civilizações mais adiantadas do planeta da época. Os egípcios apresentavam um alto grau de desenvolvimento na medicina, realizando operações no cérebro e obturações de dentes, muito antes disso ser praticado pela medicina do ocidente. Na Pérsia, a astrologia e as artes mágicas em geral atingiam um alto grau de desenvolvimento, armazenando um conhecimento impressionante para a época. Juntando-se o que sabiam essas duas culturas e partindo do ponto em que se encontravam, a humanidade poderia ter evoluído muito mais e mais rapidamente, se praticamente a totalidade desse conhecimento não tivesse sido destruída. Restaram conhecimentos esparsos no mundo todo e grande parte deles se encontravam com os ciganos, que foram seus divulgadores.

As ciganas são responsáveis pela saúde do seu clã, sempre invocando a entidade maior da cura “Mamiorri“. Elas detêm o conhecimento extraordinário e milenar a respeito das ervas que curam. Com as folhas, caules, flores, raízes, sementes, elas preparam unguentos, chás, pós, pomadas, óleos, para as mais variadas doenças, como também tratam de ferimentos, queimaduras, mordidas de animais venenosos etc. Todo esse trabalho, desde a colheita até a confecção, é acompanhado de certos rituais, como fases da lua, hora do dia ou da noite, canções, orações, uso de amuletos, fogo etc.

Paracelso (1493-1541), o “pai da medicina moderna”, aprendeu com os ciganos tudo o que eles conheciam de medicina aplicada, usando ervas, cristais, cores, água, som, metais e outros elementos, como o famoso pó simpático, que por alguns séculos foi sensação na Europa. Ele revolucionou a medicina, viajando com os ciganos pela Europa e observando a maneira como utilizavam as ervas para curar as mais diversas doenças. Por muito tempo esses conhecimentos foram utilizados com sucesso. A medicina mágica dos ciganos tem múltiplas facetas e a da cura pelo contato com as plantas é uma das mais interessantes e pouco conhecida.

 

 

5. MEDICINA EGÍPCIA[7]

Na Antigüidade, o Egito se destacou por sua excelência na prevenção e no tratamento das doenças. Até habitantes de outros países, como a Grécia, iam para lá em busca de respostas mais efetivas para seus problemas de saúde. O sistema de funcionamento da assistência à saúde estava regulado desde a época de Imhotep (2980 a 2900 a.C.), espécie de primeiro-ministro do faraó Zoser, da Dinastia III, e considerado o pai da medicina egípcia.

A medicina moderna deve muito aos egípcios. Registros antigos mostram que eles desenvolveram mais de 800 procedimentos médicos, desde fazer pressão em um ferimento para parar de sangrar até o tratamento de ossos deslocados. Eles conheciam mais de 600 drogas, incluindo folhas de salgueiro e casca de árvore (um tipo de aspirina) como antisséptico. Apesar de não haver anestesia, eles realizavam cirurgias simples, como a remoção de tumores e cistos, usando uma variedade de instrumentos. Para a medicina egípcia a função vital estava na respiração e na circulação do sangue. O corpo humano seria formado por um sistema de dutos para o transporte de ar, do sangue, dos alimentos e esperma. As doenças eram, portanto, uma obstrução ou inundação na circulação normal.

Parte de todo esse conhecimento está registrada em papiros guardados em museus pelo mundo afora. O Papiro de Edwin Smith (1600 a.C.), um antigo livro-texto de cirurgia, descreve em extraordinários detalhes o “exame, diagnóstico, tratamento, e o prognóstico” de numerosas doenças. Soma-se a esse o Papiro de Ebers, embora cheio dos encantamentos, rezas escatológicas de afastar e manter demônios causadores de doença em seu lugar de origem e o outras superstições, nele há também as evidências “de uma longa tradição empírica da prática e da observação. Organizado entre 1536 e 1534 a.C., o papiro é o mais representativo documento sobre a antiga medicina egípcia. Nele estão descritas diversas terapias, informações sobre anatomia, técnicas cirúrgicas e centenas de plantas usadas pelos médicos de então.

Os egípcios contavam com um razoável plano de diagnóstico que consistia em fazer perguntas ao doente de maneira lógica e com paciência. Depois, o médico investigava o histórico dos familiares. A partir disso, traçava-se o tratamento. Assim, o diagnóstico baseava-se na sintomatologia, e uma vez identificada a enfermidade, passava-se à terapia.

Eram desenvolvidas diversas atividades de tipo cirúrgico, tais como a circuncisão (obrigatória por motivos higiénicos), a castração, a cesariana e, muito provavelmente, a excisão de cataratas oculares e próteses dentárias. Uma das áreas de maior desenvolvimento foi a oftalmologia. Isso se deveu ao fato de as doenças oculares serem muito freqüentes, em especial a chamada “cegueira do deserto”, hoje conhecida como tracoma. Outra contribuição expressiva foram os conhecimentos sobre anatomia, gerados a partir da manipulação dos corpos durante o embalsamamento e a mumificação. Foi durante esses procedimentos que os egípcios descobriram detalhes de funcionamento e disposição dos órgãos até então desconhecidos. Eles também dominaram o mecanismo de conservação dos tecidos humanos, algo até hoje não completamente desvendado. Os conselhos médicos eram igualmente importantes na área da beleza feminina e no apoio à maternidade. Uma especialização médica ulterior foi a veterinária. Num reino essencialmente agrário, a veterinária desenvolvia-se nos estábulos, e de igual modo nos palácios, fruto do tradicional amor pelos animais, refletido na própria religião egípcia. Desenvolveram ainda diversas técnicas de embalsamamento, que até hoje assombram a humanidade e de possuírem, segundo o historiador grego Heródoto (485-420 a.C.), uma medicina praticada por diversos especialistas.

No material utilizado pelo médico na sua atividade sobressaía o bisturi, serrilhas, lâminas de bronze com cabo em ébano e marfim, boiões de pomadas e unguentos e ligaduras. A anestesia era praticada pelo método “a frio”, arrefecendo-se a parte anatômica e os instrumentos cirúrgicos, embora não seja de excluir a probabilidade de uso de poções soporíferas.

Os médicos egípcios dominavam uma vasta farmacopéia que incluía desde as esquisitas medicinas de bolores e excrementos (a farmácia da sujeira precursora das substancias antibióticas) até as plantas medicinais até hoje utilizadas em todo o mundo como mirra, romã, linhaça, erva – doce, alho, sene, rícino, alface, heléboro, papoula entre outras. Essa farmacopeia baseava-se num conhecimento profundo da botânica e das ervas especiais. Os ferimentos eram lavados e cobertos com unguentos à base de óleos essenciais e outros ingredientes, sendo depois cuidadosamente envolvidos em ligaduras.

A medicina dos tempos dos faraós combinava esse grande conhecimento sobre os benefícios de recursos naturais como plantas e alimentos com crenças e religião. Os antigos egípcios acreditavam que as doenças eram provocadas por espíritos malignos, por limitações orgânicas evidentes, como traumatismos, ou teriam origem desconhecida, atribuída aos caprichos dos deuses. Por isso, o sucesso dos tratamentos dependia também da prática de rituais de magia por meio dos quais se objetivava a limpeza espiritual do paciente e se pedia a intercessão divina. Três divindades estavam associadas à saúde: Ísis, Osíris e Sekhmet.

No antigo Egito a prática da medicina era assegurada pela existência de duas academias onde eram ministrados estudos médicos com cariz regular, mas com uma função quase sacerdotal, inserida por tal no mundo restrito dos templos. O corpo de médicos surge organizado na dependência de um Supremo Chefe dos Arquiatros do Alto e Baixo Egito, detentor de várias categorias. Contudo, e fruto de uma profunda dominância religiosa, a anatomia humana era perspectivada segundo uma posição significativamente fantasiosa. O aprendizado era feito nas chamadas “casas da vida”, construídas ao lado dos templos. Nesses locais eram aceitos estudantes e médicos de outros países interessados em aprimorar seus conhecimentos. O curso podia durar até 10 anos. Os médicos representavam uma das categorias mais respeitadas da sociedade de então e a maioria se especializava no tratamento de um órgão. Eram remunerados com presentes e os ligados a famílias reais ou nobres tinham assegurado também o seu sustento.

6. MEDICINA GRECO-ROMANA[8]

A Medicina Ocidental como a conhecemos, de caráter estritamente técnico-científico e atenuada por preceitos éticos, é uma herança da Grécia Antiga. A arqueologia não revelou ainda evidências concretas para o entendimento da medicina grega anterior a 750 a.C., mas há referências à existência de médicos desde 1.200 a.C.

A civilização grega, em seus primórdios, utilizou-se da matemática egípcia e da astronomia babilônica para fundamentar a filosofia e a lógica da medicina. Acreditava na influência dos deuses, nas questões relativas à vida e à morte, e a doença era vista, inicialmente, como castigo divino. Os médicos que se projetavam eram unidos às divindades. As mais antigas informações sobre médicos gregos encontram-se no épico Ilíada (Homero), escrito entre 750 e 725 a.C.

A medicina grega, baseada na mitologia, associava cura a diversas divindades. Não apenas Apolo, Ártemis, Atenas e Afrodite, mas também os deuses do submundo eram capazes de curar ou evitar doenças. O culto a Asclépio[9] evoluiu dessas entidades.

No século V a.C. (período clássico), o pensamento humanístico na Grécia tomava consciência de seu próprio valor e de suas possibilidades, havendo campo para o surgimento da medicina até hoje considerada científica. A filosofia representou enorme influência, por seu caráter inquisidor e racional. A escola filosófica de Pitágoras (580-489 a.C.), sediada na cidade de Crotona (Itália meridional), proporcionou fundamentos para a medicina científica.

O médico mais famoso da escola de Crotona foi Alcmeon (século 560-500 a.C.), jovem contemporâneo de Pitágoras, que deu bases científicas à medicina grega. Afirmava que o que conserva a saúde é o equilíbrio das qualidades. Outro notável membro dessa escola foi Empédocles (500-430 a.C.), que acreditava que o mundo era composto por quatro elementos: fogo, ar, terra e água. Os líquidos corporais representados pelo sangue, linfa, bile amarela e bile negra, eram representações destes elementos da natureza, e o seu equilíbrio era a razão da saúde humana. Esta era a famosa Doutrina dos Humores, do ponto de vista grego. Para ele havia duas forças fundamentais responsáveis pela manutenção do universo: o amor que unia os elementos (raízes) e o ódio que os separava.

A partir de 500 a.C., com as investigações teóricas dos filósofos da Natureza — alguns também médicos —, a Medicina começou a desvincular-se da religião. Já na metade do século V a.C., teorias para explicar o funcionamento do corpo humano na saúde e na doença começaram a se difundir e, por volta de 400 a.C., princípios racionais de diagnóstico, prognóstico e tratamento, para a época, estavam já razoavelmente estabelecidos.

A única ciência que se desenvolveu entre o final do século V a.C. e a 1ª metade do século IV a.C., época de Sócrates (469-399 a.C.) e Platão (427-347 a.C.),  foi a Medicina, que acabou se desvinculando da Filosofia. Nas 1ªs décadas do Período Helenístico (320-30 a.C.), a Anatomia e a Fisiologia, assim como a Cirurgia, fizeram grandes progressos, mas depois de Galeno (129/204) a ciência médica progrediu muito pouco.

Na 2ª metade do século V a.C., para a prática da medicina não era requerida nenhuma qualificação formal, e ao lado de médicos sérios proliferavam muitos charlatães. Os melhores médicos eram provenientes de dois importantes e influentes centros de Medicina, as escolas de Cnido, na península anatólica, e de Cós, numa ilha próxima da costa da Ásia Menor.

Com o passar do tempo, a medicina, que era mágica, religiosa e empírica, foi contraposta a uma medicina científica, caracterizada por uma atitude de compreender e explicar. Com a ajuda da observação e da experiência, todos os fenômenos presentes no ser humano e relacionados à saúde ou à doença eram estudados.

Desde a Antiguidade as especiarias são utilizadas na terapêutica. O Corpus Hippocraticum refere-se à utilização medicinal de várias especiarias como a pimenta, o cardamomo, o gálbano, o incenso, a mirra, os cominhos, o anis, o tomilho, os coentros, a hortelã e o alho. No século I, Plínio o velho descreveu os aromata utilizados como condimentos e na confecção de perfumes e medicamentos, originários da Índia, Arábia, Etiópia, Norte de África e Síria. Na Antiguidade já se utilizavam o bdélio, o cálamo-aromático, o cardamomo, o cravo, a canela, o gálbano e muitas outras. Aëtius referiu-se na sua enciclopédia médica Tetrabiblion ao cravo, ao costo, ao espiquenardo, ao sândalo, ao cálamo-aromático e às Nuces Indicæ, como ingredientes do Suffumigium moschatum.

Embora as ocupações na área da saúde não apresentassem qualquer grau de profissionalização ou diferenciação definido, na Antiguidade Clássica (480-320 a.C.) já existia alguma forma, embora muito rudimentar e imprecisa, de divisão de trabalho entre os que lidavam com medicamentos. Na Grécia eram várias as denominações utilizadas para os profissionais que lidavam com medicamentos, para além dos médicos (iatroi). Os mais comuns seriam os pharmakopoloi, ou vendedores de medicamentos, que teriam igualmente outras funções no campo sanitário e cujo estatuto social e cultura não seriam elevados. Já o mesmo não se passaria com os rhizotomoi, ou cortadores de raízes, de importância e estatuto mais elevados e cuja preparação e nível de conhecimentos seria igualmente maior. Um destes, Crateuas, escreveu um texto sobre matéria médica, ao qual se referiram elogiosamente Dioscórides e Galeno. Outros grupos no campo farmacêutico incluíam os pharmakopoeoi, preparadores de medicamentos, os myropoeoi e os myrepsoi (preparadores de unguentos), os migmatopoloi (vendedores de misturas), os aromatopoloi (vendedores de especiarias) e os muropoloi (vendedores de mirra).

O mais famoso médico da Grécia Antiga foi Hipócrates de Cós (460 a 380 a.C.), considerado pai da medicina moderna. Sua fama se deve, basicamente, à “coleção hipocrática” (corpus hippocraticum), extensa coleção de tratados médicos a ele atribuídos, porém escritos entre os séculos V a.C. e II d. C. A influência desses textos na Medicina foi enorme e perdurou até o século XVIII. São mais de 60 textos em que mostra o grande impulso recebido pela Medicina em todos os seus aspectos: mecanismo das doenças, diagnóstico, prognóstico, tratamento em bases científicas, ética médica. Um dos escritos mais famosos da coleção é o Juramento, pronunciado em versão resumida até hoje pelos médicos ocidentais em sua formatura.

No século III a.C., com a prática da dissecação, os médicos Herófilo (335-280 a.C.) e Erasístrato (310-250 a.C.) fizeram avanços no conhecimento da anatomia humana que viriam a ser ultrapassados somente na Renascença. Acredita-se que Herófilo tenha sido um dos fundadores do Método Científico. Ele introduziu o método experimental na medicina e considerava-o essencial para o conhecimento. Erasístrato foi designado pai da fisiologia.

Asclépio (129-40 a.C.), um dos heróis-médicos citados por Homero, tornou-se, no início do Período Arcaico, o mais importante deus da Medicina. Foi o 1º médico grego de formação a fazer sucesso em Roma.  Acreditava que a própria natureza se encarregaria de restabelecer a normalidade dos movimentos dos átomos e, portanto, da saúde. Seus medicamentos eram dirigidos para restaurar a harmonia, como mudanças na dieta, massagens, banhos e exercícios físicos. Ocasionalmente utilizava também eméticos e sangrias. Ele recomendava o consumo de vinho diariamente e tentava ser simpático com seus pacientes. Asclepíades advogava o tratamento humano das doenças mentais e libertou doentes mentais de confinamentos, tratando-os com terapias naturais como dieta e massagens.

Os próprios médicos não apresentavam um estatuto definido: a maioria pertencia ao grupo social baixo dos artesãos e apenas um pequeno número de médicos se aproximava dos estratos sociais superiores. Hipócrates pertencia a esta minoria. A sociedade grega, baseada no trabalho escravo, considerava o trabalhador manual, cheir ourgos, como muito inferior ao que se dedicava ao cultivo do intelecto, o que explica que no Juramento de Hipócrates se introduza a proibição do uso da faca pelo médico, o que não é mais que uma manifestação da tendência para a ascensão da medicina através da separação das componentes funcionais que implicavam trabalho manual, como a cirurgia.

O Império Romano (séculos I-III d.C.) foi o herdeiro da cultura grega; daí que em Roma os médicos eram de origem grega até o fim da Antiguidade. Primeiro foram levados como escravos e depois eram homens livres, mas sempre estrangeiros. Assim, foi enorme a influência da medicina grega na prática médica romana e por isso existem poucas diferenças entre as duas medicinas.

A medicina romana, em seu princípio, era mágica e sobrenatural, baseada na crença de vários deuses, assim como na medicina grega. Durante a República (510 a.C.-27 d.C.), a prática médica romana era reservada aos escravos, e o médico grego pouco valorizado por seus serviços. A profissão médica tinha um estatuto social baixo e a prática da Medicina era considerada como pouco adequada para os cidadãos romanos.

Em Roma, os procedimentos médicos racionais eram mesclados com práticas excêntricas e inusitada farmacopéia. O vinho era prescrito livremente, assim como massagens, banhos, dietas e repouso. Havia mais de 200 instrumentos cirúrgicos disponíveis para as operações. O Império Romano determinou que a assistência médica fosse dada por profissionais das cidades, especialmente encarregados da saúde do povo. O atendimento individual era universal e gratuito. O atendimento da saúde pública ia além. O saneamento básico era essencial. O fornecimento de água limpa existia em Roma e em outras cidades importantes do Império. Roma tinha nove aquedutos e consumia três milhões de litros de água por dia, só para “banhos públicos”. Havia 300 locais para esses banhos, com água fria ou aquecida. O abastecimento de mantimentos era organizado, a coleta de lixo era regular, promovia-se vigilância sobre o estado das edificações e realizava-se o controle da saúde das prostitutas. O saneamento era adiantado e difundido aos países de todo o Império. Os esgotos eram de excelente qualidade, sendo, alguns deles, utilizados até hoje.

Os romanos não desenvolveram um pensamento muito original, mas há vários aspectos da medicina romana que interessam, por sua relação com a transmissão de doenças e com as fases posteriores de nossa história. Na antiga medicina de Roma, nota-se uma preocupação com venenos, que não existe na medicina grega. Em parte, isso pode se dever ao grande contato dos romanos com a África e com serpentes. Outro possível motivo é a difusão da prática de envenenar os inimigos. Os venenos mais poderosos possuem uma característica estranha, sob o ponto de vista médico: uma pequena quantidade deles é capaz de matar uma pessoa.

Os preparadores e vendedores de medicamentos, drogas e cosméticos eram conhecidos por pharmacopoli e os pharmacopoei, os pharmacopoli circumforanei (vendedores itinerantes de medicamentos), os sellularii (vendedores de medicamentos estabelecidos em lugar fixo, o oposto dos circumforanei), os medicamentarii (preparadores de medicamentos), os unguentarii (preparadores de unguentos, equivalente ao grego myropoeoi e myrepsoi), os aromatarii (vendedores de especiarias, especieiros), os pharmacotribae ou pharmacotritae (trituradores de drogas), os pigmentari, de pigmentum (corante, cor), preparadores de cosméticos e os herbarii (vendedores de ervas). Durante o Império, a medicina romana, por influência de famosos e bem sucedidos médicos gregos, tomou grande impulso, em particular nas questões relativas ao ensino. Nesse período, nenhum médico em Roma foi tão aclamado e decisivo para a medicina como o grego Claudio Galeno.

Escritores romanos, chamados de enciclopedistas, contribuíram para a elaboração de famosos tratados sobre medicina.

Scribonius Largus (14-54) foi médico do imperador Cláudio e escreveu o De compositiones medicamentorum, que é um verdadeiro formulário farmacêutico, no qual indica a utilização de alguns medicamentos simples, simplicia, e de grande número de medicamentos compostos, composita. Scribonius faz grande apologia da utilização dos medicamentos. Aulo Cornelio Celso (25 a.C.-50 d.C.) não era médico mas conhecia bem a medicina greco-romana sobre a qual escreveu um tratado intitulado De medicina octo libri, dividido segundo um critério terapêutico, dietético, farmacêutico e cirúrgico, que permaneceu desconhecido até ser descoberto pelo papa Nicolau V no século XV e foi o 1º livro médico a ser impresso (Florença, 1478). Caio Plinio Segundo (23-79), conhecido como Plínio, o Velho, foi considerado o maior naturalista romano. Escreveu a História Natural, em 37 volumes ), onde revela uma admirável erudição. Ele dizia que, entre os romanos, o estudo de remédios só se desenvolveu após a divulgação dos trabalhos do rei Mitridates[10], de Pontos.

No Período Greco-Romano (30 a.C.-529 d.C.) destacaram-se os médicos Dioscorides (50-70), que escreveu um famoso tratado sobre plantas medicinais e medicamentos de origem mineral, e Galeno (129-204 d.C.), que escreveu numerosos tratados médicos, excelentes obras sobre anatomia (Sobre Preparações Anatômicas) e Fisiologia (Sobre o Uso das Partes do Corpo). Considerado o Pai da Farmácia, a aplicação dos medicamentos na terapêutica galênica dependia de vários fatores, como a personalidade do doente, a sua idade, a raça e o clima, que afetavam a própria natureza da mistura (krasis) dos humores no corpo humano.

Com a queda de Roma (476 d.C.), seguiu-se um período péssimo na medicina, com a proliferação da charlatanice e a dominação da Igreja, que exaltava a tolerância da dor como a maior virtude humana. Era o início da Idade Média.

7. MEDICINA EUROPÉIA PRIMITIVA – (até sec. XV)[11]

Assim como as sociedades que se desenvolveram na Europa e na Ásia, os sistemas de crença foram substituídos por um distinto sistema natural. A antiga Grécia de Hipócrates desenvolveu um sistema médico humoral onde o tratamento deveria restaurar o equilíbrio entre os clássicos elementos e humores dentro do corpo, visão similar já adotada na Índia e na China. Das idéias desenvolvidas na Grécia, através de Galeno até o Renascimento, o principal direcionador da medicina foi a manutenção da saúde pelo controle da dieta (nutrição) e higiene. Também aplicavam ventosas, com “copos” de vidro. Medicina medieval era uma evoluída mistura do científico com o espiritual. No início da idade média, após a queda do império romano, o conhecimento médico padrão concentrou-se principalmente em manter os textos gregos e romanos, preservados nos monastérios e em outros locais. As idéias sobre a origem e a cura de doença não eram, entretanto, puramente tradicionais, mas foram baseadas também na visão de mundo do espiritual, onde fatores tais como o destino, o pecado, e as influências astrais eram tão considerados quanto as causas físicas.

Renascimento e Iluminismo – a idéia da medicina personalizada foi desafiada na Europa pela ascensão da investigação experimental, principalmente pela dissecação, examinando corpos no estrangeiro da maneira de outras culturas. O trabalho de indivíduos como Andreas Vesalius e William Harvey desafiaram as tradições aceitas com a evidência científica, aperfeiçoando a compreensão e diagnóstico, mas com pouco benefícios diretos na saúde. Poucas drogas eficazes eram conhecidas, além do ópio e do quinino. Curas espirituais ou os quase venenos, os compostos metal–baseados, eram tratamentos populares.

8. MEDICINA ÁRABE[12]

Ao se estudar a medicina dos povos de língua semítica, presente do norte da África até o sudoeste da Ásia e especialmente dos povos árabes (indo-iranianos), surge o desafio de identificar sua origem pré-islâmica ou anterior à sua unificação pelo profeta Maomé (570 – 632 d.C.) e às revelações do Alcorão, que ocorreram por volta do ano 600. As contribuições mais evidentes são relativas aos Semitas: Persas (Irã), Assírios (Iraque); Fenícios (Líbano) e de alguns dos demais povos da região da Mesopotâmia (Sumérios e Acádios) É incontestável sua inter-relação com as crenças dos hebreus e práticas da medicina do Egito e Babilônia registradas em hieróglifos e signos da escrita cuneiforme.

Entre os instrumentos cirúrgicos encontravam-se agulha de bronze para cirurgia (picada) da catarata (reclinação do cristalino); cateter curvo para tratamento da blenorragia (upu) e um bisturi de dois gumes. Há registros de sangrias, trepanação com serras e ajuste de fraturas com recuperação e também da associação entre epidemias da peste bubônica e a mortandade de ratos. (Thorwald). Identificavam vários “demônios” causadores de doenças para exorcismos e registros escritos do tratamento específicos de doenças identificadas, como afecções renais, apoplexia, blenorragia, cistite, distúrbios biliares, gastrite, oclusão intestinal e otite.

Da farmacopéia comum ao Egito há o açafrão, alho, amoreira, cebola, colcíntida, cominho, incenso, louro, mandrágora, meimendro, mirra, papoula, salgueiro e zimbro, substâncias de origem mineral como alume, argila, betume e enxofre e animal: excrementos e órgãos. Entre as não registradas no Egito destacam-se os 1ºs registros da beladona (solanum) para controle da cãibra, secreção de líquidos, espasmos e cólicas, reconhecendo inclusive seu efeito em grandes doses, de provocar delírios e perda de consciência; e também o conhecido cânhamo indiano. Ainda na medicina pré-islâmica um exemplo intrigante são os médicos santos da Síria, Cosme e Damião (IV d.C.) contra a medicina privada/remunerada e responsáveis pela afirmação da igualdade dos homens, sendo-lhes atribuído um transplante entre negros e brancos.

O mundo Muçulmano ascendeu para primazia da ciência médica com pensadores tais como Rhazes (850-923 - 1º médico que sistematicamente usou álcool em prática clínica), Avicena (980-1037) e Ibn Nafis (?-1288). A 1ª geração de excelência médica do Islamismo foi formada na Academia de Gundishapur onde, pela 1ª vez, o ensino em hospital foi realizado. Os médicos árabes começaram a adquirir relevo apenas com o aumento de importância de cidades como esta e também Alexandria.

Nos 1ºs cinco séculos da Era Cristã, o dogmatismo e o sentimento anti-helenista da Igreja Católica foram essenciais e desencadeantes para a destruição não só do Império Romano, mas também do conhecimento europeu. Este período é recordado na história como a Idade das Trevas, onde o trabalho científico e cultural ficou estagnado. Também os avanços na teoria médica e herbal declinaram.

Perdeu-se a maior parte dos textos gregos e romanos, que migraram para a Pérsia, nas mãos dos cristãos netorianos, dos gregos pagãos, dos judeus e dos persas helenizados, todos perseguidos pela intolerância religiosa. Foi no distante Oriente Médio que encontraram abrigo: foi no Crescente fértil que a cultura européia encontrou berço seguro e floresceu. (Já no século IV a.C. havia se iniciado o contato entre estas duas culturas, com a migração de um grande número de médicos gregos para a Pérsia, a partir das conquistas de Alexandre Magno).

Foi o respeito e a admiração pela sabedoria que levou os conquistadores árabes a se tornarem a pedra fundamental do conhecimento greco-romano por vários séculos. Foi também a tolerância quanto ao credo ou raça e a sede de aprender que os levaram a valorizar os tesouros que eram trazidos juntamente com aqueles que lhes pediam abrigo. Eles não só compilaram a ciência, mas também acrescentaram conhecimento. Assim, a lacuna deixada pelo colapso do Império Romano era preenchida pelo surgimento do Islão e a proeminência do Império Muçulmano, que perdurou 10 séculos.

No início os médicos praticantes eram cristãos ou judeus, mas não há registros que neste período inicial tenha havido qualquer prejuízo para a população muçulmana. O próprio profeta Muhamad foi cuidado por médicos não-crentes.

Os persas e os árabes mantiveram as idéias de Galeno (129-200) e adicionaram os seus próprios remédios. Utilizavam-se freqüentemente da anestesia, colocando uma esponja empapada com uma droga hipnótica nas narinas do paciente. Desenvolveram métodos de extração, técnicas de destilação e cristalização, que possibilitaram o estudo e desenvolvimento de medicamentos até então desconhecidos, além de serem essenciais à formação da farmácia e da química. O olhar científico da farmácia se iniciou com os árabes, e isto se deveu a uma inclinação especial para a química e abundância de drogas no Oriente.

Os árabes não conheciam apenas as drogas hipnóticas: foram exímios químicos, conheciam todos os medicamentos vegetais da “matéria médica” de Dioscórides, além de inúmeras substâncias da Índia e da China. Possuíam novos medicamentos, tanto de origem animal quanto vegetal: âmbar cinzento; bórax, cânfora, cravo, mirra, serre, xaropes e elixires entre outros.

Os califas se tornaram defensores das escolas e das ciências e os árabes reuniram um número enorme de informações em todos os campos do conhecimento humano, através de traduções, estudos e reelaborações dos trabalhos gregos e romanos, o que propiciou um incrível desenvolvimento intelectual. Nas escolas médicas as principais disciplinas eram filosofia, teologia e matéria médica. Também eram estudadas matemática, química e física, que se tornaram a principal paixão médica, fazendo com que a medicina voltasse a ser hipocrática, ou seja, baseada na experiência e na lógica.

Assim como os cristãos, os muçulmanos acreditam que Alah possuía o poder para causar a doença e desta forma a oração era vista como uma forma milagrosa de se promover a cura. No entanto, entre os muçulmanos a doença estava desligada de qualquer tipo de estigma social, o que não ocorria entre os cristãos. Por isto considerava-se dever de todo fiel a assistência aos enfermos, sendo que somente o ato da compaixão já possuía poder redentor, tanto para o enfermo quanto para aquele que o realizava. Diferentemente do cristianismo, a atuação do médico e da ciência no processo de cura era bem vinda, pois se acreditava que esta era uma manifestação da vontade divina.

Os muçulmanos acreditavam na existência da vida após a morte, onde o fogo vital, que mantém o corpo vivo, se reavivava e recebia as sanções do Paraíso. Desta forma foi instituída a proibição da dissecação de cadáveres. Devido a isto, os médicos passaram a realizar as dissecações em porcos e cães, e com a ajuda dos textos de Aristóteles (384-322 a.C.), Hipócrates (460-377 a.C.) e Galeno estabeleceram comparações que levaram a teorias originais sobre a constituição dos órgãos internos.

Os médicos árabes se utilizavam fundamentalmente dos critérios greco-romanos para o diagnóstico das doenças, baseando-se em seis itens: comportamento do paciente, observação das fezes, observação das demais secreções corporais, existência de tumorações, caráter da dor e localização da dor. Utilizavam-se também se de métodos desconhecidos dos gregos, como o estudo cuidadoso do pulso, provavelmente aprendido com os médicos indianos e chineses. Também lançavam mão da Astronomia que, como ciência natural, tinha grande importância.

O movimento do sangue foi um capítulo importante, sendo que al-Quff (1233-1286) defendia que o sangue passava por pequenos poros que existiam entre as arteríolas e as veias, e Ibn al-Nafis que existiam pequenos poros entre as arteríolas e as veias no pulmão. Iam contra as teorias galênicas de que o sangue passava pelo septo interventricular, antecedendo-se a William Harvey.

O estudo da urina tinha importância capital, chegando a determinar qual a enfermidade, qual o prognóstico e até mesmo a pauta de tratamento. Examinavam sua cor, consistência, sedimentação, odor e sabor. Possuía tamanha importância que o frasco utilizado para o exame foi usado como símbolo da medicina.

O pus foi um capítulo em particular, e a partir dos textos de Galeno foi considerado essencial para se alcançar a cura. Este foi um erro cometido também pelos cristãos mas, diferente destes, para os árabes a litotomia era proibida como técnica cirúrgica devido aos maus resultados obtidos.

Com o passar do tempo, vários médicos importantes começaram a praticar e escrever sobre cirurgia. As técnicas mais utilizadas foram a cauterização empregada tanto para a cura interna quanto para a externa, e a de catarata, onde se obteve um índice de cura espantoso para a época.

Apesar das grandes diferenças entre os mundos ocidental e oriental, as enfermidades e epidemias eram basicamente as mesmas. Os árabes fizeram excelentes descrições sobre epidemias caracterizadas pelo aparecimento de lesões e erupções cutâneas. As enfermidades oculares eram extremamente freqüentes, como mostrado nos textos, com um interesse especial na terapêutica.

Apesar da semelhança quanto às enfermidades, a assistência sanitária era completamente diferente. As casas e ruas árabes eram limpas e as cidades possuíam saneamento. O ensino médico e a organização sanitária levou a um progresso rápido e acentuado. As 1ªs leis higiênicas importantes são atribuídas a Muhamad (Maomé); atribuem-lhe aforismos na obra “Tibb-ul-Nabbi“, traduzido com o título “Medicina do Profeta”.

Os hospitais também eram diferentes; no mundo árabe a cura do corpo era essencial, enquanto entre os cristãos o principal era a salvação da alma. Os hospitais eram um espelho destes pensamentos, sendo que entre os árabes havia a preocupação com a salubridade, a assistência, os meios materiais e a terapêutica. Já os hospitais cristãos eram apenas um local onde os pobres aguardavam a morte do corpo. O hospital de Gundishapur foi um exemplo claro, pois passou pelos dois mundos, sendo que durante a direção nestoriana foi um hospital tipicamente cristão, que apenas passou a ter idéias árabes quando eles passaram a dirigi-lo.

Os médicos de renome atendiam apenas os ricos e nobres. Uma prova disto é a importância extrema que foi dada ao fato de al-Razi atender aos pobres gratuitamente. Ele implantou o princípio de se recolher e guardar as histórias clínicas para serem utilizadas em discussões de casos no aprendizado.

As mulheres possuíam um papel extremamente importante dentro da medicina árabe, assim como entre os gregos e romanos. A prática da obstetrícia e da ginecologia era reservada a elas, com a intervenção do médico apenas nos casos mais complicados.

Há o registro de mais de 34 hospitais em todo o território islâmico. O de Damasco foi o maior e mais suntuoso de então, servia também de escola médica, com uma das maiores bibliotecas da época. Muitas escolas médicas foram criadas, todas ligadas aos grandes hospitais de então. A escola de Bagdah foi elevada como principal centro científico. Logo se desenvolveram escolas médicas em Samarkand, Ispaan, Damasco e Cairo. Eram construídos pavilhões em torno dos hospitais, com enfermarias especiais, ambulatórios, habitações para mestres e alunos, bibliotecas etc. O conhecimento árabe ensinado nas escolas médicas foi uma junção dos conhecimentos persa, caldáico, indiano, chinês e grego antigo – este último baseado em Hipócrates, Dioscórides (40-90), Galeno, Oribasio (325-403), Alexandre de Tales, Paulo de Égina (625-690) e principalmente Aristóteles.

As matérias médicas, como saúde pública, técnica cirúrgica e terapêutica foram amplamente enriquecidas. Academias, escolas e bibliotecas, onde se ensinava a medicina aliada à filosofia e ciências naturais, foram fundadas em todo o mundo islâmico; ligadas ou não às mesquitas e hospitais.

Em todo o território dominado pelo Islã o hospital era dirigido por um médico, que comandava outros médicos e dava aulas para estudantes. Estes somente eram considerados médicos após um exame minucioso, que somente poderia ser realizado após vários anos de estudos regulares.

9. MEDICINA TRADICIONAL TIBETANA[13]

A medicina tibetana parece uma mistura da medicina Ayurveda com a MTC. Os dados coletados por pesquisadores até o momento, indicam que essas duas medicinas são mais antigas que a tibetana, sugerindo que ela seja uma fusão de ambas. É difundida principalmente nas províncias de Qinghai, Sichuan, Gansu do Tibete, bem como na Índia e no Nepal  e acumula ricas experiências e práticas pelas etnias tibetanas ao longo de sua história.

Provavelmente teve a sua origem no quadro das grandes universidades monásticas do Norte da Índia, onde floresceu durante mais de mil anos. Também é considerada uma arte e uma filosofia. Uma arte, porque usa técnicas de diagnóstico baseadas na criatividade, discernimento, sutileza e compaixão do médico praticante. Uma filosofia porque abraça os princípios budistas do altruísmo, karma e ética. No século I a. C. esta ciência foi levada para o Tibete por dois panditas Indianos. Desde então esta sabedoria tem sido preservada pelos tibetanos.

A medicina tibetana mantém suas próprias especialidades, pois, com menos animais no Tibete, usa mais plantas e ervas resistentes ao frio, naturais de grandes altitudes e com ar rarefeito. No Tibete o budismo é a religião mais popular, sendo uma força espiritutal, razão pela qual a medicina tibetana implica um toque de budismo tibetano. Nas atividades de produção e na vida cotidiana a medicina tibetana tem formado seu próprio sistema teórico.

Como na Ayurveda, a medicina tibetana considera que no corpo humano existem três humores. Aqui os nomes são o rLung (pneuma ou vento), na bacia e na cintura pélvica; a mKhris-pa (bile), na parte média do tronco, mais particularmente no fígado e na vesícula biliar; e a Bad-kan (fleuma), no cérebro. Considera que temos sete matérias mais importantes – sangue, carne, medula, esperma, ossos, gordura e digestão; e três evacuações – urina, fezes e suor. Os três fatores importantes sustentam  a movimentação das sete matérias e três evacuações. Os três humores se apóiam, se restringem e se equilibram. Quando um dos três encontra-se numa fase fraca ou muito forte, a pessoa poderá ficar doente. Por isso, o equilíbrio entre os três é importante e o tratamento e a cura se baseiam na procura da harmonia entre eles.

Avalia-se que o corpo é povoado por cinco grandes órgãos, como coração, fígado, baço, pulmão e rins, além de intestinos, estômago, bexiga e visícula biliar. A medicina tibetana toma o coração como o rei de um estado, pulmão como ministro, fígado e baço como concubinas e estabelece um íntimo relacionamento entre eles.

O tratamento começa pelo espírito, já que a medicina tibetana entende que sua perturbação é uma das principais causas de doença. Isso é feito com meditação, que pode ser isolada ou, se a pessoa preferir, durante orações num templo budista. Na tradição tibetana mantras são indicados pelo médico ao paciente, para serem repetidas durante a meditação. A medicina tibetana também indica exercícios de yoga e outros exercícios respiratórios para harmonizar os humores no corpo. Como a medicina Ayurveda e a chinesa, a tibetana tem um mapa de pontos de energia no corpo, e os pontos podem ser estimulados por moxas (as mesmas folhas secas e maceradas de artemísia usadas na acupuntura), que são queimadas no local. Outra grande arma terapêutica são as plantas medicinais, muitas delas comuns à medicina Ayurveda e à chinesa. Os tibetanos combinam suas plantas em fórmulas tradicionais que são indicadas para eliminar os venenos do corpo, harmonizar os humores e reforçar a função dos órgãos e tecidos. A medicina tibetana ainda tem princípios para alimentação equilibrada, combinando os alimentos de forma a buscar o equilíbrio conforme a constituição de cada indivíduo.

O Buddha disse que não há substância sobre a terra – mineral, vegetal ou animal que, quando utilizada com habilidade, não possa servir como remédio. Há 17 maneiras de preparar as substâncias medicinais: em pílulas, pós, ungüentos, chás, infusões, decocções etc. Usa-se também acupuntura, moxabustão e banhos terapêuticos com águas minerais.

O tópico mais importante da medicina tibetana e simultaneamente a base teórica de todo o sistema são os três humores corporais. Os alunos estudam ainda embriologia, anatomia, funções metabólicas, sinais de morte, patologias, tratamentos e diagnóstico. Outra “Matéria Médica” inclui plantas medicinais, metais e minerais, partes e produtos animais, pedras vulgares e semi-preciosas, várias formas de sais e algumas variedades de cogumelos.

Tradicionalmente a formação em medicina tibetana levava pelo menos 11 anos de aulas com uma quantidade tremenda de memorização. Nos mosteiros, só os monges com maior capacidade de memorização é que eram selecionados para frequentar o colégio de Medicina. Para o estudante a maior parte do tempo consistia em memorizar os textos. O exame final ocupava quatro manhãs de dias consecutivos. Perante a comunidade de estudantes, professores e convidados, o aluno tinha de recitar todos os 156 capítulos dos quatro tantras, consecutivamente ou na ordem que lhe fosse pedida. Só lapsos menores eram admitidos e quaisquer enganos eram motivo para reprovação.

10. MEDICINA TRADICIONAL JAPONESA (Kampo)[14]

A medicina chinesa foi introduzida no Japão no século V d.C. por médicos coreanos e, desde o início do século VII, passou a ser sistematicamente adotada sob influência de dois monges budistas que passaram vários anos na China.

Kampo[15], a adaptação japonesa da MTC continua hoje em dia e há várias características distintivas na prática médica japonesa. Foram muito bem desenvolvidas as técnicas de palpação, diagnóstico e tratamento, bem como especificamente a palpação abdominal. Shiatsu é uma forma especificamente japonesa de acupressura e massagem.

O Japão também tem uma forte tradição no trato de ervas, com laços estreitos com as ervas da MTC, mas tende à utilização de ingredientes mais refinados e também tem diferentes fórmulas próprias. Os japoneses desenvolveram ainda a terapia manipuladora e de osso-fixação, além de remédios, SPAs, banhos e medicina espiritual, sob a forma de orações e talismãs de santuários e templos.

O Japão foi exposto à influência ocidental nos séculos XVI e XVII, quando missionários cristãos começaram a chegar. Assim como o monges budistas tinham atendido doentes, agora jesuítas, seguidos pelos dominicanos e franciscanos, fizeram o mesmo. Isso veio a ser conhecido como medicina “cosmopolita”.

Durante o século XVIII, quando Holanda e China eram os únicos países autorizados para o comércio com o Japão, a ocidental compreensão da anatomia foi introduzida e, ao mesmo tempo, muitas noções orientais do Japão foram levadas à Europa. Assim, acupuntura e moxabustão se tornaram mais conhecidas no Ocidente. A medicina cosmopolita domina agora oficialmente no Japão, mas Kampo segue sendo popular.

 

11. MEDICINA TRADICIONAL COREANA[16]

A Medicina Tradicional Coreana é um derivado da MTC, compartilhando a sua base teórica. Por isso, as Medicinas Tradicionais da China, Coréia e Japão são agrupadas no termo genérico “Medicina Oriental Tradicional”, sendo que cada uma delas apresenta peculiaridades diferenciadas, relacionadas com a cultura local e os recursos disponíveis para implementar as suas medicinas (geologia, flora e fauna).

Existem algumas diferenças teóricas, assim como variações nas formas de diagnóstico e terapia, sendo algumas delas bastante interessantes, originais e enriquecedoras. Hoje todos esses países tendem a compartilhar e intercambiar conhecimentos e experiências, de forma a melhorar a Medicinal Oriental Tradicional no seu conjunto.

O uso de textos médicos e métodos de treinamento chineses na Coréia data da dinastia Koryo, sendo que os textos autóctones coreanos começaram a aparecer nos séculos XII e XIII. A medicina coreana continuou a avançar durante a dinastia Choson, seguindo delineamento dos confucionistas.

Foram desenvolvidos estudos e compilamentos sobre os documentos da medicina coreana e no século XIX Li Jima publicou sua obra, tendo formulado uma medicina coreana de quatro fatores. Mesmo absorvendo a MTC, a medicina coreana também se desenvolveu junto com suas culturas e tradições, especialmente depois de 1949. Com laços muito estreitos entre as etnias coreana e han, as culturas se assimilavam, assim como os métodos medicinais.

Na Coréia existe uma teoria denominada de Constituição Sasang, que define que os humanos podem pertencer a quatro constituições (Taeyin, Soyin, Taeyang ou Soyang), que se correspondem com a estrutura Yin-Yang de energia. Diferentes métodos de cura são aplicados às diferentes constituições. Hoje essa aproximação é utilizada também na China.

As quatro naturezas consideram as proporções de Yin e Yang, indo do muito frio (um extremo), passando por frio, neutro, morno, quente e chegando ao muito quente (Yang extremo). Na medicina coreana são usados remédios divididos em duas facções, sendo uma da MTC e outra da medicina local.

A Hanbang é a forma Coreana de combinar ervas, minerais e sub-produtos animais, com finalidade medicinal. Cada prescrição herbolária é uma mistura de diversos ingredientes personalizados para cada pessoa especificamente. Combinações de ervas são usadas para aumentar o efeito e/ou equilibrar um ou mais dos ingredientes. Também alguns ingredientes podem ser utilizados para neutralizar a toxicidade de outros, ou como catalisadores. O especialista usualmente estabelece a combinação de ingredientes em função da doença e do desequilibro Yin/Yang do paciente.

Cada erva atua sobre um Meridiano específico. As ervas Yang quentes são utilizadas em constituições frias ou contra frio interno.

Os remédios herbolários referem-se a qualquer parte de qualquer planta que tenha uso medicinal. As Medicinas Tradicionais Orientais, assim como outras tradições médicas (Ayurveda, Européia, Indo-Americana) utilizam ervas associadas a minerais, partes de animais e subprodutos de extração, como resinas, óleos e cinzas.

Assim como os alimentos, são considerados os sabores das ervas. No caso, são cinco:

Amargo: dissipa o calor, purga os intestinos e elimina a estagnação;

Azedo: é adstringente;

Doce: para tonificar e harmonizar e tonifica os sistemas corporais;

Salgado: suaviza as massas duras e purga os intestinos; e

Pungente: usado para gerar suor e dirigir e vitalizar o Ki e o sangue.

12. HOMEOPATIA[17]

Homeopatia (do grego homoios, semelhante + pathos, doença) é um termo criado pelo médico alemão Christian Friedrich Samuel Hahnemann (1755-1843), que designa um método terapêutico cujo princípio está baseado na similia similibus curantur (os semelhantes curam-se pelos semelhantes[18]).

Essa história começou em 1790, quando Hahnemann, estando descontente com os tratamentos da medicina de sua época, havia desistido de exercer a profissão e se dedicava ao estudo e tradução de obras científicas. Lendo um tratado médico escrito por Willian Cullen (1712–1790), não concordou com sua explicação em relação ao efeito benéfico da quina para os que padeciam de febre intermitente, que devia-se ao fato desta substância ser um tônico para o estômago. Esta experimentação da quina por Hahnemann, permitiu-lhe reformular o antigo princípio da similitude, citado por Hipócrates séculos a.C., “o semelhante com o semelhante se trata”. Por isso 1790 é considerado o ano do nascimento da Matéria Médica Homeopática.

Hahnemann percebeu que diluindo a medicação e agitando esta solução mantinha o poder do medicamento de curar o doente e diminuía, com este procedimento, a agravação devida ao efeito primário da substância. Ele também percebeu que os sintomas que obtinha, na experimentação do medicamento, iam além dos sintomas das doenças, eram sintomas do doente, com modalidades próprias e individuais.

Em 1810 publicou seu livro mestre, “O Organon da Ciência Médica Racional”, que foi aperfeiçoado em 1819, mudando o nome para “O Organon da Arte de Curar”. Estava assim criada a Homeopatia. “Organon” é um tratado completo sobre como abordar o paciente, coletar sintomas atuais e da história biopatográfica, identificar doenças agudas, crônicas, epidêmicas, manifestações súbitas de doenças crônicas, herança genética e alterações da saúde, abordagem de doenças mentais, o que se esperar no paciente incurável etc. Um livro sobre a Arte Médica, que considera humanitariamente a causalidade individual das enfermidades, para poder compreender que cada um tem seu modo de enfermar, e assim deverá ter o seu próprio protocolo terapêutico.

Bases da terapêutica: substâncias são classificadas como medicamentos de acordo com a capacidade de provocar sintomas significativos em pessoas sãs (uso da lei dos semelhantes em medicamentos); o uso de pequenas doses (não se queria matar por intoxicação nem o paciente e nem o experimentador); a dinamização (“sacudidas”) para fazer serem ativas substâncias inativas e/ou para homogeneizar substâncias insolúveis em água/álcool e “melhorá-las”; experimentar as substâncias candidatas a medicamento em indivíduos sãos (os experimentadores) seguindo regras pré-estabelecidas; e experimentar uma substância (mesmo que composta) de cada vez, para não atrapalhar e nem confundir os resultados e anotações de todos os medicamentos experimentados com seus sintomas, para estes poderem ser usados quando fossem procurar sintomas relatados por doentes.

Aplicação da terapia: escuta-se tudo o que o paciente diz, observa-se seu temperamento, seu modo de ser e viver quando são e quando doente, sua patologia. Anota-se, escolhe-se os sintomas mais significativos, os que chamam mais a atenção para a individualidade do doente. Daí se escolhe o medicamento que mais se encaixe no quadro, medicando-o, e faz-se outras orientações que forem necessárias. Os modos que as queixas são feitas, as características destas queixas, o modalizar, individualizam o ser tratado.

Sobre a idéia da semelhança: usar a pena da águia para ter suas características, ler a biografia de uma pessoa que se admira para saber como agir de maneira semelhante a ela, imitar o comportamento do pai, aprender a falar e a andar imitando os adultos, tomar infusão de uma planta em forma de rim para problemas renais, tomar pequenas doses de Digitalis purpurea para controlar o que ela causa em grandes doses (insuficiência cardíaca), tomar o veneno continuamente em pequenas doses para tornar-se insensível a ele, até que um dia alguém percebeu que poderia ser feito com mais substâncias: o que uma (determinada) substância provoca em pessoas saudáveis pode ser usado como guia para ser dado a pessoas doentes, que apresentam estes mesmos sintomas.

 

Em resumo, a Homeopatia baseia-se na escolha do medicamento para o tratamento do paciente, medicamento este que foi anteriormente testado em homens sãos, e que neles produzia sintomas semelhantes aos que apresenta o paciente em questão.

Quanto à consulta, são aspectos importantes: os resultados dos achados dignos de nota no exame físico, sintomas importantes de anamnese relativos à doença e a seu paciente, modalizados, sejam eles característicos, raros, peculiares e/ou estranhos, seus diagnósticos e prognósticos, a escolha da linha de Homeopatia com que se vai analisar os achados, escolha do medicamento e o acompanhamento do caso. Maus hábitos de vida são corrigidos para que fatores que possam estar ajudando na manutenção da doença não atrapalhem o tratamento, ou pelo menos se tenha consciência que eles estão a e vão atrapalhar. Também exames laboratoriais podem ser solicitados, mas com o intuito de confirmação de um diagnóstico, não na busca aleatória deste diagnóstico.

Os experimentos clínicos provaram que este método de tratamento é bem sucedido quando seus praticantes levam em conta a natureza holística individual de cada paciente antes de prescrever medicamentos.

Alguns tipos de sintomas: sintomas constitucionais, de sua constituição física, sintomas mentais, sintomas esses que expressem temperamento e/ou estados de espírito e/ou suas paixões e/ou várias coisas, sintomas físicos, gerais e particulares, sintomas fisiopatológicos, sejam macroscópicos, ou bioquímicos ou celulares, etc., sintomas biopatográficos, sintomas que mudaram a vida do ser, adoecendo-o inclusive. Algo que em determinada fase de sua vida o muda. Esse tipo de sintoma leva em conta toda a vida do ser.

Para os sintomas locais ou físicos mais familiares, deve-se observar todas as particularidades que os tornam característicos a cada indivíduo (modalizações): tipo de dor ou sensação; localização e irradiação; época e hora de surgimento; fatores de melhora ou piora; sintomas ou sensações concomitantes etc.

Quanto aos sintomas gerais, que representam as características generalizantes do organismo ou que se relacionam aos vários sintomas, melhorando ou agravando-os, devemos valorizar as seguintes modalidades: posições ou movimentos; temperatura, clima ou estação do ano; condições atmosféricas e do tempo; comidas e bebidas; transpiração, eliminações, evacuações etc.

A grande importância dada por Hahnemann ao sintomas mentais, ou seja, às características relacionadas ao pensar e ao sentir, ao caráter e à moral, mostra a compreensão ampla que ele tinha das doenças, por abordar um tema que só agora começa a ser aceito pela medicina convencional (psicossomática). São estes os sintomas mais difíceis de serem relatados, por constituírem um plano mais importante da individualidade e por delatarem limitações e fraquezas, que, por defesa, busca-se esconder a todo custo.

Segundo os Homeopatas, quanto mais os efeitos de uma substância se aproximam dos sintomas do paciente, mais suas virtudes terapêuticas são importantes na cura do paciente (lei da semelhança). Ao mesmo tempo, quanto mais uma substância é diluída, maior será sua eficácia. Assim, os remédios são preparados segundo regras estritas de diluição visando reforçar o seu poder.

A cura não significa o desaparecimento deste ou daquele sintoma em si; ela requer que o doente tenha atingido um ótimo estado de equilíbrio físico, emocional e psíquico: “No estado de saúde, a força vital imaterial, que dinamicamente anima o corpo material, reina com poder ilimitado e mantém todas as suas partes em admirável atividade harmônica, nas suas sensações e funções, de maneira que o espírito dotado de razão que reside em nós possa livremente dispor desse instrumento vivo e são para atender aos mais altos fins de nossa existência.” (Hahnemann, Organon, § 9)

Os homeopatas afirmam tratar os doentes e não as doenças. Segundo sua concepção filosófica, como em todas medicinas que podem ser consideradas “naturais”, a origem primária de qualquer doença está na perturbação da força vital, entendida como uma forma de energia primordial e fundamental responsável pela manutenção da vida e do equilíbrio orgânico. Portanto, a essência do desequilíbrio da saúde encontra-se num nível imaterial (energético), no qual interagem as forças psíquicas (pensamentos e sentimentos) e que retrata os fatores íntimos a que cada ser é suscetível. Tudo que diga respeito ao paciente exprime o estado de sua força vital, desde os conteúdos imaginários e fantásticos, passando pelos sonhos, sensações, sentimentos e pensamentos, até as características gerais e físicas que o caracterizam.

A Homeopatia é a linha terapêutica da medicina que prescreve os medicamentos apropriados ao indivíduo e seu custo de tratamento é mais acessível, quando comparado à Alopatia. Além disso, os medicamentos homeopáticos são isentos de efeitos colaterais. Utilizada como Ciência e Arte de Curar, tem conseguido alcançar e aliviar sintomas de doenças consideradas sem solução pelas escolas ditas tradicionais, facultando ao paciente dignidade e qualidade de vida. Ao cuidar da saúde de forma global, a Homeopatia atua preventivamente. Ela quer tratar para garantir e manter a saúde e não somente quando há doença.

Duas visões contemplam as principais linhas de Homeopatia, que caricaturalmente são resumidas como: Os unicistas – preferencialmente usam um só medicamento por vez para tratar de seu paciente, aliados ou não a outras estratégias terapêuticas; e os Hahnemannianos – seguem a linha teórica de Hahnemann, assim como vários outros homeopatas seguem a linha de consulta de outros homeopatas clássicos. E quem siga a Homeopatia tradicional francesa, conhecida por pluralista, trabalha mais com constituição e fisiopatologia do indivíduo ou de uma população. Há homeopatas que preferem medicar por sintomas mentais, de temperamento, de constituição física característica. Na escolha do medicamento, a Homeopatia Unicista tenta abranger com um único remédio a totalidade característica dos sintomas, buscando na compreensão íntima do indivíduo as suscetibilidades que o fazem adoecer.

Utilizando remédios naturais destinados a aumentar as capacidades curativas que o organismo possui, a Homeopatia trata a pessoa em sua globalidade. Há medicamentos homeopáticos de origens animal, vegetal e mineral. A matéria-prima utilizada varia de substâncias inertes (sem efeito terapêutico para a Alopatia, como o Lycopodium) a venenos (de animais peçonhentos), até mesmo outras substâncias de uso terapêutico bem conhecido por todos nós. A doença é concebida como um desequilíbrio interno e os homeopatas se esforçam para resolver os problemas subjacentes sem atacar apenas os sintomas. Assim são utilizados remédios específicos, fortemente diluídos que, quando absorvidos de uma forma não diluída, produzirão numa pessoa sã os sintomas de uma determinada doença.

A Organização Mundial de Saúde – OMS declarou que a Homeopatia é o 2º mais importante sistema médico usado internacionalmente[19]. Os centros de pesquisa e as unidades de fabricação com foco em drogas mais novas reforçam que o tratamento das doenças pela Homeopatia fornece a prova ampla que as medicamentos homeopáticas não são meros placebos. Aproximadamente 500 milhões de pessoas confiam no tratamento homeopático no mundo. A Homeopatia tem evoluído diariamente graças ao trabalho de milhares de clínicos, cientistas, professores universitários e farmacêuticos que constantemente questionam esse conhecimento, a fim de aumentar a efetividade destes medicamentos. Encontra-se na literatura o uso da homeopatia na medicina veterinária, odontologia e agricultura.

No Brasil, fala-se em Homeopatia desde 1818, porém só em 1840, através do Dr. Bento Mure, médico francês, é que se iniciou sua propagação no Rio de Janeiro. A Homeopatia aqui se desenvolveu sob os ideais socialistas do Dr. Mure. Ele deixou, só na província do Rio de Janeiro, mais de 25 dispensários e, no restante do império, 50. A sua obra intitulada “Prática elementar da homeopatia”, teve uma tiragem de mais de 10.000 exemplares e serviu para a aplicação nas plantações de cana de açúcar, onde houve uma melhora no que se refere à saúde dos escravos, com uma baixa da mortalidade de 10% para pouco mais de 2%. Eram os médicos homeopatas, quase os únicos, que atendiam à população carente e escrava na época. Mure formou mais de 500 alunos que passaram a praticar a homeopatia em toda a América do Sul.

Em 1843 foi fundado o Instituto Homeopático do Brasil, porém só em 1980 é que a Homeopatia foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e em 1990 passou a constar do Conselho de Especialidades Médicas da Associação Médica Brasileira, deixando assim de fazer parte das terapias alternativas.

13. Medicina Orto/Biomolecular[20]

O termo Ortomolecular foi cunhado por Linus Pauling, químico brilhante, laureado com dois prêmios Nobel. Estudando e pesquisando ligações químicas, enredou pelo campo da bioquímica – a química dos seres vivos – definindo assim a doença: “a doença tem uma base, um substrato molecular. Distúrbios na complexa interação e cadeia entre moléculas geram doenças”. Na visão de Pauling seria necessário entender o mecanismo molecular envolvido nas doenças, para então propor tratamentos que fossem realmente eficientes. Propôs uma medicina que fizesse as moléculas do organismo funcionarem corretamente. Este acerto (orto=certo) das moléculas se dá através do uso de substâncias e elementos naturais.

Uma das teorias de Pauling é a biologia molecular – uma parte da biologia que não pára de crescer – e que explica, em termos de atividades e características químicas das moléculas, vários dos fenômenos biológicos descritos na medicina. Isso motivou a proposta de mudar o nome dessa corrente médica para medicina biomolecular. Hoje em dia esse é o nome mais usado pela comunidade médico-científica, entretanto o termo “ortomolecular” ainda é o mais conhecido popularmente, mas acabou ganhando apelo de marketing e foi associado a tratamentos com superdosagem, principalmente de vitaminas. O nome biomolecular, existe desde que a bioquímica deu os seus primeiros passos, há mais de 150 anos

A medicina biomolecular atua na prevenção e no tratamento das doenças, utilizando vários recursos e procedimentos disponíveis na medicina contemporânea. É a medicina que se aprende nas escolas médicas, acrescida das aquisições no campo da bioquímica, ecologia sistêmica, expressão gênica, indução enzimática, nutrição etc., sendo considerada uma das estratégias terapêuticas básica da medicina. Desta forma, Estratégia Biomolecular é um enfoque médico, direcionado para a prevenção de doenças, que entende a saúde como bem-estar físico-mental, social e emocional e não meramente a ausência de doença ou enfermidade.

O organismo é uma máquina que está permanentemente se produzindo. Durante este processo podem surgir falhas, seja na chegada de matéria-prima (vitaminas, minerais etc.), seja na própria integração de todo e qualquer sistema que compõe a máquina. Estes sistemas devem trabalhar de forma harmoniosa, como uma engrenagem. Estas engrenagens são os sistemas neuro-endócrino, psíquico e imune. Qualquer falha em algum ponto ou mecanismo desta máquina (ser humano) compromete toda a produção (vida), surgindo os defeitos (doenças).Ex. : uma pessoa deprimida tem mais chances de apresentar infecções recorrentes, já que uma falha no sistema psíquico leva a alterações no sistema imune.

A medicina biomolecular atua a partir do equilíbrio metabólico/energé tico do organismo. Segue um pensamento simples: introduzir nas células os elementos químicos que estejam faltando e retirar os que estão em excesso. Também trata das deficiências de uma série de nutrientes. Esta medicina consiste de uma análise do meio intracelular, onde podemos ter uma avaliação do nível de minerais e vitaminas presentes na composição do organismo e, portanto, necessários para o funcionamento das infinitas funções indispensáveis para a manutenção da saúde. Ainda, pensando na manutenção da saúde, incluímos noções avançadas de nutrição, atividade física e reabilitação, e mudanças no estilo de vida, sem desmerecer o emprego de medidas terapêuticas do glossário médico ortodoxo.

Outra teoria lançada por Pauling, que vem se mostrando cada vez mais importante na gênese molecular de diversas doenças, é a teoria do estresse oxidativo. Em poucas palavras, a fonte da energia corporal, que é utilizada para mover todo metabolismo do corpo, vem da queima de moléculas de glicose e gordura, usando os átomos de oxigênio retirados do ar. Essa combinação com oxigênio, chamada de oxidação, eventualmente, pode formar compostos chamados de radicais livres, que têm o potencial de causar danos a moléculas ou processos orgânicos. Esse dano causado pelos radicais livres é o “estresse oxidativo”.

Pauling mostrou que a vitamina C possui uma ação antioxidante, por isso protege o corpo dessas moléculas instáveis. Sabe-se, por exemplo, que um fumante gasta 25 mg de vitamina C a cada cigarro. Caso fume um maço por dia, estará perdendo 500 mg desta vitamina diariamente. Hoje em dia sabemos os inúmeros benefícios que a vitamina C proporciona, seja no combate a radicais livres, na síntese de hormônios, ou mesmo estimulando o sistema imunológico. É possível tratar uma pessoa com estresse antes que ele evolua para uma hipertensão arterial. Da mesma forma, é possível tratar obesidade antes que ela ocasione diabetes. As pesquisas atuais mostram que além da vitamina C, outras vitaminas, enzimas, além de uma série de outras substâncias, exercem atividade antioxidante e que é a eficiência desse sistema como um todo, que protege o organismo do danos causados pelos radicais livres.

De todo oxigênio disponível pela célula, 95% se transforma em energia, utilizada para fabricar substâncias vitais e mantê-la viva e funcionando. Os 5% restantes são transformados no metabolismo em radicais livres de oxigênio ou são chamados de espécies reativas tóxicas de oxigênio: radical superóxido, peróxido de hidrogênio e radical hidroxila. O organismo utiliza estes radicais para realizar várias reações fisiológicas. Existe um radical livre quando alguma partícula química contém um átomo com elétrons não emparelhados, e, portanto, altamente reativo.

Em 1900 descobriu-se o 1º radical livre. Em 50 anos se conheceu toda a sua química e em 1954 pela 1ª vez se relacionou estas substâncias reativas e tóxicas a uma doença inexorável: o envelhecimento. Hoje se acredita que esses elementos, com elétron não pareado na camada de valência, sejam os responsáveis pelo menos em parte, pelo elevado número de doenças abrangendo vários órgãos e sistemas.

Hoje ninguém duvida da existência e da atuação lesiva, oxidante, nas membranas celulares, nas organelas citoplasmáticas, no DNA etc. dos radicais livres. Daí vem o termo antioxidante, que são as vitaminas, minerais, aminoácidos usados para combater seu efeito prejudicial no organismo, proporcionando uma melhor qualidade de vida. Valorizam-se mudanças de hábito, tais como: evitar exposições prolongadas ao sol, eliminar o fumo, reduzir o consumo de gorduras e eliminar frituras, neutralizar o estresse cotidiano (alimentação saudável, atividade física constante e adequada, melhor filosofia de vida, relaxamento etc.)

Está ficando cada vez mais difícil administrar os radicais livres e uma das razões é a crescente exposição do organismo aos metais tóxicos como o alumínio, o cádmio, o chumbo, o mercúrio, o níquel etc., e aos metais considerados não tóxicos, dependendo da sua concentração no organismo, como por exemplo, o cobre e o ferro. Não podemos esquecer, porém, que nosso organismo necessita de uma certa quantidade de radicais livres para serem usados em algumas reações fisiológicas, incluindo matar as bactérias fagocitadas pelos neutrófilos.

Na estratégia biomolecular o médico deve estar apto a:

1- descobrir quais nutrientes essenciais estão em déficit ;

2- se existe metais tóxicos no organismo;

- como está funcionando o sistema endócrino;

4- como estão os sistemas de excreção : intestinos, fígado e rins, e

5- se existe intolerância ou alergia alimentar.

O primeiro desafio junto ao paciente é descobrir quais os nutrientes que estão faltando e o segundo é descobrir se estão presentes elementos estranhos ao meio interno e ás células. Muitas vezes a correção dos desvios encontrados é suficiente para proporcionar o necessário equilíbrio metabólico/energé tico requerido para o paciente retornar ao estado de saúde e da qualidade de vida.

As 10 ESTRATEGIAS DA MEDICINA BIOMOLECULAR

1-Cuidar do Sistema Digestivo

2-Dieta Inteligente

3-Exercícios aeróbicos moderados

4-Resolver os problemas do cotidiano usando a razão e não as emoções desnecessárias

5-Aprender a livrar-se dos metais tóxicos

6-Abolir o fumo e o excesso de álcool

7-Higiene do sono

8-Aprender a se livrar dos campos eletromagnéticos prejudiciais e das zonas geopatogênicas

9- Aprender a se beneficiar dos campos eletromagnéticos

10- Antioxidantes e nutrientes com moderação e equilíbrio

A terapia biomolecular pode ser iniciada em qualquer idade. Como a abordagem do tratamento visa o equilíbrio bioquímico e celular do organismo, uma vez ajustado o funcionamento da célula, o resultado será positivo para qualquer patologia.

A medicina biomolecular é voltada para o acompanhamento gradual do indivíduo. Sua principal arma é a orientação alimentar global, que busca tirar o máximo de benefícios dos alimentos. Existem estudos sérios com resultados bastante interessantes a respeito dos nutraceuticos, alimentos que evitam ou combatem certas doenças. Há décadas há evidências de que pessoas que consomem mais frutas e verduras apresentam menores riscos de câncer e de doenças cardiovasculares[21]. Na busca de explicações para este fato, observou-se que substâncias contidas nas frutas e verduras poderiam diminuir a oxidação passiva de moléculas de DNA e, com isso, diminuir a probabilidade da transformação inapropriada das células[22].

Durante a digestão os simples componentes nutricionais contidos no alimento são liberados. Os alimentos com maior valor nutritivo são os menos refinados. Infelizmente uns 80% dos alimentos que hoje consumimos são refinados. Estes “não-alimentos” foram privados de todos os nutrientes essenciais (Ver Anexo: Os 47 nutrientes essenciais). Para serem metabolizados, devem “roubar”nutrientes (proteínas, gorduras, virtaminas e minerais) dos outros alimentos. Por este motivo as substâncias que contém “calorias vazias” são nocivas para a qualidade de qualquer dieta.

Estas substâncias esvaziadas são consideradas “lixo” e devem ser evitadas. Portanto, a 1ª regra na terapia biomolecular é não comer alimentos “lixo” nos quais foram adicionados açúcar. Esta regra elimina da alimentação doces, caramelos, chocolate, bebidas gasosas, sorvetes e farinhas de cereais refinados. A maior parte das pessoas perderá o hábito e o desejo de açúcar. A 2ª regra é eliminar os alimentos que são alergênicos. Isto inclui evitar os alimentos aos quais somos particularmente atraídos (o desejo pode ser incentivado pela alergia) e os que nos fazem mal de modo evidente. A 3ª regra foi estudada para minimizar as reações alérgicas: variar o máximo possível a tipologia dos alimentos para não depender de poucos tipos deles.

As deficiências de nutrientes essenciais, tão freqüentes hoje, coincidem com o aumento de várias doenças como: hipoglicemia funcional, depressão, astenia, hiperatividade, infecções de repetição, etc., incluindo as doenças degenerativas: aterosclerose, câncer e artropatias, as quais não mais estão se limitando à idade. Por outro lado e agravando a situação, está a pobreza do nosso solo em vários micronutrientes tais como: cobalto, cromo, manganês, selênio, zinco etc.

Um estudo de coorte de mulheres pós-menopáusicas lança luz no entendimento dos resultados negativos de ensaios clínicos[23]. Este estudo examinou a dieta como preditiva do risco de morte cardiovascular, mostrando que as mulheres que ingerem mais vitaminas A, C e E nas suas dietas têm menor risco de doença cardiovascular.

A avaliação crítica da literatura científica disponível, na forma de ensaios clínicos randomizados, permite dizer que os cardiologistas já podem praticar o que chamaríamos de medicina biomolecular baseada em evidência. Até que outros estudos sejam divulgados, a vitamina E pode ser prescrita para pacientes com doença arterosclerótica coronária estabelecida.

No momento atual, a evolução dos conceitos e o melhor conhecimento dos mecanismos básicos da biologia molecular e da física quântica levaram a medicina biomolecular a ampliar as suas estratégias, com a finalidade de aumentar ainda mais a eficácia do tratamento clássico da medicina tradicional. A abordagem da física newtoniana do homem como máquina deve ceder espaço para a abordagem do homem integrado à natureza da qual ele sempre fez e faz parte.

Anexo – Os 47 nutrientes essenciais que devem ser recebidos do meio externo

Além da Água e do Oxigênio:

Aminoácidos (9): Histidina, Leucina, Isoleucina, Valina, Lisina, Metionina, Fenilalanina, Treonina e Triptofano.

Ácido Graxo essencial (1): Ácido linoleico

Vitaminas (16): Tiamina (B1), Riboflavina (B2), Niacina (B3), Piridoxina (B6), Ácido fólico (B9), Cobalamina (B12), Ácido pantotênico, Biotina, Ácido para-amino-benzó ico (PABA), Inositol, Colina, Ácido ascórbico (C), Retinol (A), Calciferol (D), Alfa tocoferol (E) e Menadiona (K)

Sais minerais (21): Sódio, Potássio, Cálcio, Fósforo, Magnésio, Manganês, Ferro, Cobre, Zinco, Selênio, Cromo, Iodo, Enxofre, Lítio, Boro, Flúor, Vanádio, Molibdênio, Ácido lipóico, Taurina e Bioflavonóides (rutina, hesperidina, quercetina)

14. MEDICINA ANTROPOSÓFICA[24]

A medicina antroposófica surgiu na Suíça no início do século XX. No Brasil, existe há 60 anos e vem buscando o reconhecimento como uma racionalidade médica — como são a biomedicina, a medicina tradicional chinesa e a homeopatia, por exemplo —, conceito desenvolvido pela pesquisadora Madel Luz. O pressuposto básico dessa prática é que o ser humano mantém uma estreita relação com a natureza e seus elementos e que, juntos, eles compõem um organismo complexo e harmônico. “A medicina antroposófica está entre os sistemas terapêuticos naturais que tratam os desequilíbrios de saúde considerando que o ser humano possui uma essência sutil, energética, não material, que transcende a organização físico-biológica”, diz o documento do Programa Nacional de Medicina Natural e Práticas Complementares – PMNPC. Segundo esse princípio, os agentes externos só causam doenças quando existe um desequilíbrio interno. Técnicas simplificadas e ênfase nas forças curativas do próprio organismo, com medicamentos naturais, orientação alimentar e cuidados gerais coma saúde são a base de sustentação da medicina antroposófica, que atua principalmente na atenção primária.

A Medicina Antroposófica distingue, além da organização puramente física do homem, outras três organizações: – organização vital que ordena os fenômenos físicos como fenômenos viventes; – organização anímica que reordena por sua vez os fenômenos físicos e vitais de forma a possibilitar a aparição da consciência; – organização espiritual, absolutamente individual de homem para homem, e que organiza as outras três instâncias como uma organização biológica individual. Para o conhecimento das organizações vital, anímica e espiritual, baseia-se no método da Ciência Espiritual ou Antroposofia, fundada na Europa por Rudolf Steiner, no começo do século XX. De acordo com esse método de pesquisa ampliada, temos quatro estruturas essenciais que constituem a entidade humana: Corpo Físico, Corpo Vital ou Etérico, Corpo Anímico ou Astral e Organização para o Eu. Essas quatro organizações agrupam-se reciprocamente em três formas diferentes no organismo humano, surgindo assim uma estrutura funcional e anatômica de constituição tríplice: Sistema Neuro-sensorial: concentrado principalmente na região da cabeça, mas também distribuído por todo o corpo. Ele está a serviço da consciência; Sistema Rítmico: cujo centro funcional se encontra na região torácica, onde a característica das funções pulmonar e do coração é o ritmo. Também presente nos ritmos de outras funções biológicas, fora da cavidade torácica e Sistema Metabólico e das Extremidades: agrupa todos os processos metabólicos, base para o sustento, regeneração e movimento do organismo, cujos órgãos principais se concentram na cavidade abdominal e extremidades; mas funcionalmente presente, tal como os outros dois sistemas, em todo o organismo e em cada uma de suas células e tecidos. A relação recíproca desses três sistemas muda durante a vida do ser humano, vinculando-se com essa mudança biológica às mudanças que acontecem psicológica e espiritualmente no desenvolvimento normal das pessoas. Um transtorno nesta transformação através do tempo leva a um desequilíbrio na relação recíproca desses três sistemas e esta é a causa primária das doenças. A terapêutica da Medicina Antroposófica vai bem além do uso de medicamentos. A partir dela, têm-se desenvolvido outros recursos com indicações específicas e diferenciadas, como: Euritmia Curativa (terapia baseada em determinados movimentos corporais); Terapia Artística, Massagem Rítmica e Quirofonética (terapia baseada na fala).

15. A NOVA MEDICINA GERMÂNICA (NMG) DE HAMER[25][26]

“O presente é só uma hipótese que não se superou” – Robert Musil

Há milênios a humanidade experimenta, mais ou menos conscientemente, que as doenças têm origem psíquica. Até agora, no entanto, ninguém tinha chegado a supor, e menos ainda a provar de forma convincente, precisa e detalhada, as relações existentes de causa e efeito, como faz o Dr. Ryke Geerd Hamer.

Durante uma viagem à Itália, em agosto de 1978, Dirk Hamer, filho do Dr. Hamer, foi alvejado na cabeça por uma bala perdida proveniente do fuzil de um príncipe italiano, enquanto dormia num barco ancorado. O jovem permaneceu em coma durante mais de três meses na clínica de Heidelberg, Alemanha e, em dezembro daquele ano, morreu nos braços de seu pai.

Por ter se atrevido a formular uma acusação contra o assassino, foi  o pai da vítima que se tornou objeto de perseguições penais, constando da lista de buscas internacionais e sendo submetido a uma vigilância total.

Depois da morte do filho Hamer criou um câncer de testículo esquerdo e sua mulher, que é oncologista, um de mama esquerda. Ao casal foi colocado o tempo de vida que lhes restava através do protocolo oficial aceito. Pois eles mesmos o aplicaram como oncologistas que são: cirurgia, químio e radioterapia. Rebelaram-se ante as precárias possibilidades de êxito do tratamento oficial, centrando atenção na possível causalidade entre o fato traumático que viveram e o câncer que compartilhavam.

 

Hamer se perguntou: “como é possível que duas pessoas jovens e sadias, de repente, coincidindo com um fato traumático, criem um câncer?”[27] Como ele reúne em si os conhecimentos pertinentes, graças às suas múltiplas especialidades (psiquiatra, oncologia, clínica geral e radiologia – além de ser físico e teólogo) que lhe possibilitaram uma boa análise da situação, desenvolveu um trabalho de forma que nenhum outro poderia. Ele foi também, durante 15 anos, chefe de vários serviços hospitalares públicos alemães. Este gênio observou que na medicina faltava algo, que não havia ordem, nem harmonia.

A partir deste cenário iniciou-se a cruzada de Hamer contra o câncer e a poderosa indústria farmacêutica mundial. Depois de curado, passou a sistematizar a análise de casos de câncer, criando assim leis que explicam o processo da doença. Sua tese revolucionária não só apresenta uma compreensão inédita da doença, mas também traz uma nova proposta de cura. Os princípios da NMG vão além do câncer, pois são considerados aplicáveis a qualquer doença. Trata-se de uma medicina científica natural, que engloba toda a medicina.

Baseado em sua experiência clinicando doentes de câncer, ele desenvolveu as bases da mais completa medicina. Perguntava aos pacientes por que acreditavam estar doentes. Para sua surpresa, encontrou que absolutamente todos se referiam a uma história dramática ocorrida antes da doença.

Ele afirmou então que todo câncer se desenvolve por causa de um desgosto psíquico brutal, um conflito agudo e dramático que se vive em isolamento, quando a pessoa não se permite abrir-se com outros e o desgosto permanece obcecando-a dia e noite de forma duradoura. Isto é o que se denomina Síndrome de Dick Hamer – SDH. É a revelação repentina que espanta e paraliza e que desencadeia o processo. A doença é trazida por um choque inesperado. Trata-se de uma resposta biológica especial para uma situação atípica e quando a situação causadora do choque é resolvida, o corpo começa a voltar à normalidade.

Num processo oncológico, desde o momento que se diz à pessoa: “você tem um câncer”, ela é submetida a um choque psíquico altamente traumático, inesperado e vivido em isolamento. É o próprio diagnóstico que vai desenvolvendo a “metástase”.

 

Esta concepção tem uma inestimável vantagem sobre a medicina oficial: a Nova Medicina pode ser demonstrada sem falhas e reproduzir rigorosamente no tripé, nível psíquico, cerebral e orgânico. Concluindo: é precisa, exata por si mesma.

 

Dr. Hamer acredita totalmente que os atuais métodos de proceder com o câncer são bárbaros, cruéis e completamente desnecessários. Todos os processos do psíquico e do organismo são ligados através do cérebro, que é o grande computador do nosso organismo e são coordenados ali, sendo o psíquico o programador.

Hamer escreve na dedicatoria de seu livro: Devido à sua morte eu mesmo caí doente pouco depois, apresentando uma SDH, um conflito de perda com câncer testicular. Esta coincidência assombrosa entre um choque conflitual e dramático e meu próprio câncer me levaram a descobrir a Lei de Ferro do Câncer – LFC[28], que anuncia que toda doença e – não somente o câncer – é desencadeada por um SDH.

 

A LFC é uma lei biológica, empírica, que se baseia na experiência e na observação. Tem sido comprovada nos quase 10.000 casos que examinei até agora. Trata-se de um sistema super determinado de três funções correlativas, de forma que, conhecendo uma delas, é possível deduzir as outras duas.

A NMG é baseada em cinco Leis Biológicas da Natureza, determinadas de forma empírica, e que se aplicam em cada caso das ditas doenças, para pessoas, animais e plantas, até mesmo para o menor ser unicelular – ou seja, para todo o cosmo. As doenças se desenvolvem segundo estas cinco leis, isto é, elas são partes de um Coerente Programa Biológico Especial da Natureza (SBS – Sinnvollen Biologischen Sonderprogramms der Natur), normalmente em duas fases.

O desconhecimento destas leis no sentido clínico-médico impediu de dividir corretamente a medicina ou também poder avaliar e ver uma doença de forma correta. Nem se podia reconhecer o câncer e suas relações, pois era tomado por incurável e limitava-se a cuidar dos sintomas do câncer somente ao nível orgânico.

 

A 1ª LEI BIOLÓGICA – A LEI FÉRREA DO CÂNCER

 

1º Critério - todo câncer ou doença equivalente se origina numa SDH, que é um choque conflitual biológico muito específico, sério, agudo, altamente dramático e vivido em solidão, que toma o indivíduo de forma completamente inesperada. Esse choque ocorre simultaneamente na psique, no cérebro e no órgão correspondente de forma sincronizada. Conflitos biológicos são então disputas que nos afetam por nossa própria natureza e não situações conflituais no sentido do conceito psico-analítico.

 

2º Critério – no momento de uma SDH o/s conteúdo/s do conflito determina/m a localização do Foco de Hamer – FH[29] no centro de controle cerebral que representa o órgão afetado e visível no scanner[30][31] simples, sem contraste. São então criadas alterações, tumores, etc. no órgão correspondente.

 

3º Critério – o desenvolvimento do conflito determina o desenvolvimento exato do FH no cérebro, e do câncer ou da doença equivalente no órgão.

 

Lateralidade – Uma pessoa destra responde a um conflito com sua mãe/filhos com a parte esquerda do corpo e a um conflito com qualquer outra pessoa com o lado direito. Ocorre o oposto com pessoas canhotas. Estas regras são aplicáveis ao cerebelo e ao cérebro – no tronco cerebral a lateralidade é insignificante.

 

A 2ª LEI BIOLÓGICA – A LEI DAS DUAS FASES DE TODAS AS DOENÇAS – cada doença se desenvolve em duas fases, desde que exista solução do conflito. Normotonia é o estado de nosso ritmo normal dia-noite. Durante o dia nosso organismo se encontra em estresse simpático tônico (luta ou fuga) e durante o sono está em descanso vagotônico (descanso e digestão).

 

Fase ativa do conflito (fase-ac) – também chamada de fase fria, quando os vasos sanguíneos se contraem, resultando em calafrios, mãos, pés e suores frios, tremores. Um conflito inesperado ou SDH interrompe o ritmo normal dia-noite e inicia a fase ativa do conflito. O choque dá início a um Programa Biológico Especial e Significativo – PBES que permite ao organismo incrementar o funcionamento diário e focar-se totalmente em lidar com a situação imprevista.

 

Se não há solução do conflito o indivíduo permanece na 1ª fase ativa de estresse. Se a atividade do conflito for muito intensa e permanecer por um período muito longo, a condição pode ser mortal. A morte não se dá pelo tumor, mas pelo esgotamento, como resultado de perda de energia, peso e sono.

 

Conflito Pendente – se não for possível resolver o conflito, pode-se reduzi-lo conscientemente, de forma intelectual, psicológica ou espiritual. Assim diminui sua intensidade e os sintomas a nível cerebral e no órgão. Pode-se viver com um conflito reduzido por muito tempo desde que não cause obstrução mecânica ou que não envolva um órgão produtor de hormônios. A cura, no entanto, só se alcança quando o conflito é totalmente resolvido. O objetivo da Terapia na NMG é identificar o SDH original e encontrar uma solução para o conflito que seja real, prática e possível.

 

CL-Conflitolise – a solução do conflito é o ponto crucial que inicia a fase de cura. Aqui também o progresso da fase de cura anda sincronicamente nos três níveis.

 

A fase de cura (fase pós conflitolise = pcl) – também chamada de fase morna porque os vasos sanguíneos se dilatam, resultando em mãos e pele mornas e até febre. A crise epilética ou epileptóide (EK) – começa no ponto mais baixo da fase de cura. A cada tipo de conflito/doença corresponde um tipo específico de crise epileptóide. Os ataques cardíacos, cefaléias, choques, crises asmáticas e epiléticas são só alguns exemplos da crise de cura. Isso tudo expulsa o edema cerebral.

 

2ª Fase da fase de cura (PCL-FASE B) – a neuroglia, tecido conectivo presente no cérebro, se instala para terminar a reparação da lesão cerebral provocada pelo choque da SDH. A massa de acumulação das células da neuroglia é determinada pela intensidade e duração da fase ativa do conflito. Este armazenamento de neuroglia é o que normalmente se chama de tumor cerebral.

 

O surpreendente é que quando já se está resolvendo o conflito é quando se inicia a sintomatologia. Desvendar o conflito é o ponto crucial da terapêutica e, para isso, não há esquemas, modelos ou planos pré-concebidos.

 

A 3ª LEI BIOLÓGICA – O SISTEMA ONTOGENÉTICO DE TUMORES E DOENÇAS EQUIVALENTES AO CÂNCER – o cérebro tem três camadas germinais: endodermo (interna), mesodermo (média) e ectodermo (externa). A maioria dos órgãos como o cólon emanam só de uma das camadas. Outros como bexiga, coração, fígado ou pâncreas são feitos de diferentes partes derivadas de mais de uma camada.

 

Teoria da metástase – a teoria standard da metástase sugere que as células cancerígenas de um tumor primário viajam pela corrente sanguínea ou sistema linfático a outras partes do corpo, onde produzem câncer. Teoricamente esta suposição implicaria risco de contrair câncer pela transfusão de sangue. Para a NMG os cânceres secundários ou terciários são resultado de um 2º ou 3º SDH e não de células cancerosas que migram. Ex.: um diagnóstico de câncer pode gerar um conflito de medo da morte, levando ao desenvolvimento de um câncer de pulmão.

 

Alguém com câncer que se sente desvalorizado por estar doente pode sofrer um conflito de autodesvalorização, tendo como resultado um câncer ósseo. Graças à NMG pode-se entender a razão estatística das mulheres com câncer de mama frequentemente desenvolverem linfoma (desvalorização menos intensa que a do câncer ósseo) próximo ao outro tumor.

 

Se resumirmos todos os conflitos que as pessoas podem viver, vamos encontrá-los englobados em duas matrizes: desamor e apego. Desvalorização é desamor ou falta de amor próprio. Quando leve, afeta gânglios linfáticos; quando moderada, músculos e, exagerada, afeta ossos.

 

Na Bíblia aprendemos que o corpo é o templo dom espírito, mas quem o sustenta? A coluna. Na dorsal manifesta-se o conflito de desvalorização pessoal; no ombro esquerdo, com mãe e filhos; no direito, com outros relacionamentos.

 

Endodermo – é a 1ª camada germinal do período embrionário e forma os 1ºs órgãos (alvéolos pulmonares, canal alimentar da boca ao reto, fígado, núcleos dos nervos acústicos, recobrimento interno da próstata, tireóide, tubos coletores dos rins, tubas uterinas e útero). Estes órgãos são controlados pela parte mais antiga do cérebro, o tronco cerebral, e respondem aos conflitos como respirar, comer e reproduzir-se.

 

O canal alimentar corresponde aos conflitos de “bocado”, pela inabilidade de obtê-lo ou incapacidade de tragá-lo, seja literal ou figurado. O ouvido médio está ligado a conflitos de escuta. “Não ouvir”[32] afeta o ouvido direito e “ouvir demais” afeta o esquerdo. Os tubos coletores dos rins se relacionam com um conflito profundo de abandono; os alvéolos pulmonares respondem a um de medo da morte; o fígado responde a um de morrer de fome (Ex.: acionado pelo vômito durante a quimioterapia); próstata e útero estão ligados a conflitos desagradáveis com o sexo oposto.

 

Mesodermo – é dividido em antigo (dirigido pelo cerebelo) e novo (dirigido pela medula cerebral). Em ambos as regras de lateralidade são aplicáveis.

 

Mesodermo cerebral antigo – derivam dele a pele profunda, a pleura (pele do peito), o peritônio (pele da cavidade estomacal) e o pericárdio (pele ao redor do coração).

 

Os conflitos biológicos do cerebelo se relacionam com os “conflitos de ataque” refletindo a função protetora da pele do cerebelo. Ex.: diagnóstico negativo e/ou cirurgia, dramas no lar etc. Todos os órgãos e tecidos derivados do mesodermo antigo controlados pelo cerebelo apresentam multiplicação celular em forma de tumor durante a fase ativa do conflito e criam potencialmente excesso de fluido na fase de cura, provocando efusão pleural, peritoneal e pericárdica.

 

Mesodermo cerebral novo – desenvolveram-se a partir dele artérias, baço, bexigas, cartilagens, córtex adrenal, miocárdio, musculatura do útero, músculo liso dos intestinos, músculos estriados, ossos, ovários, reto, sistema linfático completo, tecidos conectivo e dos rins, tendões, testículos e veias.

 

Os conflitos biológicos da medula cerebral têm a ver com conflitos de autodesvalorização e a localização exata se determina pelo tipo de conflito. Ex.: autodesvalorização intelectual afeta o crânio ou as cervicais. Ovários e testículos respondem a conflito profundo de perda; o baço se relaciona com conflito de lesão ou sangramento; os rins respondem a conflitos líquidos (ex.: afogamento); os músculos do coração ligam-se a conflitos de ser rebaixado e o córtex adrenal responde ao conflito de ter feito uma escolha errada.

 

Todos os órgãos e tecidos derivados do mesodermo novo controlados pela medula apresentam degradação celular na fase ativa do conflito. Atrofia muscular, câncer ósseo, osteoporose, necrose do baço, ovários, testículos ou tecido dos rins originam-se na medula. No processo de cura pode haver artrite, aumento de volume do órgão afetado, câncer de ovário ou testicular, crescimento do baço, dor, febre , infecção, inflamação, leucemia e osteosarcoma são sintomas da fase de cura.

 

Ectodermo – é a camada germinal mais jovem. Os órgãos daí derivados são: bexiga, brônquios, cervicais, condutos biliares do fígado, condutos faríngeos, condutos pancreáticos, curvatura menor do estômago, epiderme, esôfago superior, laringe, membrana mucosa da boca, faringe e nariz, parte mais distal do reto, pélvis renal, recobrimento dos condutos lactíferos, uretra e vesícula biliar, todos controlados pelo córtex cerebral. Eles podem apresentar alteração ou perda funcional, referidas como doenças equivalentes ao câncer: diabetes, hipoglicemia, limitação da audição e visão, paralisia sensorial e motora – como na esclerose múltipla.

 

No córtex cerebral estão os conflitos territoriais, sexuais, motores, de identidade, separação, medo, desgosto, repugnância e resistência.

 

Todos os órgãos e tecidos derivados do ectodermo controlados pelo córtex cerebral apresentam degradação celular em forma de ulceração na fase ativa do conflito. Na fase de cura a perda de tecido se recupera e há aumento de volume, bronquite, câncer bronquial, cervical ou de mama, dor, equisema, febre, gripe, hemorróidas, infecção, inflamação, linfoma No-Hodgkin e resfriado são sintomas da fase de cura.

 

Aqui, além da lateralidade, devem ser considerados o sexo e o estado hormonal. Os transtornos do estado de ânimo e doenças mentais também estão ligados ao cérebro e ao nível do órgão, como os problemas físicos. São causados por um choque de conflito experimentado num Ponto Morto Hormonal ou quando o hormônio sexual é suprimido artificialmente. As doenças mentais são causadas por um 2º SDH que impacta o hemisfério cerebral oposto, deixando o indivíduo numa constelação esquizofrênica. Encontram-se FH na origem das psicoses, nas esquizofrenias. Sempre há dois focos localizados nos dois hemisférios e correspondentes a dois conflitos.

 

A 4ª LEI BIOLÓGICA – O SISTEMA ONTOGENÉTICO DOS MICRÓBIOS – assinala o papel dos micróbios no contexto da evolução e em relação às três camadas germinais a partir das quais se originam os órgãos.

 

O propósito biológico dos milhões de micro-organismos que vivem em nosso corpo é manter todos os tecidos em bom estado. A NMG identifica fungos, bactérias e vírus como aliados leais que são indispensáveis à nossa sobrevivência.

 

A NMG descobriu que os micróbios se tornam ativos somente na fase de cura. Na fase de normotonia e na de conflito ativo eles ficam inativos e não causam nenhuma infecção. Os micróbios ativos são especializados e inofensivos para os outros órgãos.

 

Os fungos e as microbactérias são os micro-organismos mais antigos. Eles trabalham em órgãos e tecidos originários do endodermo desde o tronco cerebral e nos órgãos mesodérmicos do cérebro antigo, desde o cerebelo. As bactérias tuberculares começam a se multiplicar exatamente quando do choque do conflito e o fazem num ritmo paralelo ao crescimento do tumor.

 

As Bactérias habitam os órgãos e tecidos derivados do mesodermo cerebral novo desde a medula cerebral. Elas e os estafilococos preenchem os espaços ósseos causados pela degradação de células calosas e reconstroem o osso com a formação de tecido caloso de granulação. Na fase de cura elas também reconstroem a perda celular do tecido testicular e do ovário.

 

No que diz respeito aos vírus, são considerados hipotéticos, já que sua existência tem sido questionada. O processo de reconstrução do tecido do ectodermo controlado pelo córtex cerebral ocorre sem a presença de vírus.

 

O dilema em que se encontra a ciência médica é que, ao não reconhecer as duas fases de cada doença, só vê a 2ª fase porque, é só na fase de cura que os micróbios agem. Como sua atividade frequentemente é acompanhada de aumento de volume, dor, febre, inflamação e pus, os micróbios são considerados maléficos e vistos como causadores de doenças infecciosas. Mas é o contrário: nosso organismo os utiliza para otimizar o processo de cura.

 

A 5ª LEI BIOLÓGICA – A QUINTAESSÊNCIA – cada doença deve ser entendida como um programa biológico significativo da natureza criado para resolver um conflito biológico inesperado. Há um aspecto quase espiritual para estas simples verdades…

 

Todas as doenças têm um significado biológico especial. Antes considerávamos a Mãe Natureza falível e tínhamos a audácia de crer que ela errava e causava cânceres sem sentido; agora podemos ver, enquanto nossa magnificência despenca, que foram e são nossa ignorância e orgulho as únicas bobagens no nosso cosmo. Não podíamos entender uma totalidade tão bem tecida e então praticávamos essa medicina brutal, sem sentido e sem alma. Assombrados, agora podemos entender pela 1ª vez, que a natureza é organizada (já sabíamos disso), que cada coisa que acontece nela tem um significado em sua totalidade e que os eventos que chamamos de doenças não são alterações a serem reparadas por aprendizes de feiticeiros.

* * *

Hamer, o Galileu da Atualidade – Desde sua divulgação, a NMG vem sendo difamada pela indústria farmacêutica, pois o uso da rentável quimioterapia e radioterapia é dispensável, além do que os demais arsenais de medicamentos são colocados em xeque. Além disso, a nível orgânico, quanto à cura do câncer, é totalmente inútil recortar ou eliminar órgãos.

As descobertas de Hamer, em vez de serem acolhidas com entusiasmo, foram recebidas com a proibição de exercer a medicina, e foram feitos esforços incríveis para mantê-las no hermetismo. Com exceções: na França, na América[33] e na Espanha, este novo sistema já se aplica com êxito por um certo número de médicos.

Sem dúvida, o fato de que o fundamento e a precisão do enfoque  de Hamer tenham sido verificados e confirmados milhares de vezes e, sobretudo, que essa descoberta permita uma terapêutica eficaz, com cura em 97% dos casos, continua inexplicavel que, apesar da possibilidade de verificação nos mínimos detalhes, os responsáveis da medicina e da saúde até rechacem e ignorem todo o assunto.

Para compreender o paradoxo é preciso entender que o cenário médico, a justiça e a sociedade são movidos (sobretudo em seus cargos mais altos) pelo afán do lucro. Apartar-se dos grandes centros de exterminação de tumores e de pacientes conduziria a uma quebra, se não total, ao menos parcial, de ramos inteiros da indústria.

Hamer encontrou uma maneira de considerar o homem em sua existência biológica e psíquica, que permite compreender a natureza dos tumores e classificar, não só os malignos, mas também inúmeras e variadas afecções que até agora eram aceitas como uma fatalidade geralmente inexplicável e em cujo mistério se tentava entrar estabelecendo relações de causa e efeito com os supostos fatores de risco.

Como todo indivíduo que luta contra dogmas, Hamer foi vilipendiado, contra ele foi montado um grande dossiê de mais de 10 cm de grossura, repleto de ordens, informes de investigações e procedimentos. Ele sofreu diversos processos criminais, culminando com sua condenação e pena de reclusão por três anos, na França, em 2004. Foi preso em casa na e levado para uma prisão em Madri para ser extraditado para a França. Isso o colocou em risco de morte, pois sua saúde estava debilitada. Foi condenado ao silêncio e ao hermetismo total para evitar a difusão de suas descobertas na prática e no ensino médico.

Ele foi falsamente acusado de praticar por fora da medicina, embora ele tenha título de doutor. Várias pessoas, anonimamente, afirmaram que sua saúde piorou porque leram seu livro! Muitas universidades confirmaram suas teorias e suas Leis Biológicas foram validadas em mais de 30 mil casos estudados, mas isso foi ignorado.

Durante muito tempo Hamer, sem autorização para exercer a medicina e com uma descrição prudente, foi obrigado a defender-se contra as tentativas dos tribunais de interná-lo à força num manicômio, o que o implicou num procedimento penal. Na ocasião de sua tese quis publicar suas descobertas, ele apresentou seu trabalho à universidade alemã à qual pertencia. Sem testar ou provar suas hipóteses, pediram a ele que renunciasse às suas descobertas. Ele não podia renunciar ao que havia provado cientificamente sem nenhuma dúvida, e assim recusou-se a fazê-lo. Como resultado, retiraram sua licença para praticar a medicina e a essa situação permanece. Embora a Universidade de Tibingen tenha recebido a ordem de um Tribunal para testar e provar as teorias, não o fez.

Apesar dos molestamentos, indignidades e humilhação que sofreu, ele continuou com suas descobertas, pesquisas e trabalhos escritos. Desde a descoberta extraordinária da NMG em 1981, Dr. Hamer escreveu vários livros. Alguns foram traduzidos em várias línguas e o trabalho continua. Vários médicos praticam sua medicina veladamente na Europa, reconhecendo a excepcional capacidade de seu diagnóstico.

Desde 2007 ele atua livremente na Espanha, país que reconheceu a NMG como prática homeopática.

Cada vez que se produziu uma situação parecida no transcurso da história, a surpresa dos contemporâneos e as controvérsias suscitadas foram análogas e se produziram efeitos similares. Isto porque Hamer saltou muito acima da sombra de seu tempo. É um desafio à essência humana dos médicos atuais. O obstáculo que lhes cabe ultrapassar exige de sua parte um esforço intelectual e espiritual de uma só vez.

O não reconhecimento oficial pela medicina “convencional” é frustrante tanto para o Dr. Hamer quanto para o público. Nós só podemos esperar que o movimento para mudar o status quo venha das pessoas que começaram a entender como trabalham seus corpos e da persistência para que médicos e demais trabalhadores de saúde e instituições reconheçam a NMG.

Com Hamer a coerência foi posta em evidência e também a unidade dos planos psíquico-cerebral-orgânico e isso perturba e desengonça completamente o conjunto da medicina científica vigente até agora. Mas lhe valerá que comece, o quanto antes, a mostrar-se disposta a deixar-se mudar de rumo…


[1] Livros/fonte: “O xamanismo”, de Alix de Montal; “A Saúde Perfeita”, “A Cura Quântica” e “Conexão Saúde”, de Deepak Chopra

[2] http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_medicina

http://www.historiadamedicina.ubi.pt/cadernos_medicina/vol.XX.pdf

http://pt.wikipedia.org/wiki/Xamanismo

http://www1.uol.com.br/vyaestelar/medicina_dos_xamas.htm

http://www.terramistica.com.br/index.php?add=Artigos&file=article&sid=161

http://www.joacir.com/xamanismo-o-caminho-tibetano-da-cura-holistica

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http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=29535

http://www.saude.mg.gov.br/noticias_e_eventos/governo-de-minas-resgata-medicina-indigena/

http://pt.shvoong.com/medicine-and-health/comparative-medicine/1660179-medicina-tradicional-xamanismo/

http://www.xamanismo.com.br/aldeia/subaldeia1192137359it008

[3] pt.wikipedia.org/wiki/Ayurveda

www1.uol.com.br/vyaestelar/med_comp_ayurveda.htm

[4] http://saude.hsw.uol.com.br/medicina-chinesa.htm

http://portuguese.cri.cn/chinaabc/chapter13/chapter130602.htm

http://www.saude.rio.rj.gov.br/cgi/public/cgilua.exe/web/templates/htm/v2/printerview.htm?editionsectionid=22&infoid=2463

http://pt.wikipedia.org/wiki/Yin_Yang_

http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_dos_Cinco_Elementos

http://www1.uol.com.br/vyaestelar/fitoterapia_oriente.htm

http://otaodamedicinachinesa.blogspot.com/2007/08/o-que-fitoterapia.html#

http://www.taichichuan.com.br/empresa.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ventosaterapia

http://www.saudetotal.com/artigos/mtc/qienergia.asp

[5] Baseado em http://www1.uol.com.br/vyaestelar/fitoterapia_oriente.htm

[6] http://acasadomago.sites.uol.com.br/cigana/06index.htm

http://acasadomago.sites.uol.com.br/cigana/02H.htm

http://www.babyschmitt.com.br/planetaverdemedicinacigana.htm

http://lunacigana.blogspot.com/2007/12/medicina-natural.html

[7] http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_medicina#Medicina_eg.C3.ADpcia

http://al-hawi.medstudents.com.br/medarab.htm

http://www.jardimverde.pt/gca/?id=82

[8] http://www.islam.org.br/a_medicina.htm

www.ff.ul.pt/paginas/jpsdias/Farmacia-e-Historia/node47.html

http://es.wikipedia.org/wiki/Avicena

[9] Asclepio é o nome grego de Esculápio, deus da medicina entre os Gregos e os Romanos. Filho de Apolo com uma jovem terrestre, não só curava os doentes como ressucitava os mortos. O galo, símbolo da vigilância e a serpente, símbolo da prudência, lhe eram consagrados. O seu bordão é conhecido como o símbolo da medicina. Os santuários de Asclépio, assim como os dedicados a outros deuses e também a alguns heróis, se tornaram populares templos de cura em que os devotos buscavam auxílio divino para seus problemas de saúde. Apolo determinou que o centauro Quíron fosse tutor e seu professor na arte de curar. Quíron era o mais sábio dos centauros e um excelente cirurgião (daí o termo quirúrgico ou cirúrgico). Esculápio possuía duas filhas que o auxiliavam na arte de curar: Panacéia – versada em conhecimentos sobre todos os remédios da terra, capaz de curar qualquer doença humana (a palavra panacéia é utilizada hoje em dia para significar “o que cura tudo”) – e Hígia (ou Higéia) – responsável pelo bem-estar social, pela manutenção da saúde e prevenção das doenças, cuidava da higiene e da saúde pública (deriva dela o termo hígido = o que é sadio). Em vários momentos a Mitologia mistura-se com a História, restando a dúvida se Esculápio de fato existiu. Seu nome aparece na Ilíada como um médico famoso, bem sucedido ao tratar feridos na Guerra de Tróia. Os mais famosos templos de Esculápio ficavam em Epidauro, Cnidos, Cós, Atenas, Cirene e Pérgamo, sendo visitados ainda no século V d.C. Quando tratamentos feitos por médicos leigos falhavam, as pessoas procuravam auxílio nesses santuários. O tratamento era constituído de banhos e jejum. Poções eram empregadas para relaxar e adormecer os doentes. As curas deveriam acontecer durante o sono do paciente, que, ao acordar, deveria relatar seus sonhos. Antes da saída do templo, o doente fazia oferendas em dinheiro ou objetos de valor e deixava registro de sua cura numa placa a ser exposta na entrada do templo, para divulgar os sucessos alcançados. A serpente – até hoje emblema médico – era presença obrigatória nesses santuários, pois, ao mesmo tempo, significava uma divindade subterrânea e poder de renovação da vida, traduzido pela troca periódica da pele que nela se processa (o médico tem de estar em constante renovação de seu aprendizado – educação continuada).

 

[10] Mitrídatesrei que, segundo vários autores, foi o primeiro a fazer um estudo sobre antídotos. Foi o maior rei de seu tempo, atento investigador dos problemas da vida, superando os que nasceram antes dele. Por seus esforços solitários, ele elaborou um plano de beber veneno diariamente, depois de tomar remédios, para se acostumar a eles e para que se tornassem inócuos. Foi o 1º a descobrir vários antídotos, um dos quais é conhecido por seu nome. Ele também descobriu a mistura dos antídotos com o sangue dos patos de Pontos, pois eles se alimentam de substâncias venenosas.

[11] http://www.unimedaracati.com.br/Curiosidades/Imagem.htm

http://greciantiga.org/cie/cie02.asp

http://pt.shvoong.com/medicine-and-health/comparative-medicine/1653296-medicina-grega/

[12] http://www.ff.ul.pt/paginas/jpsdias/Farmacia-e-Historia/node24.html

http://www.ifi.unicamp.br/~ghtc/Contagio/cap04.html

http://www.ff.ul.pt/paginas/jpsdias/Farmacia-e-Historia/node24.html

[13] http://www1.uol.com.br/vyaestelar/medicina_tibetana.htm

http://portuguese.cri.cn/chinaabc/chapter13/chapter130602.htm

http://www.inforquali.com/casatibete/med_tibetana1.php

[14] http://portuguese.articlespublish.com/fitness/medicina-tradicional-japonesa.html

http://portuguese.cri.cn/chinaabc/chapter13/chapter130605.htm

http://www.itf-taekwondo.com.br/br/techgate/hanbang/theory.htm

[15] A pronúncia é oxítona, fala-se “campô”.

[16] http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_medicina#Medicina_eg.C3.ADpcia

http://www.iqv.com.br/content.php?recid=51

[17] http://www.homeopatiaonline.com/ver_texto.asp

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[18] Uma substância capaz de produzir determinada alteração (sintoma) em um indivíduo saudável, teria a capacidade de curar esta alteração, em uma condição de doença, quando dada em doses pequenas.

[19] O 1º só pode ser a Alopatia …

[20] http://www.imebi.com.br/Conceito_Med.Biomolecular.htm

http://www.medicinacomplementar.com.br/estrategia_biomolec.asp

http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias.php?noticiaid=3878&assunto=Ortomolecular/Biomolecular

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www.laleva.cc/pt

[21] Peto R, Doll R, Buckley JD, SpornMB – Can dietary beta caroteno materially reduce human cancer rates? Nature 1981; 290: 201-8

[22] Greenberg ER, SpornMB – Antioxidant vitamins, cancer, and cardiovascular disease. N Engl J Med 1996; 334: 1189-90.

[23] Kushi LH, Folsom AR, Prineas RJ et al – Dietary antioxidant vitamins and death from coronary heart disease in postmenopause women. N Engl J Med 1996; 334: 1156-62.

[24] www.medicinantroposofica.com.br

http://www.lappis.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=175&sid=1

http://www.lappis.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=175&sid=1 e

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www.clinicaamai/i/antroposofia.pdf

http://www.medicinaantroposofica.com.br/

http://sab.org.br/med-terap/art-kaliks.htm

http://www.medicinaantroposofica.com.br/02ita.html

[25] Compilação e tradução de vários textos. Os negritos são todos meus.

[26] http://germannewmedicine.ca/documents

http://www.inacreditavel.com.br/ciencia/nmg.htm

http://acontecedentro.blogspot.com/2006/10/blogagem-coletiva-cncer-de-mama.html

http://www.sinarj.com.br/Simp2007/TitoMacia.htm

http://germannewmedicine.ca/documents

http://www.puertadelmar.com.ar/mistico/salud/Los%20Focos%20de%20Hamer.htm

http://educate-yourself.org/cn/drhamerfacingjailinfrance08oct04.shtml

[27] Períodos em itálico são palavras do próprio Dr. Hamer.

[28] Férrea porque se cumpre em 100% dos casos e demais doenças diferentes do câncer

[29] Uma mancha com um ponto no meio, como um alvo.

[30] N.T.: aparato que, por meio de diversos métodos de exploração, como os raios X, o ultra-som ou a ressonância magnética, produz uma representação visual de segmentos do corpo.

[31] Hamer foi o 1º a usar scanner cerebral para provar uma lesão paralela exatamente na mancha correspondente ao distúrbio no órgão relativo ao episódio traumático.

[32] De novo: literalmente ou no sentido figurado.

[33] N. T.: particularmente no Canadá.

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Saúde/Matérias Assinadas http://chieffi.com.br/materias-assinadas-2/ http://chieffi.com.br/materias-assinadas-2/#comments Sun, 14 Apr 2013 22:00:41 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=2384 Read More »]]> Medicina Natural – Ana Chieffi                                                        Dicas para uma boa alimentação – Ana Chieffi (org.)

Chás Compostos – Ana Chieffi (org.)                                              Receitinhas – Ana Chieffi (org.)

Cura Natural – Ana Chieffi (org.)                                                    Remédios Naturais – Ana Chieffi (org.)

A máfia médica – Ana Chieffi (org.)                                               Churrasco&Saúde: nada a ver – Ana Chieffi (org.)

A Nova Medicina Germânica (NMG) de Hamer – Ana Chieffi (org.)

Aveloz ou Avelós (?) - Ana Chieffi (org.)                                      Cura da Água – Ana Chieffi

Produtos de Época/mês a mês – Ana Chieffi (org.)                  Urinoterapia – Ana Chieffi (org.)

Programa Ayurveda de boa digestão – Ana Chieffi (org.)     Dicas da Terapia Ortomolecular – Velhos Amigos

A dieta do tipo sanguíneo – Peter J. D’ Adamo                           A dieta do tipo O sanguíneo – Peter J. D’ Adamo

A dieta do tipo A sangüíneo – Peter J. D’ Adamo                       A dieta do tipo B sangüíneo – Peter J. D’ Adamo

A dieta do tipo AB sangüíneo – Peter J. D’ Adamo                    Causa primária de doenças – Lair Ribeiro

Boa Nutrição – Fernanda B. Michelazzo                                       Água, elemento vital – Calorias Inteligentes

Água Oxigenada – Bianca Madaschi                                               15 fatos sobre Vitamina D e Exposição Solar – Michael Holick/Mike Adams

Chá verde – Rose A. Blanco                                                               Enzimas e alimentos crus – Alimentação Viva

Abacate – Fabian Laszló                                                                   Bananas – Equipe Mais Vida

A cebola cura – Daniel Freitas                                                       Chuchu – Calorias Inteligentes

Mamão – Lúcia H. dos Santos                                                          Milho – Calorias Inteligentes

Morango – Calorias Inteligentes                                                   Nozes – Revista Viva Saúde

Quinua – Cida de Oliveira                                                                 Chocolate – Calorias Inteligentes

Magnésio – Márcio Bontempo                                                       Margarina X Manteiga – José Geraldo F. Gonçalves

O mal do adoçante – Mancy Marckle                                          Refrigerantes – Nutricionistas Compartilhados

Transgênicos – Greenpeace                                                             Alumínio – Sérgio Teixeira

Envelhecer sem ficar velho – Moyses Paciornik                    Dicas contra o envelhecimento – Vários

A culpa é dos hormônios – Lorena Verli                                    Memória – Alessandro Loiola

Mente na 3ª. Idade – Elisandra V. G. Sé

 

Mudando a mente – Ângela Keramidas                                         Neurociências – Joe Dispenza

Neuropeptídeos – Candace Pert                                                        Cronobiologia – Andrea Tancredo

DNA e emoções – Gregg Braden                                                        REIKI – Ricardo Monezi

STO LAT – Alessandro Loiola                                                           Terapia Regressiva – Heloísa Garbuglio

Ter, Ser, Estar – Sérgio Luiz Giannico                                            Psicoterapia e Neurociências – Júlio Peres

Argiloterapia – Armando Falconi Filho                                         Efeitos do Riso – Dr. Mário Carabajal

Higiene do Sono – Unifesp virtual                                                    Neuróbica – Somos Todos Um/STUM

Corpo e Mente – Contardo Calligaris                                              Cosmética Natural (guia) – Sally Chitwood

Cosmética Natural (receitas) – Sally Chitwood                          Cuidados com o sol – Dermatologia.net

Aquecimento e alongamento – Antonio Ferri Jr.                    Gordura e ansiedade – Conceição Trucom

Pressão arterial e exercícios – Antonio Ferri Jr.                      Os Rins – Olga Mendonça

Picadas de insetos – Planeta Natural                                              A terapia anticâncer do Dr. Simoncini – Luiz Woods

Anticancerígenos – Vários                                                                   Atitudes anti-câncer – Diogo Sponchiato

Cura do câncer em casa – Atom Inoue                                           BIOSAÚDE – Atom Inoue

Causas de doenças – Louise Hay                                                        Plantas que filtram – Julie B. Davis

Plantas antipoluentes – Magnus Instituto Domotherapia       Horários – Yvan Touitou

Pesquisa Placebo-Controlada – Johanes C. Huber e Equipe

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Dicas para uma a boa alimentação – Ana Chieffi[1] http://chieffi.com.br/dicas-para-uma-a-boa-alimentacao-ana-chieffi1/ http://chieffi.com.br/dicas-para-uma-a-boa-alimentacao-ana-chieffi1/#comments Fri, 12 Apr 2013 23:50:16 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=2407 Read More »]]> - Antes de comer, sempre agradecer.

- Comer a cada três horas mantém a taxa de açúcar no nível certo, afastando o risco de hipoglicemia reativa (quando a taxa cai, provocando perda de concentração e de capacidade de trabalho e aumentando a sensação de irritabilidade). A alimentação frequente evita ainda que se chegue à próxima refeição com muita fome e se coma mais que o necessário.

- De qualquer forma, não se deve comer sem fome e somente quando a refeição anterior tiver sido digerida. Se possível, comer nos mesmos horários todos os dias.

- Comer devagar: mastigar bem e descansar os talheres no prato enquanto mastiga, só pegando-os depois de engolir.

- Comer em ambiente calmo e em tranquilidade. Não trabalhar, ler ou assistir TV durante as refeições. Se irritado, adiar a refeição.

- Comer sentado e permanecer por 5 minutos após acabar a refeição.

- Comer vitaminas à vontade, porém um só carboidrato e uma só proteína por refeição.

- Chupar de uma a duas laranjas por dia, com o bagaço.

- Descansar 10 a 15 minutos após o almoço e caminhar 15 a 20 minutos após o jantar.

- Doces devem ser evitados mas, quando consumidos, sempre distantes do almoço e do jantar.

- Evitar álcool, cafeína, balas, chicletes, alimentos pesados, oleosos e refinados: açúcar e farinha, bem como arroz branco.

- Evitar bebidas e alimentos frios, conservas, congelados, requentados, passados.

- Evitar derivados de leite e carne, pois dificultam a digestão e obstruem os canais de energia.

- Frutas podem ser comidas de forma avulsa no meio da manhã ou da tarde ou como sobremesa do almoço. Sucos, somente fora do almoço e do jantar.

- Mascar sementes de erva doce após as duas maiores refeições ajuda a digerir.

- Melhores temperos para a digestão: canela, cravo, gengibre e pimenta de caiena.

- Não cozinhar com mel nem colocar mel em bebidas ou alimentos muito quentes.

- Não falar enquanto mastiga, porque a ingestão de ar provoca os gases (além de ser mal educado).

- Observar sempre variedade de cores dos alimentos nas refeições, sendo que nas duas maiores deve haver as 5: branco, preto, vermelho, amarelo (ou laranja) e verde.

- Preencher apenas de 1/3 a 3/4 da capacidade do estômago, não saindo da mesa com muito apetite nem abarrotado (excesso de comida produz impurezas e causa a maior parte das doenças).

- Preferir alimentos cozidos aos crus (a digestão é melhor).

- Prestar atenção no ato de comer, nos diferentes aromas, aparências, cores, sabores e texturas.

- Quando tomar álcool ou café, sempre comer algo.

- Tomar 1 cálice (licor) de vinho tinto por dia para combater a anemia e evitar doenças cardiovasculares.

- Tomar 500 mg de vitamina C, 200 ml de água de coco e 2 litros de água pura diariamente, além de comer gergelim, castanhas e frutas secas, como complemento.

- Tomar água morna em jejum e após o almoço e jantar. Após as refeições, pode ser Ban-Chá (chá verde).

- Sempre que possível observar o ditado chinês: tomar café da manhã como um príncipe, almoçar como um rei e jantar como um mendigo.

Dieta Purificadora - 10 dias: 

Ao levantar: suco de abacaxi com hortelã OU laranja lima OU lima da pérsia OU melancia.

8h:                  2 frutas de cores diferentes

                        2 ameixas pretas OU damascos OU figos secos OU tâmaras

                        2 amêndoas OU 1 castanha do Pará OU 2 nozes

10h:                água de coco

Almoço:        salada crua e legumes variados mais uma proteína

2 colheres de sopa de arroz OU batata OU massa

Lanche:        1 fruta OU iogurte

Jantar:           sopa de legumes OU salada.


[1] Baseado em informações do Ayurveda e da nutricionista Célia Mara Garcia.

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Chás Compostos – Ana Chieffi (org.)[1] http://chieffi.com.br/chas-compostos-ana-chieffi-org-1/ http://chieffi.com.br/chas-compostos-ana-chieffi-org-1/#comments Fri, 12 Apr 2013 23:45:40 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=2396 Read More »]]> ANEMIA – agrião e canela. 

ANTI-CANCERÍGENOalho, cebola e chá verde. 

ARTRITE etc. – alecrim, bardana, dente de leão, gengibre, limão, maçã.

CALMANTE – alecrim, alfazema, calêndula, camomila, canela, coentro, cravo, erva cidreira, erva doce, hortelã, limão, losna, maçã, maracujá, menta, sálvia, valeriana.

CICATRIZANTEcavalinha, espinheira santa.

CIRCULAÇÃO/CORAÇÃO – alecrim, alho, cebola, chá verde, erva doce, gengibre, limão.

DIARRÉIA – alfazema, gengibre, hortelã, limão. 

DIGESTIVO – alcachofra, alecrim, alfazema, alho, boldo, ban-chá, calêndula, camomila, canela, carqueja, cravo, dente de leão, erva cidreira, erva doce, espinheira santa, gengibre, hortelã,  limão, maçã, salsa, sálvia.

DOR DE BARRIGA – alfazema, boldo do Chile, calêndula, camomila, canela, erva cidreira, erva doce, gengibre, hortelã. 

DOR DE CABEÇA – alecrim, alfazema, camomila, erva cidreira, erva doce, gengibre, hortelã, limão, manjericão, valeriana.

DOR DE GARGANTA – alecrim, calêndula, gengibre, guaco, sálvia.

EMAGRECEDOR – alcachofra, bugre, carqueja, cavalinha, douradinha, erva doce, espinheira santa, ginseng, graviola, hortelã, juá, pau magro, sene, sete sangrias.

ENERGÉTICO – alcaçuz, alecrim, alfazema, camomila, canela, cravo, erva de São João, erva doce, eucalipto, gengibre, hortelã, maçã, menta, sálvia.

ENJÔO – alfazema, canela, cravo, erva doce, hortelã, gengibre, limão.

FEBRE – alho, camomila, cravo, erva cidreira, eucalipto, gengibre, hortelã, limão, maçã.

FÍGADO – dente de leão, coentro, erva doce, hortelã, losna, salsa.

GARGANTA – alecrim, alho, calêndula, gengibre, hortelã, limão, sálvia.

GASES – boldo do Chile, camomila, coentro, cravo, erva doce, espinheira santa, gengibre, hortelã, louro, salsa, sálvia.

GRIPE/RESFRIADO – alecrim, alfazema, alho, camomila, canela, carqueja, cebola, chá verde, erva cidreira, erva doce, eucalipto, gengibre, guaco, hortelã, limão.

INFECÇÕES – alfazema, alho, calêndula, camomila, cebola, cravo, limão, maçã.

INSÔNIAalecrim, alfazema, camomila, canela, cravo, erva cidreira, erva doce, hortelã, losna, maracujá, sálvia, valeriana.

MENOPAUSA – agoniada, alfafa, amora, artemísia, calêndula, camomila, erva cidreira, erva doce, losna, melissa.

OLHOS – calêndula, camomila, erva doce, limão, losna.

OVÁRIO E ÚTERO - açoita cavalo, agoniada, barba-timão, calêndula, caroba, erva de passas, jequitibá, papiparoba, sálvia.

PRESSÃO ALTA – alecrim, alfazema, alho, limão, salsa.

PRISÃO DE VENTRE – alcaçuz, alecrim, boldo, carqueja, cascara sagrada, cavalinha, erva doce, espinheira santa, louro, maçã, mate, menta, ruibarbo.

REJUVENECEDOR – erva doce e sálvia.

RINS – alcaçuz, alecrim, dente de leão, erva doce, limão, salsa.

QUEIMADURAS – chá de urtiga (compressa).

TOSSEalcaçuz, alecrim, alfazema, alho, canela, cebola, erva cidreira, erva doce, eucalipto, gengibre, guaco, hortelã, limão, maracujá, própolis, salsa, sálvia.


[1] Baseada em informações de farmácias fitoterápicas.

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Receitinhas – Ana Chieffi (org.) http://chieffi.com.br/receitinhas-ana-chieffi-org/ http://chieffi.com.br/receitinhas-ana-chieffi-org/#comments Fri, 12 Apr 2013 23:43:15 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=2411 Read More »]]> Água de Agrião – Em um copo de água na temperatura ambiente mergulhar folhas de agrião. Cobrir o copo e deixá-lo no quarto de dormir. De manhã, coar e bebê-la sem açúcar, contra carência de ferro e depuração do sangue.

Água de Aipo – Colocar 100gr de aipo em um litro de água e ferver lentamente por 20 minutos. Dar um banho muito quente nos pés ou mãos com frieiras, uma vez por dia.

Água de Aspargos – Ferver 50g de raízes de aspargo em um litro de água, deixando em repouso até esfriar. Tomar três cálices por dia, entre as refeições principais sem adoçar. Bom para o coração. Em regimes de emagrecimento e para pessoas nervosas e excitáveis bebe-se pela manhã em jejum e durante todo o dia.

 Água de Aveia – Ferver um punhado de palha de aveia triturada em um litro de água, coar e beber durante o dia, para ácido úrico.

Água de Cenoura – Ferver uma pitada de sementes de cenoura em um cálice de água e beber após as refeições, como digestivo. (As sementes precisam ser retiradas do pé, visto que as destinadas a plantio possuem agrotóxicos prejudiciais).

 Água de Cereja – Ferve-se 30gr de pedúnculos secos em um litro de água, filtrar e adoçar levemente, bebendo um cálice durante o dia, contra artrite e gota.

 Água de Cevada – Ferver 70g de cevada em um litro de água, por 20 minutos. Quando morno, filtrar o liquido, adoçar com uma colherinha de mel, misturando bem. Fazer gargarejos durante o dia, para combater infecções na garganta. Também é boa para o baço, cistite, cólicas, gases, náuseas, rins e tosse.

 Água de Maçã – Misturar uma maçã grande, descascada, sem sementes, e cabo e muito bem lavada, cortada em fatias bem finas, com 10g de folhas de erva cidreira (melissa, a de folhas não a de capim), suco de meio limão e um pedaço de canela. Acrescentar duas colheres de mel e meio litro de água fervente, deixando repousar por dez minutos. Passar o preparado por uma peneira, bebendo o líquido no final das refeições, contra febres, má digestão, prisão de ventre e inflamações intestinais. 

Balas de Guaco – gripe, rouquidão, infecção na garganta, tosse e bronquite.

1 xícara de água

2 xícaras de açúcar cristal orgânico

4 colheres (sopa) de melado de cana

1/2 xícara de folhas de guaco secas

1 colher (chá) de gengibre em pó (opcional)

Açúcar orgânico para enrolar

Ferva água, açúcar e guaco por quatro minutos. Coe e devolva à panela com o melado e o gengibre. Cozinhe até que, O pingar gotas na água fria, endureça. Forre uma assadeira com açúcar e faça concavidades espaçadas. Despeje aí o líquido e, após 20 minutos, agite para soltar as balas e cobri-las com açúcar.

 Banho de pé – 5 ml de pó de mostarda em uma tigela de água quente. Banhar os pés; é bom para a circulação.

 Cataplasma de Pão Integral – Tirar a casca do pão, cortar em cubinhos e cozinhar com água ou leite. Cura cortes.

Chá de Cevada – Ferver em um litro e meio de água por dez minutos três punhados de cevada lavada. Filtrar o liquido quando frio, adoçar com mel e beber em xícaras, para combater inflamações do intestino e colite.

 Chá de Chicória – Em uma xícara de água fervente colocar 5gr de raiz de chicória. Coar e beber durante o dia como diurético.

 Chá de Gengibre medicinal e não deve ser consumido todos os dias). Usar uma colher (sopa) de fatias de gengibre fresco para cada xícara de chá. Ferver primeiro a água e, fora do fogo, adicionar as fatias da raiz com casca. Deixar descansar 5 minutos, coar e tomar. Combate artrite, dor de cabeça, gripe, resfriado e é energético.

 Chá de Hortelã – Em 100g de água quente já adoçada, coloca-se 5g de folhas frescas ou secas de hortelã, filtrar e beber em seguida bem devagar, como digestivo, para excitação nervosa e insônia. O mentol, um dos principais componentes do hortelã, é considerado um poderoso desinfectante, sendo ideal para defumação de ambientes.

 Chá de Laranja – Verter uma xícara de água fervente em 2g de folhas de laranjeira, filtrar, adoçar com mel e beber para combater o nervoso.

 Chá de Limão – Ferver três limões fatiados em 600 ml de água até o líquido se reduzir à metade. Adicionar mel. Combate a gripe.

 Chá de Salsa – Deixar por dez minutos 30g de sementes de salsa (novamente não usar as destinadas a plantio, e sim as retiradas da planta) em 200g de água fervente, filtrar o líquido, bebendo metade em seguida; o restante três horas depois, contra distúrbios digestivos e prisão de ventre:

 Compressa com folha de Couve – Depois de eliminar a nervura mais grossa de uma folha de couve, lavá-la muito bem em água corrente e colocá-la em uma solução de ácido bórico deixando macerar por três horas. Aplicar a folha, estendida numa gaze, sobre a ferida limpa e enfaixar. Renovar à noite e pela manhã.

Concentrado de berinjela – Cortar uma berinjela grande em fatias finas (com casca) e colocar de molho em 1 litro de água – colocar na geladeira de um dia para o outro. No dia seguinte remova as rodelas de berinjela e acrescente o suco de 2 limões e beba este litro ao longo do dia. Cuidado, esta receita usada por mais de 15 dias causa emagrecimento acelerado, não ultrapasse 60 dias de uso contínuo.

 Inalação de Hamamélis – Diluir uma parte de hamamélis em 20 partes de água fervida e resfriada. Fazer inalação; bom para os olhos.

 Leite de Figo – Cortar em pedaços 20gr de figos secos, fervendo em 250gr de leite por uns quinze minutos. Depois de adoçar com uma colherada de mel, filtrar o leite e bebê-lo bem quente, contra bronquite, gripe, resfriado e tosse. Contra afecções na boca e garganta, fazer gargarejos e bochechos.

 Licor de Ameixa – Cozinhar em dois litros e meio de vinho branco, 20 ameixas frescas sem casca e sem caroço. Depois de quinze minutos apagar o fogo, adicionando não mais de 3 gramas de casca de canela e deixar macerar. Após três dias, filtrar o liquido, adicionar meio quilo de açúcar e colocar no fogo, deixando ferver por alguns minutos. Esperar esfriar totalmente e adicionar meio litro de álcool a 90 graus e colocar em uma ou duas garrafas. Tomar um cálice após as refeições, como digestivo.

 Licor de Cereja – Cozinha-se cerejas frescas ou secas (não em conserva) em tanto vinho quanto necessário para cobri-las. Bebe-se bem adoçado como reconstituinte do organismo.

 Máscara vegetal – Fazer uma mistura de argila, suco de cenoura, mel e confrei e aplicar uma camada desta pasta de aproximadamente 1 cm no rosto por uns 40 minutos.

Pão com alho – Para a circulação, consumir pão de centeio temperado com alho socado, salsa e gotas de azeite sendo que será este o primeiro alimento do dia, repetido por uma semana; descansar 15 dias e fazer novamente, assim sucessivamente.

 Pó Energético – Uma medida de: canela, gengibre, guaraná e marapuama. 1/4 de medida de cravo. Misturar tudo e tomar uma colher (chá) diluída em líquido quente pela manhã e outra logo após o almoço.

 Rotina do Gengibre (digestivo). Misturar 4 colheres (sopa) de gengibre em pó, açúcar mascavo e Ghee (manteiga clarificada).

Tomar antes do café da manhã, sendo:

1º e 10o dias:   1/2 colher (chá)

2o, 3o, 8o e 9o dias:     1 colher (chá)

4o ao 7o dias: 2 colheres (chá)

 Suco de cenoura – para rouquidão, cozinhar 100 g de cenoura, esmagando e misturando com a água do cozimento, adoçar com mel e beber bem quente.

 Suco de Couve – 200gr dos bordos e dos talos da couve espremidos. O líquido deverá ser ingerido em jejum, todos os dias, em pequenos goles, para combater úlceras internas no estômago ou duodeno.

 Suco desintoxicante verde equilibrante: passar pela centrífuga 2 limões descascados, porém deixando aquela entrecasca branca, 1 maçã, 1 inhame cru e 1 xícara de folhas e talos de hortelã. Diluir com um pouco de água e servir imediatamente. Tomar em jejum e quando sentir que a ansiedade está chegando.

 Suco de Laranja – Colocar uma laranja madura, cortada , com a casca e em pedaços, em 30gr de água fervente adoçada com duas colheradas de açúcar. Depois de totalmente frio, coar o liquido e beber contra febre.

 Suco de Limão – Espremer o suco de três limões em meio cálice de água e beber em jejum pela manhã pelo menos por 10 dias para combater ácido úrico, gota, arteriosclerose e hipertensão. Interromper o tratamento por sete dias e depois repeti-lo por mais dez dias e assim por diante.

 Suspiro de Limão – Misturar o suco de um limão com uma clara de ovo, bater com um garfo por dez minutos e tomar uma colher da mistura de meia em meia hora, contra os resfriados.

 Tintura de Alho – Mergulhar sete dentes de alho em cognac e deixar descansar por 15 dias. Tomar uma colher (chá) três vezes ao dia, contra tosse.

 Tintura de Canela – Colocar 50gr de casca de canela em um quarto de litro de álcool a 60 graus. Depois de 24 horas filtrar o líquido e coá-lo em uma garrafa, consumindo-o em colheres antes das refeições. Bom para combater fraqueza do estômago.

 Tônico ayurveda

10 amêndoas

1 copo de leite

1 colher (sopa) de mel

Cardamomo e pimenta do reino a gosto.

 Tônico de Aipo – Mergulhar duas colheres (sopa) de sementes de aipo moídas em 600 ml de cognac. Tomar uma colher diluída em duas de água, três vezes ao dia. Bom para os rins.

 Tônico de Aveia – Ferver uma colher (sopa) de aveia em 300 ml de água e coar. Tomar tr6es vezes ao dia para boa digestão e contra depressão, nervoso, estresse, tensão.

 Unguento de Alface – Fazer uma cataplasma fervendo algumas folhas de alface em pouca água por cinco minutos. Deixar amornar, untar as folhas com azeite de oliva, estender sobre uma gaze e aplicar na região atingida com contusões, inchaços, irritações e rubores da pele.

 Unguento de Camomila – Usa-se as flores secas que são cozidas em banho-maria no óleo; após duas horas de cozimento, côa-se, e depois de frio massageia-se com esse óleo as regiões doloridas (dores reumáticas)

 Vinho de Maçãs – Colocar uma colher (sopa) de açúcar e um pedaço de casca de limão em um cálice e meio de vinho, nele cozinhando uma maçã mondada e descascada. Passar tudo pela peneira e beber esse vinho logo após as refeições, contra distúrbios digestivos e prisão de ventre.

Xarope de Abacaxi – Duas colheres de suco de abacaxi diluídas em uma xícara de chá água quente e uma colher de sopa mel. Bom contra tosse.

Xarope de Agrião – Bater as folhas no liquidificador e adoçar com mel, para combater bronquite, tosse, tuberculose pulmonar e toda sorte de enfermidades catarrais.

Xarope de Alho – Colocar sete dentes de alho picado numa jarra e cobrir com oito colheres (sopa) de mel. Deixar descansar por uma semana e coar. Tomar quatro colheres (chá) por dia, contra bronquite, infecções e problemas nos rins.

Xarope de Cenoura – Cozinhar 100 g de cenoura, esmagando e misturando com a água do cozimento, adoçar com mel e beber bem quente, contra rouquidão.

Xarope de Guaco (para tosse)

um bom maço de guaco

um litro d´água

um dente de alho

1/2 cebola

um punhado de canela em pau.

um pedaço de gengibre

um limão.

Cortar alho, cebola, gengibre e limão.

Ferver tudo por 5 minutos.

Acrescentar 1 kg de açúcar mascavo e deixar apurar bem.

Deixar esfriar, coar e colocar em vidros.

Tomar 3 vezes ao dia.

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Cura Natural – Ana Chieffi[1] http://chieffi.com.br/cura-natural-ana-chieffi1/ http://chieffi.com.br/cura-natural-ana-chieffi1/#comments Fri, 12 Apr 2013 23:40:19 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=2400 Read More »]]> Cura Natural – Ana Chieffi[1]

Ácido úrico/Gota – abacate, abutua, agrião, aipo, água de batata, alcachofra, alecrim, aveia (chá da palha), boldo, cereja (chá dos pedúnculos), couve (suco), dente-de-leão (infusão das folhas), limão, maçã, melão, morango, pepino (suco), salsa, salsão, urtiga.

Acne – calêndula/malmequer (chá ou compressa), cebola (cataplasma), grapefruit (suco)limão.

Afrodisíaco/problemas sexuais – raiz de aipo e de alcaçuz, limão.

Afta – banana, calêndula/malmequer (bochecho ou infusão), iogurte (bochecho), limão (sumo), manjericão, urtiga, vinagre de sidra. Homeopatia: Pulsatilla.

Alcoolismo – limão.

Alergias – ginseng (), maravilha, mel, picão, sidra com água quente, urtiga (chá); Homeopatia: Apis.

Alzheimer – canela, cereja, damasco, goji berry, manga

Anemia – abutua, agrião (água), alcachofra, alho, amora, aspargo, banana, beterraba, canela, casca d’Anta, cavalinha, dente de leão, inhame, jurubeba, lentilha, melado de cana, pariparoba, repolho, quinua, uva preta.

Arranhões/cortes – abacate ou calêndula/malmequer (creme, loção ou pomada), hamamelis, laranja, limão, mel, pão integral ou repolho (creme, loção ou pomada).

Arteriosclerose – abacaxi, aveia, cereja, chá verde, cogumelo do Sol, geleia real, gengibre, ipê roxo, limão.

Artrite/artrose – abacaxi, abutua, alecrim, amora (chá dos pedúnculos), azaleia (uso externo),bardana e gengibre (chá), algas calcares, beta caroteno, canela com mel, carobinha, cenoura, cereja, chá verde, dente-de-leão e urtiga (infusão), frutas secas, gengibre (chá e compressa), gergelim, grapefruit com vinagre, inhame, João da Costa, lecitina de soja, limão, maçã, mandioca, manganês, manjerona, mel, melancia, melão, mel com própolis, morango, mostarda (massagem com óleo), pão integral, pêssego, pepino (suco), sabugueiro, salsão, tangerina, urtiga, vinagre quente com mel, vinagre de sidra (banho), sulfato de condroitina (crustáceos) e de glucosamina (vaca), semente de uva (extrato), vitamina A.

Asma – alcaçuz (xarope), alfazema (óleo), alho, camomila, erva de Santa Maria, eucalipto, gengibre, guaco, hortelã, maracujá, oxicoco (1), eucalipto ou pinho no banho ou vaporizador, picão, sabugueiro, sálvia, vinagre quente com mel; Floral: Rescue.

Assadura – alfazema (creme, loção ou pomada), bicarbonato de sódio com água, sabugueiro (creme, loção ou pomada).

AVC – abacate, figo, pera, toranja, arroz; alcachofra e chá verde (preventivos).

Azia – maçã, melancia, pariparoba.

Baço – água de cevada, aspargo, erva doce, jenipapo, jurubeba.

Bactérias – hidraste, limão, mel.

Bexiga/cistite – abutua, alho, camomila, caqui, água de cevada, dente-de-leão (chá), erva de Santa Maria, geleia real, iogurte (bochecho), melancia, melão, oxicoco (suco), quiabo, urtiga (chá), bicarbonato de sódio (2) a cada hora, por três horas.

Boca – abacate, calêndula/malmequer (bochecho ou gargarejo), camomila (gargarejo com infusão), hidraste, laranja, limão (sumo), maçã, pimentão, repolho branco (suco), sálvia (gargarejo), urtiga.

Bronquite – agrião com mel, alecrim, alfazema, assapeixe, capuchinha, cebola, erva cidreira, erva de Santa Maria, figo (seco com leite), gengibre, guaco, língua de vaca, maracujá, nabo, picão, salsa, sálvia, samambaia,

Cabelos – abacate (caroço), alecrim, babosa, camomila, canela com mel, capuchinha, chá verde, gelatina, geleia real, limão, maracujá, mel, oliveira, ovos, pepino, pimentão, sálvia, urtiga, zanga tempo.

Cabelos opacos – alecrim e urtiga (infusão), camomila (chá), limão (óleo), vinagre.

Cabelos secos – azeite de oliva, urtiga (infusão).

Cãibras – acerola, banana, camomila (imersão), cevada, laranja, manga, milho, pêssego, valeriana (infusão), vinagre.

Calafrios - Homeopatia: Arsenicum.

Calvície – linhaça (sementes).

Câncer – alcachofra, alho, amora, arroz, batata, batata doce, beterraba, brócolis, castanhas, cebola, cenoura, cereja (próstata)chá branco, vermelho e verde, chocolate amargo, cogumelo do Sol, couve, couve-flor, damasco, feijão, figo, geleia real, goji berry, goiaba, graviola, laranja, lima, linhaça (sementes), manga, melão, morango, mirtilo (baga), nabo, nozes, pera, repolho, soja, quinua, tomate, toranja, trigo integral, uva, vinagre.

Câncer colorretal, gástrico e intestinal – açafrão, arroz integral, iogurte, leite fermentado, trigo.

Cansaço/desânimo/fraqueza – abacate, açaí, alcaçuz com ginseng, alecrim, alfazema, aveia cozida, camomila ou hortelã (banho), canela, casca d’Anta, cavalinha, cravo, chá verde, dente de leão, erva doce, erva de São João, eucalipto, gengibre (chá), gerânio, ginseng, goji berry, grumixama, guaraná, hortelã, limão, jabuticaba, limão, maçã, mel, melancia, menta, murta, noz moscada, azeite de oliva, oliveira, pariparoba, repolho, sálvia, uva.

Cãs – sálvia (infusão para restaurar a cor).

Caspa – azeite de oliva (friccionar), tomate, vinagre de alecrim (30 ml de na água do enxágue).

Células – geleia real.

Celulite – alecrim (massagem com óleo).

Cérebro – acelga, blueberries, café, geleia real, guaraná, limão, linho, maçã, nozes.

Circulação – abacate, alecrim (chá ou óleo no banho), alho assado, amêndoa, amora, banho de pé, canela com mel, carefólio, castanha da Índia, cebola, cevada, chá branco, verde e vermelho, chicória e couve (suco), chocolate amargo, erva doce, figo da Índia, geleia real, gengibre (óleo no banho), graviola, inhame, iogurte, laranjeira, limão (óleo), morango, mostarda (escalda-pés com o pó), oxicoco, pão de centeio, pera, porangaba, vinagre.

Colesterol/Triglicérides/Triglicérides – abacate, açaí, alcachofra, alho, ameixa, amora, arroz integral (farelo), aveia ou cevada, azeitonas, canela, castanhas, cebola, chás branco, vermelho e verde, berinjela, figo, cogumelos, ervilha, feijão, gengibre, goji berry, grapefruit, hortelã, iogurte, laranja, limão, maçã, maracujá, mel, melão, nozes, azeite de oliva, picão, romã, sálvia, soja, toranja, vinagre; Colestina (se > 240).

Contusões/hematomas – alfazema (óleo), arnica (a cada 3h e aplicação local), calêndula, cebola (amassada crua ou cataplasma ou assada), cogumelo do Sol, gengibre, hamamelis (creme, loção ou pomada), mel, mostarda (cataplasma), pimenta-do-reino (óleo), repolho (folhas amassadas), vinagre (compressa).

Convalescença – abacate, cevada, azeite de oliva, canela, cebola, chás branco, vermelho e verde, linho, sálvia (massagem com óleo).

Coração – açaí, alcachofra, alecrim, alface, alfazema, alho, ameixa, amora, arroz, arruda, aspargo, aveia, banana, beterraba, brócolis, café com mel, castanhas, cebola, cenoura, cereja, chá verde, água de coco, chocolate amargo, couve, couve-flor, erva doce, geleia real, gengibre, goiaba, goji berry, laranja, lima, limão, maçã, maracujá, mel, milho, mirtilo (baga), morango, nabo, nozes, azeite de oliva, parreira, pimenta, quinua, repolho, rosa (aromaterapia), salsão, soja, tomate, toranja, uva.

Dentes – abacate, cogumelo, goiaba, laticínios, morango, nozes.

Depressão/estresse – alecrim, aveia (tônico), banana, camomila, capim limão, chá vermelho, erva de S. João, erva doce, gengibre, gerânio (óleo), graviola, grumixama, jabuticaba, laranjeira, limão, goji berry, grapefruit (massagem com óleo), graviola, limão, maçã, morango, azeite de oliva, oliveira, rosa (aromaterapia), salsão, sálviauva.

Diabetes - abacate, agrião, alcachofra, amora, arroz, aveia, canela, carqueja, chá verde, cogumelo do Sol, erva de Santa Maria, espinafre, feijão, gengibre, grapefuit, graviola, iogurte, leite fermentado, linho, mamão, mirtilo (baga), pêssego, poejo, quiabo, sabugueiro, unha de vaca, urtiga (chá da raiz).

Diarreia – abacate (olhas e caroço tostado e moído), abacaxi, alfazema (massagem com óleo), azedinha, água de coco, bálsamo, banana S. Tomé, barba-de-bode, boldo, canela, casca d’Anta, castanhas, cereja, cevada cozidagengibre, goiaba, hidraste em pó, hortelã, iogurte com maçã, laranja, limão, limoeiro e sabugueiro (flores), losna (fervida com vinho), maçã, maracujá, olmo vermelho em pó, tanchagem, urtiga, uva ursi; Homeopatia: Arsenicum.

Difteria – abacaxi.

Dispepsia – melancia.

Distensões – cebola amassada crua, compressa de hamamelis.

Dor abdominal – alfazema, artemísia, arruda, boldo do Chile, calêndula (infusão), camomila, canela, água de cevada, couve, dill, erva doce, erva cidreira, espinheira santa, gengibre, hortelã com leite, João da Costa, manjericão, sabugueiro, sálvia, segurelha.

Dor de cabeça – abacate (compressa com folhas), abutua, acerola, alecrim, alfazema (óleo nas narinas ou no banho), arnica, banana, batata cortada na testa, bicarbonato de sódio (3) a cada 15 minutos, calêndula (emplastro), camomila (chá), cevada, gengibre (chá ou escalda pés), erva cidreira, erva doce, mostarda (banho/pé), girassol, grapefruit (massagem com óleo), guaraná, hortelã, laranja, limão, manga, manjericão, maracujá, matricária e valeriana (infusão de folhas frescas), melissa no banho, milho, orégano, pêssego, repolho (compressa quente), tomilho, valeriana, vinagre; Homeopatia: Belladona, Bryonia, Coffea, Gelsemium, Nux Vomica, Pulsatilla.

Dor de dente – camomila (chá), cravo (óleo na gengiva), gengibre fresco (mastigar), mel.

Dor de ouvido – alho (infusão oleosa), calêndula/malmequer (bochecho ou gargarejo), cebola (cataplasma), vinagre.

Dor muscular – alfazema (flores no banho ou compressa), abacate (massagem com o óleo), camomila, capim limão, erva cidreira, gengibre, hortelã ou mostarda, mastruço (massagem do caroço com álcool), vinagre.

Dor nas juntas – camomila.

Dor no ciático – mostarda (cataplasma com óleo), sabugueiro (vinho do fruto), salsão (suco).

Dores (várias) – figo, mamão, maracujá.

Eczema – abacate com azeite de oliva, alfazema (massagem), aveia (banho ou compressa com a farinh), bardana, calêndula/malmequer (infusão ou creme, loção ou pomada), camomila, gerânio, sálvia ou Melissa, hamamelis (banho com infusão) morrião-dos-passarinhos (cataplasma), azeite de oliva (friccionar), pepino (suco), trevo vermelho, vinagre de sidra.

Enjôo – alfazema, canela e flor-de-noiva (infusão), água de cevada e de coco, cravo, erva doce, hortelã ou gengibre (chá), limão (massagem com óleo); Homeopatia: Ipecacuanha, Nux Vomica.

Envelhecimento – alcachofra, alfafa, ameixa, amora, blue berry com iogurte, brócolis, canela com mel, cereja, chás branco, vermelho e verde, chlorella, couve, damasco, erva doce, gelatina, geleia real, gema de ovo, gengibre, gergelim, germe de trigo, goji berry, guaraná, mel, oliveira, nozes, sálvia (chá), vinagre.

Equilíbrio hormonal – aveia.

Erisipela – banana.

Escoriações – abacate (creme, loção ou pomada).

Estômago/digestão/gastrite – abacate, abacaxi, abutua, açaí, acelga, agrião, alcachofra, alcaçuz, alecrim ou massagem com seu óleo, alface, alfazema, alho (infusão de óleo no peito ou xarope), ameixa, artemísia, aspargo, aveia (tônico), banana, batata, bicarbonato de sódio (2), boldo do Chile, brócolis, café, calêndula, cambucá, camomila (chá), canela, capim limão, carefólio, carqueja, casca d’Anta, cebola, cebolinha, cenoura, cevada, chás branco, vermelho e verde, coalhada, água de coco, coentro, couve, cravo, dente de leão, erva cidreira, erva doce, espinafre, espinheira santa, estragão, eucalipto, geleia real, gengibre, gerânio, goiaba, grapefruit (suco), graviola, hidraste, hortelã (massagem com óleo), jenipapo, jurubeba, laranja, limão, linho, losna, maçã, mamão, manga, mangaba, manjericão, mastruço, marmelo, mel, melancia, mil folhas (óleo), milho, morango, azeite de oliva, olmo vermelho (infusão), orégano, pariparoba, pepino, pera, pêssego, picão, pimenta, pimentão, quiabo, rabanete, salsa (chá das sementes), salsão (sementes), sálvia, segurelha, serralha, tomilho, vinagre quente com mel e água quente; Homeopatia: Ipecacuanha.

Febre – abacaxi, abutua, alho, banana, camomila, água de coco, cravo (chá), capim limão, erva cidreira, eucalipto, gengibre no banho, girassol, graviola, hortelã, laranja, limão, maçã, morango, pitanga.

Febre do feno – alho, urtiga.

Feridas vaginais – mel (cataplasma).

Feridas (outras) – abacaxi, figo, limão, mamão, maracujá.

Fígado – abacate, abacaxi, abutua, açafrão, agrião, alecrim, aspargo, bálsamo, boldo, caqui, carqueja, carefólio, castanhas, cenoura, cereja, chá vermelho, coentro (chá), dente de leão, erva doce, geleia real, goji berrygrapefruit (óleo), hortelã, jenipapo, jurubeba, limão, losna, melancia, morango, pariparoba, pepino, poejo, quinua, urtiga, sabugueiro (com mel em jejum), salsa, salsão cru, serralha, urtiga, uva.

Frieiras - cebola amassada crua (se não abertas), gengibre (óleo no banho de pé), salsão com água quente, urtiga (chá).

Fungos – abacate, alho fresco (suco), calêndula/malmequer (creme, loção ou pomada)cebola, iogurte, limão (óleo), vinagre de sidra.

Furúnculos – alfazema (compressa), alho, calêndula/malmequer (chá ou compressa), camomila, cebola (cataplasma), figo aquecido, inhame no local, limão, mel ou folhas de repolho quente, pão integral quente ou chá tomilho ou trevo vermelho no local, homeopatia: Hepar Sulph.

Garganta – abacaxi, alecrim (gargarejo), alecrim, alho, amora, azedinha, calêndula/malmequer (bochecho ou gargarejo), camomila, cevada, figo, gengibre, guaco, guiné, hortelã, limão, maçã, mel, água de mel (gargarejo), morango, picão, repolho branco (suco), sabugueiro, salsão, sálvia (gargarejo), vinagre de sidra.

Gases – abacate, água de cevada, alho, bicarbonato de sódio (2), boldo, camomila, capim limão, casca d’Anta, cevada, coalhada, coentro, cravo (chá), endro, erva doce ou hortelã, erva cidreira, espinheira santa, gengibre, guaraná, iogurte, leite fermentado, louro, manjericão, missô, salsa (chá das sementes), sálvia, uva ursi.

Glândula pituitária – salsão.

Glândulas supra-renais – alcaçuz.

Glândula tireóide – salsão.

Glaucoma – geleia real.

Gota – batata, salsão.

Gripe/resfriado – água (de cevada ou não) quente com limão e mel, alecrim, alfazema, alho (tintura e xarope), assapeixe, azedinha, banana, camomila, canela (chá), carqueja, cebola (suco com mel), cebolinha, chás branco e verde, echinacea, erva cidreira, erva doce (xarope), erva de Santa Maria, eucalipto (inalação com óleo), figo (seco com leite), frutas cítricas, geleia real, gengibre (chá e/ou no banho), goiaba, grapefruit ou limão no vaporizador, guaco (xarope), hortelã, laranjalima, limão (3), limão ou sabugueiro (chá), manga, manjerona, mel, melancia, óleo de mil folhas, morango, mostarda (banho de pé ou cataplasma no peito), nabo, própolis, sabugueiro, tomate, tomilho, vinagre quente com mel; Homeopatia: Infludo.

Gula – salsão (suco).

Hálito – limão.

Hemorragia – carobinha, cavalinha, espinafre, gengibre, gerânio, goiaba, hamamelis, jurubeba, laranja, limão, mamão, maracujá, maravilha, melão, mil folhas (óleo), morango, pão integral, poejo, sabugueiro, tanchagem, urtiga. Se uterina: homeopatia; nasal: cheirar cebola.

Hemorróidas – aveia, couve, hamamelis ou sabugueiro (creme, loção ou pomada), feijão, geleia real, inhame, limão, morango.

Herpes – canela, limão (sumo), maçã.

Hipertensão – abacate, alcachofra, alecrim, alfazema (óleo nos lençóis), alho, amora, banana, beterraba, brócolis, canela, castanhas, cavalinha, chá verde, chuchu, cogumelo, couve, damasco, figo, graviola, limão, melão, pera, pimenta, salsa, salsão cru, samambaia, urtiga.

Hipotensão – alcaçuz, alecrim, bicarbonato de sódio, carefólio, cogumelo do Sol.

Hipotiroidismo – abacaxi, algas, cenoura, pera.

Icterícia – abacaxi, água de coco.

Inapetência – agrião, almeirão, aveia, bálsamo, banana, boldo, cebolinha, chuchu, dill, fruta do conde, fruta do conde, grumixama, hortelã (chá), jabuticaba, laranja, limão, manjerona, morango, salsa, segurelha.

Inchaços – abacaxi, cravo, figo, hamamelis, mamão, maracujá, repolho (folhas amassadas), vinagre (compressa).

Inchaço de glândulas – salsão ralado (cataplasma).

Incontinência urinária – losna (chá).

Infecções – abacaxi, alfazema, alho (xarope), calêndula/malmequer, camomila, canela, cebola crua, chicória, cravo, echinacea, figo, ginseng (chá), gengibre, goiaba, hidraste, iogurte, ipê roxo, limão (ou óleo), mel e água quente, maçã, maracujá, morango, mostarda (cataplasma), salsão, vinagre quente com mel.

Infecção gástrica – cebola crua ou cozida, eucalipto, goiaba.

Infecção urinária – alfazema, echinacea, limão, vinagre quente com mel.

Inflamações – abacate, abacaxi, açafrão, alcaçuz, alfazema (compressa), alho (infusão oleosa no peito), amora (chá), banana, bicarbonato de sódio com água, camomila (chá), castanha da Índia, cereja, cevada, chás branco e verde, cinerária, cravo, dente-de-leão, erva de Santa Maria, figo, gengibre, hamamelis, ipê roxo, linhaça (sementes), maçã, mamão, maracujá, nozes, pão integral, pariparoba, pepino, sabugueiro (infusão), salsão, sálvia, unha de gato, uva ursi, vinagre.

Inseticida – cravo e essência de laranja em sachês.

Insônia - alface, alfazema (óleo nos lençóis ou vaporizador), aveia, barragem, brócolis, camomila (compressa), canela, capim limão, couve, cravo, erva cidreira, erva doce, escutelária, hortelã, flor de lima, goji berry, losna, maracujá, melão, melatonina (0,5 mg antes de dormir), melissa, nabo, passiflora, pera, quiabo, salsão, sálvia (chá), valeriana, verbena; Floral: Clematis, Rescue, Verbena, White Chestnut. : Coffea, Kali Phos, Lycopodium.

Intestinos – açaí, alcaçuz, alface, alfazema, alho, ameixa, aveia, banana, brócolis, cebola, cevada (chá com mel), chá verde, água de coco, coalhada, couve, erva de Santa Maria, erva doce, espinafre, gengibre, graviola, guaraná, hidraste, hortelã, iogurte, laranja, leite fermentado, limão, losna, maçã, mastruço, melão, missô, nabo, noz moscada, pariparoba, parreira, pera, pimentão, quiabo, repolho, romã (raízes), sene, uva.

Intoxicação – alcaçuz, gengibre, hortelã, limão, maçã.

Lábios feridos – pomada ou óleo calêndula/malmequer.

Lêndeas – uma gota de óleo eucalipto no xampu.

Mãos feridas – calêndula/malmequer (creme, loção, pomada ou óleo).

Mastite – mistura de calêndula/malmequer, caruru-de-cacho e dente-de-leão, repolho (folha amassada).

Mau hálito - limão.

Memória – ameixa, baga de mirtilo, banana, canela, catuaba, chá verde, geleia real, gema de ovo, gengibre, gingko (120 a 240 ml/dia), guaraná, lecitina de soja, linho, manga, morango, quinua.

Menopausa – agoniada, alfafa, amora, artemísia, calêndula, camomila, erva cidreira, erva doce, graviola, inhame, laranjeira, losna, maracujá, melissa, nozes, quinua, sálvia (chá), soja.

Menstruação (excesso) – canela, cenoura (suco), framboesa (infusão das folhas), água quente com suco de limão.

Menstruação (falta) – abutua, alecrim, artemísia, calêndula, erva cidreira e doce, laranja, losna, óleo de mil folhas, orégano

Mordidas de animais – erva cidreira.

Musculatura – café, geleia real.

Nefrite – laranja, melão.

Nervoso/Tensão – acelga, alcachofra, alecrim, alface, alfazema, amora, araçá, aspargo, aveia (tônico), banana, café, calêndula, camomila (chá), canela, catuaba, cebola, cenoura, chá vermelho, cipestre, água de coco, coentro, cravo, erva cidreira, erva doce, ervilha, espinafre, girassol, goiaba, grapefruit, graviola, hortelã, laranjeira, limão, losna, maçã, manjericão, maracujá, mel com leite, melancia, melão, menta, morango, mil folhas (óleo), milho, morango, nozes, azeite de oliva, orégano, rabanete, rosa (aromaterapia), salsão, sálvia (chá), valeriana, uva.

Neurite – urtiga.

Nevralgias – laranja, compressa quente de repolho.

Obesidade – abacateiro, alcachofra, amora, aspargo, banana, berinjela, beterraba, brócolis, bugre, canela, carqueja, castanhas, cavalinha, cenoura, chás branco, vermelho e verde, couve, douradinha, erva doce, espinheira santa, figo, geleia real, gengibre, ginseng, goji berrygrapefruit, graviola, hortelã, juá, linhaça (sementes), maracujá, melancia, melão, oliveira, pau magro, pera, pimenta, porangaba, quitosana, repolho, sene, sete sangrias, toranja, vinagre.

Olhos – abacate, batata doce, folhas de beterraba, brócolis, calêndula/malmequer, camomila (lavar com infusão), cavalinha, cenoura, chicória, cinerária, água de coco, erva doce, damasco, espinafre, gelo em plástico, gema de ovo, goiaba, goji berry, hamamelis (inalação), limão, losna (colírio), manga, água de mel, melão, pão integral gelado, pepino, sabugueiro (compressa), tomate, urtiga, uva.

Osteopenia/Osteoporose – alfafa.

Ossos – abacaxi, açaí, batata doce, beterraba, brócolis, cebola, cogumelo, couve-flor, goiaba, laticínios, melão, morango, nabo (chá com folhas e raiz), nozes, quiabo, soja, vinagre.

Oxidação – abacate, abacaxi, açaí, agrião, alcaçuz, alecrim, alface, alho, ameixa, amora, banana, arroz integral (farelo), berinjela, folhas de beterraba, brócolis, caju, calêndula, cavalinha, cebola, chá branco, vermelho e verde, chocolate amargo, cogumelo do Sol, couve, eucalipto, geleia real, gengibre, ginseng, goji berry, hortelã, inhame, laranja, limão, linho, maçã, maracujá, melão, morango, nabo, nozes, pimenta, quinua, salsa, salsão, soja, tomate.

Ovário e Útero - açoita cavalo, agoniada, arroz integral, barba-timão, calêndula, caroba, erva de passas, erva doce, gengibre, gerânio (óleo), germen de trigo, jequitibá, João da Costa, pariparoba, sálvia. Contra hemorragias: homeopatia.

Palpitações - alfazema.

Pâncreas – urtiga.

Parasitas – camomila (chá), cravo, limão (óleo).

Pé de atleta - alho fresco (suco), eucalipto (gotas de óleo no banho de pé), vinagre de sidra.

Pele – abacate, alcachofra, alcaçuz ou sabugueiro (creme, loção ou pomada), alecrim, alfafa (brotos), alfazema, amora, artemísia, arruda, aveia ou canela, babosa, bicarbonato de sódio com água, calêndula/malmequer, camomila (imersão), carobinha, castanha da Índia, cebola, cenoura, centella asiática, cevada (compressa da farinha), chá branco e verde, chuchu, couve, erva cidreira, figo, geleia real, goiaba, goji berry, hortelã, inhame, iogurte, laranjeira, lima, limão, maçã, mel, azeite de oliva, oliveira, pepino (creme, loção ou pomada), pimentão, sabugueiro, salsão (óleo), sálvia, tomate, urtiga (infusão), vinagre.

Pele irritada ou manchada – alface, batata, coco, hortelã, pepino, pimentão, urtiga, sálvia (infusão), vinagre.

Pele oleosa – sálvia (infusão), vinagre.

Picadas – alfazema ou cravo (óleo), banana (casca), bicarbonato de sódio com água, calêndula, canela, cânfora, erva cidreira, eucalipto, hortelã (emplastro), sumo de limão, manjericão, mel, segurelha, vinagre.

Prisão de ventre – abacate, abacaxi, abóbora, alcaçuz (chá), alecrim (massagem com óleo), alface, ameixa seca, aveia, azeite de oliva, azeitona preta, baga de mirtilo, banana, boldo, carqueja, cascara sagrada, cavalinha, cenoura, cevada cozida, água de coco, couve, dente de leão, erva doce, espinafre, espinheira santa, feijão, figo, grapefruit, guaraná, laranja, linhaça, louro, maçã, mamão, manjerona, mate, mel, melão, menta, morango, oliveira, pera, pimenta-do-reino, ruibarbo, sabugueiro (infusão do fruto), salsa (chá das sementes), sene, tamarindo, uva.

Próstata – abacate, amora, quebra-pedra, uva ursi,

Pruridos vaginais – bicarbonato de sódio com água, vinagre com água morna.

Pulmões/tosse – abacaxi, abiu, agrião com mel, alcaçuz (xarope), alecrim, alfazema, alho (infusão oleosa no peito, tintura ou xarope), amêndoa, assapeixe, banana, canela, cânfora (externo), capuchinha, carqueja, cebola (sopa), cebola assada quente (cataplasma), cebolinha, cereja (xarope), água de cevada, água de coco, couve (suco), erva cidreira, erva de Santa Maria, erva doce com mel (xarope ou óleo), eucalipto (banho ou inalação com óleo), figo (seco com leite), flor-de-noiva (infusão), geleia real, gengibre, ginseng ou hortelã (chá), goiaba, grapefruit ou limão no vaporizador (massagem com óleo), graviola, guaco (xarope), hortelã, laranja, limão com mel e água quente, maçã, manga, manjericão, maracujá, mastruço, água de mel (gargarejo), melancia, morango, mostarda (cataplasma do pó com água no peito), murta, nabo, orégano, pepino, picão, pinho (óleo no vaporizador), quiabo, quinua, repolho (suco), sabugueiro (chá ou óleo), sálvia, samambaia, tomilho, vinagre quente com mel; Homeopatia: Ipeca.

Queimaduras – alfazema (óleo), banana (casca), batata, figo, goiaba, mamão, maracujá, sabugueiro, tanchagem, urtiga (compressa).

Queimaduras solares – abacate, pepino, sabugueiro ou chá urtiga (compressa).

Raquitismo – agrião, mel.

Ressaca – banana, boldo, grapefruit, melancia, tomilho.

Retenção de água – dente-de-leão (chá).

Reumatismo – abacate, alecrim, alfazema (massagem com óleo), arnica, azaleia (uso externo), bardana e gengibre (chá), calêndula (emplastro), camomila (massagem com óleo), canela, cânfora (externo), capim limão, carefólio, erva cidreira, eucalipto ou sálvia (óleo das folhas), gengibre fresco (compressa ou cataplasma), guiné, hamamelis (banho), João da Costa, laranja, limão, maçã, manjerona, melancia, melão, morango, mostarda (cataplasma com óleo), salsa, salsão, sálvia, urtiga vinagre de sidra (banho), uva.

Rins – abacate, abacaxi, abóbora, abutua, acelga, alcachofra, alcaçuz, alecrim, alface, ameixa, amêndoa, arroz, aspargo, azedinha, azeitona, bálsamo, berinjela, boldo, café, castanhas, cereja, água de cevada, água de coco, canela, carobinha, carqueja, casca d’Anta, cavalinha, carefólio, chá vermelho, chicória, chuchu, água de coco, coentro, dente-de-leão, erva doce, figo, figo da Índia, gengibre, grapefruit (suco), laranja, limão, mamão, mandioquinha, maracujá, mel, melancia, melão, cabelo de milho (forte diurético), morango, nabo (chá das folhas e raiz), nozes, gerânio, girassol, João da Costa, língua de vaca, linhaça (sementes), morango, nabo, nozes, oxicoco, pariparoba, pepinopera, porangaba, quebra pedra, quiabo, quinua, rabanete, sabugueiro, salsa, salsão (sementes com cognac ou tônico), samambaia, serralha, tanchagem, urtiga (chá), uva, uva ursi, vinagre.

Rouquidão – cenoura em água quente com mel, gengibre, maçã.

Sangue – açaí, alho, azedinha, erva doce, goiaba, goji Berry, limão, nozes, tomate, uva.

Sarampo – sabugueiro.

Sinusite – inalação com alecrim, camomila, canela, gengibre, hortelã, inhame.

Sistema imunológico – calêndula/malmequer (infusão), echinacea, eucalipto, ginseng (chá), vinagre.

Solitária – sementes secas de pepino moídas.

Tiroide – manga.

Tontura - alfazema.

Torceduras –hamamelis (compressa), maçã ralada (cataplasma).

TPM – amora, banana, camomila, dente-de-leão (chá), gengibre, gerânio (óleo)

Trombose – abacate, alcachofra, arroz, chá verde, figo, pera, toranja.

Tumores – goiaba.

Tuberculose – agrião com mel, repolho.

Úlceras – abutua, alcaçuz (inalação), banana, batata, calêndula/malmequer (bochecho ou gargarejo), couve (suco), espinheira santa, gerânio, João da Costa, língua de vaca, maracujá, picão,

Úlcera gástrica – alcaçuz, repolho (suco).

Urticária – urtiga (chá, creme, loção ou pomada).

Unhas – abacate, calêndula, cavalinha, cenoura, gelatina, inhame (encravada), maçã, oliveira, ovos, pimentão, pepino.

Varizes - calêndula/malmequer (chá ou compressa), castanha da Índia, centella asiática, hamamelis (creme, loção ou pomada), laranjeira, limão.

Vermes – abóbora (sementes), cebola crua, água de coco, espinafre, graviola, jenipapo, laranja, limão, romã.

Verrugas – banana (casca), dente-de-leão (seiva branca dos talos).

Vesícula – alcachofra, alecrim, dente-de-leão (raiz cozida), erva doce, hortelã (chá), limão.

 

(1) Amassar os frutos, ferver em água destilada, coar e adicionar a um copo de água morna.

(2) Misturar 5 ml de bicarbonato de sódio com 225 ml de água quente.

(3) Suco ½ limão, 5 ml de bicarbonato de sódio e água quente.


[1] Elaborado a partir de guia de Karen Hurrell, além de várias indicações de farmácias de produtos naturais.

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Remédios Naturais – Ana Chieffi (org.)[1] http://chieffi.com.br/remedios-naturais-ana-chieffi-org-1a/ http://chieffi.com.br/remedios-naturais-ana-chieffi-org-1a/#comments Fri, 12 Apr 2013 23:35:14 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=2414 Read More »]]> I.              Ervas

 

Abacateiro – antidiarreico e diurético, ajuda a emagrecer. O chá com as folhas elimina gases intestinais e limpa o fígado. Folhas secas (não verdes) aquecidas em compressas aliviam dor de cabeça.

Abutua – antitérmico, trata ácido úrico, atraso menstrual, anemia, artrite, blenorragia, cólicas menstruais, congestões no fígado, dores de cabeça, inflamações na bexiga, problemas digestivos e renais, úlceras.

Açafrão/Cúrcuma – grande fonte de curcumina, um poderoso anti-inflamatório, também bom para o fígado. Pode ajudar a combater o câncer do intestino e esôfago.

Agoniada – alivia sintomas da menopausa e problemas de ovário e útero.

Alcachofra – anticancerígena, calmante, digestiva, diurética, depurativa, rejuvenescedora, elimina ácidos biliares, estabiliza o açúcar no sangue, combate anemia, baixa o colesterol ruim, protege o coração, combate o diabetes e a gota (ácido úrico), previne AVC, doenças do fígado e rins, tromboses, trata problemas gástricos, controla hipertensão, evita pedras na vesícula, suaviza a pele. Pode diminuir a secreção de leite e coagulá-lo.

Alcaçuz – afrodisíaco, antiácido, anti-inflamatório, antioxidante, energético, combate asma, prisão de ventre, tosse, úlceras, bom para pele, rins e para quem tem hipotensão arterial.

Alecrim – antirrugas, antioxidante, antidepressivo, calmante, corante, depurativo, emenagogo (facilita a menstruação), energético, estimulante, germicida/pés, digestivo, tônico cardíaco, bom para os brônquios, pulmões, rins, vesícula, trata afecções hepáticas e biliares, gota, reumatismo, combate caspa, dores de cabeça, de garganta, gripes e resfriados, prisão de ventre, sinusite, tosse, triglicérides, em inalação regula a pressão arterial. Dá brilho aos cabelos; a massagem com seu óleo combate celulite; o chá no banho melhora a circulação.

Alfafa – rejuvenescedora, combate os sintomas da menopausa, comer seus brotos combate a osteoporose e erupções cutâneas.

Alfazema – anti-inflamatória, digestiva, boa para pulmões e brônquios, combate asma, assaduras, diarreia, dores abdominais, enjoos, eczemas, furúnculos, gripes, infecções, picadas, queimaduras, resfriados, tonturas, seu óleo trata hematomas, nas narinas ou no banho combate dor de cabeça, nos lençóis ou vaporizador combate insônia, massagem com ele trata reumatismo, hipertensão, flores no banho ou compressas tratam dores musculares, reduz palpitações.

Alho – anticancerígeno, anti-inflamatório, antimicrobiana, e antiasmático, bactericida, digestivo, fungicida, purificador do sangue, ativa o sistema imunológico, problemas cardíacos, baixa o colesterol ruim, trata gases, dislipidemias, desconfortos gastrintestinais, é expectorante, trata gripes e resfriados[2], hipertensão[3], combate infecções, parasitoses, verminoses.

Amora (folhas e fruta) – rica em vitamina A[4], C[5] e E, antocianinas, carotenóides, ácidos fenólicos e fitoquímicos, cálcio, fósforo[6], potássio, ferro, selênio, fibras, proteínas e água. Adstringente (desintoxica e protege o organismo), anticancerígena, anti-inflamatória, antioxidante, antitensão, antiTPM, calmante, rejuvenescedora. Combate anemia, hipertensão, colesterol ruim e triglicérides, diabetes e inflamações na garganta e na boca, protege o coração, previne o aparecimento de doenças crônicas, ajuda a emagrecer, regula os hormônios, melhora os efeitos da menopausa, trata pele cansada, aumenta a resistência imunológica, melhora a recuperação muscular.

Arnica – trata contusões, dores musculares, reumatismo.

Arruda – trata doenças cardíacas, dores intestinais, entorses, hematomas e machucados, inflamação nos olhos, estimula a menstruação.

Artemísia – depurativa, digestiva e vermífuga, limpa a pele, combate cólicas menstruais e os sintomas da menopausa, facilita a menstruação e a eliminação da bile.

Assa-peixe – expectorante, trata bronquite, gripes e tosses.

Azaleia – trata artrite e reumatismo (uso externo).

Azedinha – diurética e depurativa do sangue, trata desidratação, escorbuto, febre de origem hepático-biliar, garganta inflamada, resfriados,

Babosa (Aloe Vera) – tônico capilar, regenerador da pele.

Baga de mirtilo – anticancerígeno, evita a constipação, protege o coração, trata diabetes, estimula a memória.

Bálsamo – antidiarreico, estimulante do apetite, desintoxicante do fígado, diurético.

Boldo – antidiarreico, desintoxicante do fígado, digestivo, diurético, combate dores abdominais, gases e prisão de ventre, evita acúmulo de gordura no fígado, trata enxaqueca após comer demais, gota, ressaca.

Calêndula – adstringente, calmante, cicatrizante, digestiva, desinfetante, trata dores abdominais e de garganta, infecções, ferimentos e picadas de insetos, regula a menstruação, acalma os sintomas da menopausa, é boa para os olhos, problemas no ovário e útero, tonifica a pele, protege o sistema imunológico, fortalece unhas, úlceras e varizes. Emplastro com suas folhas trata contusões, dores musculares e reumatismo.

Camomila – antiespasmódica, anti-inflamatória, antinevrálgica, antitérmica, antirreumática[7], antiTPM, calmante, cicatrizante, combate asma, problemas na bexiga, dá brilho aos cabelos, trata cistite, conjuntivite, cólicas abdominais, dores de estômago e musculares, gripe e resfriado (com hortelã), gases, inflamações bucais, insônia, sinusite, infecções, sintomas da menopausa, parasitas, boa para os olhos, pele, dor de cabeça, de dente, de garganta (gargarejo), nas juntas, nevrálgicas, . Imersão para tratar câimbras, cansaço/fraqueza, eczema e furúnculos. Um banho com suas folhas é revitalizante.

Canela – analgésica, antibactericida, anticoagulante, antidiarreica, antirreumática, adstringente, afrodisíaca, antisséptica, aperiente, aromática, carminativa, digestiva[8], emagrecedora, estimulante, energética, hipertensora, repelente de insetos, sedativa, tônica e vasodilatadora. Ajuda a controlar o nível de colesterol no sangue, o que previne o risco de doenças cardíacas. Combate acne, mal de Alzheimer, anemia, cansaço/fraqueza, diabetes, diarreia, dores abdominais, enjoo, herpes, hipertensão, infecções urinárias, alguns tipos de cancro, resfriados, indigestão, insônia, ajuda na memória, excesso de menstruação, pneumonia, neutraliza vários tipos de vírus e infecções. Fortalece os sistemas digestivo e nervoso. Com mel, boa para tratar doenças cardíacas, picadas de insetos, artrite, perda de cabelo, infecções renais, dor de dentes e de garganta, resfriados, envelhecimento precoce, catarro nos brônquios, gripe e resfriado, sinusite.

Cânfora (uso externo) – Trata dores de contusões e reumáticas, picadas de insetos, acalma a tosse e desbloqueia as vias respiratórias.

Capim limão – antirreumático, digestivo, febrífugo, relaxante, sudorífico, combate dores musculares, gases intestinais, insônia e estresse.

Capuchinha – anticatarral e expectorante, combate bronquite e queda de cabelo.

Carobinha – cicatrizante, diurético e depurativo, combate artrose, afecções cutâneas, desinteria, prostatite, reumatismo e sífilis.

Carqueja – forte purificadora digestiva, diurética, estimulante do fígado, emagrecedora, trata azia, cálculos biliares, diabetes, gripes e resfriados, gastrite, má digestão, prisão de ventre, pulmões e brônquios.

Casca d’Anta – antiescorbútico, antiespasmódico, diurético, estomáquico, tônico, trata anemia, disenteria, dores de dente, dispepsias, gases, fraquezas e gastrite.

Cascara sagrada laxante, não deve ser usada na gravidez nem na lactação.

Catuaba – afrodisíaca, calmante, fortalece a concentração e o raciocínio, combate a impotência.

Cavalinha – cicatrizante, diurético, emagrecedora, combate anemia, fraqueza, hemorragias, hipertensão arterial olhos inchados, prisão de ventre, unhas fracas, auxilia na recuperação de fraturas.

Cebola – antibiótico natural, anticancerígena e antiaterogênica, antioxidante, bactericida, fonte de vitamina C, cálcio e potássio, fungicida, contribui na formação e manutenção dos ossos, ajuda na regulação dos batimentos cardíacos e circulação, fundamental para o funcionamento do sistema nervoso e dos músculos. Fortalece o estômago, o intestino grosso e os pulmões, sintomas de resfriados e bronquites, ameniza dores no peito ou tosse com muco. Baixa o colesterol ruim e triglicérides, infecções e, em compressas, trata acne, contusões, distensões, dor de ouvido, frieiras, furúnculos[9] e problemas intestinais como vermes. Seu consumo diário previne doenças cardíacas. Nos cortes, esfregar um pedaço. Nas hemorragia nasais, cheirar profundamente um pedaço.

Cebolinha – rica em ferro e vitaminas diversas, é estimulante do apetite, além de auxiliar a digestão, combate gripe e doenças das vias respiratórias.

Centella asiática – regulariza a produção de colágeno, trata problemas da pele como celulite, equizemas, hematomas, rachaduras, varizes.

Cerefólio – digestivo e diurético, alivia problemas circulatórios e hepáticos, combate hipotensão e reumatismo.

Chá branco – rico em tanino, manganês, potássio, ácido fólico e vitaminas C, K, B1 e B2, apresenta grande concentração de polifenois[10], é anticancerígeno, antigripal, anti-inflamatório, emagrecedor, ajuda a prevenir cáries, ativa o sistema imunológico e regenera a pele, diminui as taxas de colesterol ruim, ajuda a controlar a pressão arterial, fortalecendo e aumentando a capacidade dos vasos sanguíneos.

Chá vermelho – antidepressivo, antioxidante, digestivo, rico em vitaminas C, K, B1 e B2, sais minerais, diminui os riscos de doenças cardiovasculares e do sistema nervoso, alguns tipos de câncer, retarda o envelhecimento e auxilia na redução dos níveis de colesterol ruim e triglicérides, acelera o metabolismo do fígado, queima gordura, desintoxica o organismo, reforça o sistema imunológico e evita a retenção de líquidos.

Chá verde/Banchá – adstringente, anticancerígeno, antigripal, anti-inflamatório, antioxidante, antisséptico, bactericida, digestivo, emagrecedor, diminui a gordura abdominal, energético, estimulante, rejuvenescedor, rico em flavonoides (antioxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular precoce). Reduz a absorção de açúcar no sangue – o que ajuda a diminuir a compulsão por doces – e inibe a ação da amilase, uma enzima responsável pela digestão de carboidratos, fortalece as artérias e veias, previne artrose, arteriosclerose e outras doenças degenerativas; também cáries, doenças cardíacas e circulatórias, derrames, hipertensão, por conter boa dose de tanino. Melhora a circulação, ajuda a diminuir as taxas de colesterol ruim e triglicérides, combate gripes e resfriados, acelera o metabolismo, protege a pele dos danos causados pela exposição ao sol e à poluição, previne as tromboses e AVC, ativa o sistema imunológico, acelera o trânsito intestinal. Ajuda a recuperar o viço da pele e dos cabelos, limpa e equilibra peles oleosas. Ajuda na memória e concentração.

Chilli – aumenta o metabolismo e, com isso, a queima de calorias pode aumentar cerca de 15% durante duas horas depois de comer o molho.

Cinerária – anti-inflamatória e descongestionante dos olhos cansados.

Cipestre – antiespasmódica, calmante, refrescante e vasoconstritora. (Aromaterapia)

Coentro – contém potássio, fósforo e sódio. Calmante, diurético, alivia dores de estômago. Seu chá deve ser integral, com folhas, talos e raiz e tomado após as refeições. Compressas com as suas folhas aliviam inflamações e dores nas juntas.

Cogumelo do Sol – rico em vitaminas como tiamina B1, B2, B5, B6, B12, C, E, H e K, ácido fólico, vitamina e é fonte de quase todos os aminoácidos. Aumenta as funções imunológicas, acarreta o aumento de macrófagos, “Natural Killer Cells” (NKC), células T, células B e células complementares. Melhor se consumido preventivamente. Reduz os efeitos colaterais do tabagismo e a glicose sanguínea, tem ação hipotensiva, reduz o colesterol ruim e a arteriosclerose. Protege células sadias de se tornarem cancerígenas, previne metástases, reduz o tamanho de tumores, trabalha em conjunto com a quimioterapia, potencializando-a e ao mesmo tempo reduzindo muito os efeitos colaterais da mesma.

Dente de leão – anti-inflamatório, digestivo, diurético, depurativo, laxante, tônico, bom para o fígado, bexiga, vesícula e rins, combate anemia, artrite, gota, sintomas da TPM, verrugas.

Dill/Endro – digestivo, estimulante do apetite, alivia cólicas intestinais e indigestão.

Erva cidreira/Melissa – analgésica, antiespasmódica, antinevrálgica, antirreumática, antitérmica, calmante, digestiva, sudorífera, alivia ansiedade, bronquites crônicas e resfriados, cólicas abdominais, dores de cabeça, eczema, enxaquecas, gases, insônia, sintomas da menopausa, trata mordidas de animais e picadas de insetos, problemas nos pulmões. Facilita a menstruação e a gravidez.

Erva de Santa Maria – anti-inflamatória, expectorante, combate asma, bronquite, diabetes, gripe, desinfeta os intestinos, os pulmões e as vias urinárias.

Erva doce/Funcho – Contém ferro, potássio e sódio. Calmante, digestiva, energética, emagrecedora, rejuvenescedora, combate cansaço/fraqueza, depressão, estresse, cólicas e gases intestinais, dor de cabeça, enjoo, sintomas da menopausa, facilita a circulação do sangue, menstruação e a produção de leite durante a amamentação, boa para brônquios, fígado, pulmões, rins, ovários, aparelho urinário e útero. Seu óleo combate a ansiedade e a irritabilidade. Possui ação diurética e pode combater a retenção de líquidos e os problemas digestivos. Ajuda a dormir bem.

Espinheira Santa – antisséptica, cicatrizante dos ferimentos gástricos, digestiva, emagrecedora, combate dor de estômago, gases e prisão de ventre. Trata gastrite e úlceras.

Estigma (cabelo) de Milho – diurético, bom para os rins.

Estragão – digestivo, rico em iodo, sais minerais e vitaminas A e C. Tônico de uso geral, alivia o mau hálito.

Eucalipto – antitérmico, digestivo, combate asma, cansaço/fraqueza, gripe e resfriado, lêndea, pé de atleta, picada, tosse, reumatismo, tosse, bom para os pulmões, fortalece o sistema imunológico.

Folha de beterraba – rica em vitaminas, minerais e antioxidantes. Contém carotenóides, pigmento natural dos vegetais que ajuda a proteger os olhos contra o envelhecimento.

Gengibre – contém vitaminas B1, B2, B3, B6 e C, água, cálcio, fibras, fósforo, lítio, magnésio, óleos essenciais, potássio, sódio, selênio e zinco. É afrodisíaco, anti-inflamatório, antibactericida, antioxidante, digestivo, diurético, energético, estimulante, rejuvenescedor, termogênico. Alivia amigdalite, arteriosclerose, artrite, artrose, asma, bronquite, contraturas musculares, cervicalgia, cólicas menstruais, depressão, estresse, aumenta a imunidade orgânica, lombalgia, mau hálito, problemas circulatórios, digestivos, ginecológicos, renais e dos pulmões, ressaca, rouquidão, dor de cabeça e garganta, cólicas e gases, enjoos, gripe, infecções, resfriado, reumatismo, sinusite, tontura, tosse, sintomas de TPM, atua contra o cancro e o previne, reduz o açúcar, colesterol ruim e triglicérides, zumbido no ouvido, cicatriza feridas, protege as gengivas e defende o organismo dos radicais livres. Produz calor no organismo fortalecendo o sistema imunológico, aceleração no metabolismo, ativa a circulação, estimula a mente e mantém a vitalidade.

Gerânio – cicatrizante, estanca hemorragias, diurético, combate gastrite e úlceras. Seu óleo é recomendado para as questões femininas e ginecológicas, inclusive para a TPM, oscilações emocionais, autoestima, estados depressivos e para o medo. Aromaterapia: analgésico, relaxante e tonificante.

Ginseng – emagrecedor, combate alergias, cansaço/fraqueza, bom para os pulmões, trata tosse, fortalece o sistema imunológico.

Girassol – calmante, combate dores de cabeça. Suas folhas e flores são diuréticas e febrífugas.

Goiabeira – o chá das folhas é eficiente em gargarejos, nas infecções da boca e garganta, ou para lavagens de úlceras e irritações vaginais.

Gravioleira – Raiz e folhas possuem ação hipotensiva, antiespasmódica, vasodilatadora, relaxante do músculo liso e em atividades de cardiodepressão e também antibacteriana, antifungicida, antidepressiva, antisséptica e antiparasita. Guaco – antisséptico das vias respiratórias e expectorante, trata asma, bronquites, problemas na garganta, gripe e resfriado, problemas nos pulmões, tosses.

Guaraná – energético, digestivo, rejuvenescedor, tônico, estimula o cérebro, facilita o funcionamento dos intestinos.

Guiné – combate amigdalite, dores lombares e reumáticas e faringite.

Hamamelis – bom para os olhos: uma parte de hamamelis e 20 de água: inalar.

Hortelã – antitérmico, calmante, combate a insônia (chá com folhas frescas) defumador, desinfetante, digestivo, emagrecedor, energético, estimulante, bom para o fígado e vesícula, trata asma, cansaço/fraqueza, diarreia, dores abdominais (com leite), dor de cabeça, nas juntas e musculares (folhas amassadas), de garganta (gargarejo), enjoo, sendo bom também para amenizar gases, gripe e resfriado, inapetência, insônia, intoxicação, trata manchas na pele, problemas nos pulmões, sinusite, tosse, ajuda a baixar triglicérides, combate vermes. Estimula a pele e os terminais nervosos sensíveis ao frio. As folhas amassadas garantem efeito eficaz contra picada de insetos.

Ipê roxo – analgésico e anti-inflamatório, trata problemas de arteriosclerose, infecções e neoplasias.

João da Costa – trata artrites, cólicas, corrimentos, dores menstruais, orquite (inflamação do testículo), inflamação do aparelho urogenital, inflamações dos ovários, reumatismos, úlcera crônica e infertilidade.

Jurubeba – folhas são cicatrizantes e da raiz se faz tônico que combate anemia e é digestivo.

Laranjeira – o chá das folhas é calmante. O óleo da flor de laranjeira amarga ou Néroli é sedativo e antidepressivo, muito bom para as peles mais envelhecidas e ressecadas, para problemas de circulação, como hemorroidas e varizes e para amenizar os sintomas emocionais da menopausa.

Limoeiro – o chá das folhas combate a gripe.

Língua de vaca – trata bronquite, cálculos renais, tumores linfáticos e úlcera.

Linho – digestivo, fortalece o cérebro e o sistema imunológico, protege o coração, combate diabetes.

Losna – digestiva e vermífuga, facilita a eliminação da bile e a menstruação, trata problemas do fígado, intestinos e incontinência urinária. Contra diarreia, ferver com vinho (também é colírio).

Louro – combate gases, prisão de ventre, suor e mau cheiro nos pés.

Manjericão (todos) – antisséptico, calmante, digestivo, sedativo, trata aftas (gargarejo), cólicas, gases, dor de cabeça causada por gastrite ou nervosismo, problemas do estômago, enjoos, vômitos, tosse, é repelente natural de insetos, tira o veneno de picada de cobra. Aumenta o leite das lactantes.

Manjerona – antisséptico, digestivo, estimulante do apetite, trata artrites, feridas mal cicatrizadas, gripes, resfriados, reumatismo.

Maracujá – Principalmente as folhas: analgésico, antiespasmódico, anti-inflamatório, antioxidante, diurético, emagrecedor, sedativo, tranquilizante, ativa a respiração, combate ansiedade, asma, bronquite, diarreias, doenças espasmódicas, dores de cabeça de origem nervosa, baixa o colesterol ruim, trata feridas, inchaços, insônia, perturbações nervosas da menopausa, nevralgias, problemas nos pulmões/tosse, queimaduras, taquicardia nervosa, úlceras, beneficia a visão noturna. Tem ação contra os radicais livres, manutenção dos tecidos e dos cabelos. O betacaroteno também tem a propriedade de amolecer os tecidos.

Maravilha – cicatrizante, alivia alergias e coceiras.

Mastruço – digestivo, expectorante, vermífugo, combate afecções respiratórias e dores musculares.

Mil Folhas – calmante, cicatrizante, digestiva, combate hemorragia, facilita a menstruação.

Morangueiro – Sua raiz combate inflamações bucais e diarreia, males dos rins, anemia, reumatismo. Cozida é considerada diurética e adstringente. Já as folhas são ótimas para combater a diarreia crônica.

Mostarda – escalda pés em água quente com seu pó facilita a circulação.

Murta – expectorante e tônica.

Noz moscada – estimulante e desinfetante dos intestinos.

Oliveira – emagrecedora, rejuvenescedora, alivia o cansaço e estresse, minimiza a prisão de ventre, cabelos e unhas ficam mais fortes e brilhantes e a pele tem marcas de expressão atenuadas.

Orégano – antiespasmódico, antisséptico, digestivo, trata dor de cabeça de origem nervosa, irritação, facilita a menstruação, alivia enjoo do mar e tosse.

Pariparoba – antiespasmódica, anti-inflamatória, desopilante do fígado, digestiva, diurética, laxativa, sudorífera, tônica, vermífuga, trata as afecções do fígado, do baço, atonia do estômago, auxilia em casos de anemia, alivia a azia.

Parreira – de suas folhas se faz um chá refrescante para os intestinos e que tonifica o coração.

Picão – chá que trata alergias, amidalites, antisséptico bucal, asma, boca amarga, bronquite, catarros, colesterol, gastrenterite, hepatite, icterícia, indigestão, infecções do estômago e rins, infecções urinária e vaginal, intoxicação alimentar, pâncreas, úlceras gastroduodenais.

Poejo – cicatrizante, estimulante hepático, combate diabetes e infecções bucais.

Porangaba (Chá de Bugre) – diurético e emagrecedor, estimula a circulação.

Quebra-pedra – diurética, dissolve areia e cálculo renal, trata distúrbios da próstata.

Rosa – Aromaterapia: antidepressiva, afrodisíaco, calmante e tônica cardíaca.

Ruibarbo – combate prisão de ventre.

Sabugueiro – trata artrose, asma, assaduras, dores abdominais, dor no ciático, na garganta, diabetes (mínimo 3 meses de chá), diarreia e prisão de ventre, gripes e resfriados, hemorroidas, inflamações no fígado (½ xícara do chá com mel em jejum), nos olhos, na pele, nos rins, nos pulmões, tosse, sarampo.

Saião – analgésico e diurético, em gargarejo combate amigdalite.

Salsa – ajuda a manter o hálito fresco. Rica em clorofila, é fonte de vitamina C. Estimula o apetite, limpa os brônquios. O chá de suas sementes (do pé, sem agrotóxicos) combate problemas digestivos, gases e prisão de ventre. O chá das folhas é diurético, trata afecções hepáticas, gota, hipertensão.

Sálvia – anti-inflamatória, calmante, digestiva, desinfetante (boca, garganta), estimulante, energética, rejuvenescedora, trata asma, problemas bucais e na garganta, cansaço/fraqueza, recupera a cor dos cabelos, ajuda na convalescença, depressão, enjoo, gases, combate cólicas gastrintestinais, inflamações, insônia, alivia sintomas da menopausa, da pele, dos pulmões e brônquios, ovário e útero, reumatismo, triglicérides, tosse.

Samambaia – diurética, sudorífera, contra bronquite, hipertensão e tosse.

Segurelha – digestiva, estimulante do apetite, trata cólicas e indigestão, estimula os sentidos, é antisséptico para o tratamento de picadas de insetos.

Sene – emagrecedor, laxante e regulador intestinal.

Serralha – digestiva, diurética, estimula as funções hepáticas.

Tanchagem – cicatrizante, depurativo, diurético, combate diarreia, alivia efeitos de queimaduras.

Tomilho – trata tosse, resfriados e gripes. Também ajuda na digestão e dores de cabeça como as de ressaca.

Unha de gato – antiespasmódica e anti-inflamatória.

Unha de vaca – inibe a absorção de açúcar e combate diabetes.

Urtiga – Rica em ferro, magnésio e vitamina C, diurética e antidiarreica, estanca hemorragias de todos os tipos, principalmente as nasais. Trata aftas, alergias, artrite, problemas na bexiga, na boca, dá brilho aos cabelos e trata os secos, diabetes (chá com a raiz), diarreia, febre do feno, problemas no fígado, frieiras, gota, hemorragias, hipertensão, neurite, problemas nos olhos, no pâncreas, na pele, nos rins, queimaduras, reumatismo.

Uva ursi – antibacteriana; adstringente; anti-inflamatória (garganta, próstata, uretra), antisséptica, desinfetante das vias urinárias, diurética, trata blenorragias, cistite, corrimentos, diarreia, cálculo renal, vaginites.

Valeriana – calmante, trata câimbras, dor de cabeça, insônia.

Zanga tempo – combate caspa, queda de cabelo e seborreia.

 

 

  1. II.            Frutas:

 

Abacate – contém Ômega 3 e 6 e vitaminas BS1, BS2, C e E. Afrodisíaco, anti-inflamatório, antioxidante, bactericida, digestivo, diurético, estimulante do colágeno, fungicida, laxativo, nutritivo e altamente energético. Possui alto conteúdo de proteínas e sais minerais, mas sua principal característica é a alta quantidade de gordura[11], proporcionando aproximadamente 162 calorias por 100 gramas da fruta. Previne AVC e tromboses, é bom para dentes e gengivas. Age reduzindo a dilatação da próstata (hiperplasia prostática), prevenindo e ajudando no tratamento do câncer de próstata. Trata catarata, problemas no fígado, frigidez, HIV, impotência, infecções. O caroço tostado e moído bem fino combate a diarreia; misturado com álcool, em massagens, alivia dores musculares. Diminui o colesterol ruim e triglicérides, trata diabetes, hipertensão, reumatismo e gota, promove a eliminação dos gases. Também é muito utilizado pela indústria de cosméticos, em forma de cremes nutritivos e hidratantes, xampus, emulsão protetora hidratante, creme de limpeza, máscara refinadora, creme de mãos e unhas, sabão cremoso, leite de limpeza, entre outros.

Abacaxi – rico em iodo, potássio, magnésio, cálcio, vitaminas A, C, B1 e D. Antitérmico, auxilia na digestão, devido à presença de bromelina em sua composição. É muito utilizado na preparação de xaropes[12]. Germicida, oxidante forte, desobstruente do fígado, combate a icterícia, a artrite, diarreia, hipotireoidismo, o inchaço, a difteria, bom contra as afecções da garganta (gargarejo com seu suco e uma pitada de sal) e contra a arteriosclerose. Fortalece os ossos e o sistema imunológico. combate infecção de garganta. O abacaxi deve estar com as folhas da “coroa” firmes e deve ser colhido após o seu completo amadurecimento.

Abiu – Combate as afecções das vias respiratórias.

Açaí – uma das frutas com maior concentração de antioxidantes. Digestivo, é rico em gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, que auxiliam na redução do colesterol ruim e na prevenção de doenças cardíacas. Muito rico em antocianina, uma substância antioxidante, que ajuda no combate aos radicais livres. O açaí tem 33 vezes mais antocianina que a uva. É um dos alimentos mais ricos em ferro e em fibras. Por suas características microbiológicas é considerado uma das mais nutritivas frutas da Amazônia, perdendo apenas para a castanha-do-Pará. A riqueza em lipídios dá ao seu suco um valor energético duas vezes superior ao do leite. Tem grande quantidade de fibras, o que favorece o trânsito intestinal. Tem um teor considerável de proteínas, potássio e cálcio. Contém ainda vitamina B1 e elevado teor de pigmentos antocianinas (cor roxa violeta) que são também antioxidantes, favorecendo a melhor circulação do sangue.

Acerola – contém vitamina C, magnésio e potássio. Combate dor de cabeça e câimbra.

Ameixa – contém potássio, fósforo e sódio. É diurética, purgativa, rejuvenescedora, depurativa. Seca, deve ser misturada com leite ou iogurte para fazer um poderoso antioxidante. Protege o coração, combate o colesterol ruim, estimula a memória. Os açúcares[13] especiais contidos nas ameixas também irão ajudar na prevenção do câncer do intestino.

Amêndoa – contém potássio, fósforo e sódio. Diurética, é eficaz contra as enfermidades das vias respiratórias e a irritação das vias urinárias. Dá sensação de saciedade e auxilia na desobstrução das artérias.

Amora (folhas e fruta) – rica em vitamina A, C e E, antocianinas, carotenóides, ácidos fenólicos e fitoquímicos, cálcio, fósforo, potássio, ferro, selênio, fibras, proteínas e água. Adstringente (desintoxica e protege o organismo), anticancerígena, anti-inflamatória, antioxidante, antitensão, antiTPM, calmante, rejuvenescedora. Combate anemia, hipertensão, colesterol ruim e triglicérides, diabetes e inflamações na garganta e na boca, protege o coração e próstata, previne o aparecimento de doenças crônicas, ajuda a emagrecer, regula os hormônios, melhora os efeitos da menopausa, trata pele cansada, aumenta a resistência imunológica, melhora a recuperação muscular.

Araçá - É calmante.

Banana – um dos mais completos alimentos, constitui uma inesgotável fonte de cálcio, hidratos de carbono, cloro, cromo, enxofre, fósforo, magnésio, potássio, sódio, silício, vitaminas A, B1, B2, B3, C e H. É calmante, inclusive para os intestinos, por estimular o apetite e as funções digestivas, sendo aplicada em casos de diarreia aguda ou crônica. Substitui a ingestão de doces, evitando a compulsão por eles. Favorece a formação, secreção e excreção do leite, combate a anemia, dor de cabeça e câimbra, protege o coração, fortalece os ossos, controla a pressão arterial, atenua a tosse. Aumenta a capacidade mental, controla a temperatura, tem efeito emagrecedor. Trata azia, constipação, depressão, enjoo, estresse, ressaca, sintomas de TPM, úlceras. Assada e com canela, no café da manhã, combate gripes e pneumonia. Sua casca remove verrugas, cicatriza queimaduras e trata picadas de insetos e rachaduras nos pés: raspa-se a parte interna da casca, coloca-se sobre o local e enfaixa-se.

Blueberries - previnem o envelhecimento do cérebro e ajudam a manter a disposição durante o dia. Consumir no café da manhã, misturada ao iogurte.

Caju – contém grande quantidade de vitamina C, fortalece o sistema imunológico.

Cambucá – É bom para o estômago.

Caqui – É alcalinizante, bom para as afecções do fígado e os catarros da bexiga.

Castanha da Índia – contém vitamina BS1, é anti-inflamatória, facilita a circulação sanguínea, trata hemorroidas e varizes. Não para crianças.

Castanhas, amêndoas, nozes – Possuem muitos minerais, proteínas e altos níveis de Omega 3 e Omega 9. Anticancerígenas, boas para os rins e o fígado, baixam o colesterol ruim, protegem o coração, tratam diarreia, ajudam a emagrecer, controlam a pressão arterial.

Cereja – Fonte de vitamina A, C, cálcio, ferro e fósforo. É alcalinizante, anticancerígena, anti-inflamatória, refrescante, rejuvenescedora, remineralizante, protege o coração e contra Alzheimer, combate a desinteria, eficaz contra a arteriosclerose. O chá de seu pedúnculos combate artrite e gota. Cozinhar cerejas em vinho suficiente para cobri-las, adoçar e tomar como reconstituinte do organismo.

Coco – sua água contém potássio, fósforo, sódio e vitaminas. É antitérmica, calmante, diurética, laxativa, reguladora do coração, elimina cálculos renais e normaliza o funcionamento dos rins. Combate icterícia, irritações gastrintestinais, inflamações dos olhos, vômitos na gravidez e elimina vermes. Embeleza a pele.

Damasco – anticancerígeno, rejuvenescedor, protege a visão e contra Alzheimer, controla a pressão arterial.

Figo – contém potássio, fósforo e sódio. Anticancerígeno, diurético, laxante, ajuda a emagrecer, previne AVC e tromboses, baixa o colesterol ruim, controla a pressão, combate as afecções das vias respiratórias, tem a propriedade de amolecer os tecidos, atenuar as inflamações, as inchações e as queimaduras, aliviar as dores e tratar feridas. Seco fervido com leite combate bronquite, gripe, resfriado, tosse. Em gargarejo trata problemas na boca e garganta. Amolece os tecidos.

Figo da Índia – diurético, ativa a circulação e limpa a pele.

Fruta-do-Condeestimulante do apetite.

Jenipapo – É indicado na má digestão e nas afecções do fígado e do baço.

Goiaba – Rica em fibras, minerais e vitaminas. Também possui grandes quantidades de licopeno, o mais antioxidante entre todos os carotenoides. O licopeno auxilia na prevenção do câncer de próstata e reduz os riscos de surgimento de catarata e doenças cardiovasculares. Muito nutritiva, principalmente pelo seu alto teor de vitamina C, importante no combate a infecções, hemorragias, fortalecimento dos ossos e dentes, cicatrização de cortes e queimaduras. Possui também vitamina A, boa à vista, conserva a saúde da pele e das mucosas e auxilia no crescimento e, vitamina B1, que ajuda na regularização do sistema nervoso e aparelho digestivo, tonificando, ainda, o músculo cardíaco. Contém também sais minerais como cálcio, fósforo e ferro, que contribuem para a formação dos ossos, dentes e sangue. Combate a diarreia e os tumores. A vermelha protege o coração e a próstata.

Goji Berry – antioxidante, rejuvenescedor, contém vitaminas B e C, protege fígado, olhos e pele, fortalece os sistemas imunológico e sanguíneo, trata Alzheimer, câncer, coração, fadiga, estresse, insônia, obesidade. Diminui o colesterol ruim.

Graviola – contém: acetaldeído[14], ácido cítrico, dextrose[15], frutose, gaba, ácido isocitrico, ácido lignocerico, ácido málico, manganês, parafina, cloreto de potássio, ácido esteárico, sacarose, tanino. É adstringente, antibacteriana, anticancerígena, antiparasita, antitérmica, antiespasmódica, citotóxica, digestiva, expectorante, hipotensiva, inseticida, sedativa, vasodilatadora, vermífuga, ajuda a emagrecer, controla o sistema nervoso, trata diabetes. Com geleia real trata sintomas da menopausa.

Grumixama – estimulante do apetite, reanimadora.

Jabuticaba – estimulante do apetite, reanimadora.

Jenipapo – digestivo, cuida também do baço e do fígado.

Jurubeba – trata problemas do baço, estômago e fígado.

Laranja – Alto teor de magnésio e potássio, vitamina A ,C, complexo B, ferro e hidrato de carbono, anticancerígena, antifebril, anti-hemorrágica, calmante, depurativa, digestiva, estimulante do apetite, diurética, laxante, reguladora intestinal, protege o coração e o sistema respiratório, elimina o escorbuto, previne gripes e resfriados, desintoxica o organismo, fortalece o sistema imunológico, combate a dor de cabeça, câimbra, nefrite, nevralgia, reumatismo, vermes, restaura o fluxo menstrual. O chá com sua casca combate enxaqueca matinal. Mastigar a casca seca combate fibromialgia e relaxa os músculos. O chá (frio) da laranja inteira combate a febre.

Lima – alcalinizante, anticancerígena, protege o coração, elimina o escorbuto, controla a pressão, suaviza a pele, combate a falta de vitaminas.

Limão – adstringente, antibactericida, anticancerígeno (casca), antidepressivo, antifungicida, antimicrobial, antisséptico, antitérmico, antiviral, calmante, detergente, digestivo, diurético, emagrecedor (casca e parte branca), energético, estimulante do apetite, mantém o bem-estar das células, tem efeito em todos os processos metabólicos, cérebro, pulmões, rins, sistemas circulatório, linfático, imunológico e nervoso, intestinos, fígado, vesícula, bom para os olhos e pele, trata ácido úrico, acidez gástrica, aftas, alcoolismo, acne, arteriosclerose, artrite, baixa o colesterol ruim, desintoxica as células, protege o cabelo (seu óleo dá brilho) e a pele, protege o coração, afasta distúrbios cardiovasculares, combate diarreia, dor de cabeça, enjoo, elimina o escorbuto, feridas, fungos, furúnculos, garganta, gripe e resfriado, hemorragias, hemorroidas, herpes, problemas de mau hálito, inapetência, infecções, intoxicações, menstruação excessiva, controla os níveis de pH sanguíneo, os parasitas internos e os vermes, regula a pressão arterial, trata picadas, inibe os radicais livres, tensão e desordens nervosas, dissolve as toxinas, trata reumatismo, falta de vitamina C, controla a viscosidade do sangue, combate problemas com varizes. Dissolve os cálculos; combate as afecções produzidas por diversos micro-organismos (cólera, disenteria, tifo etc.).

Maçã – Rica em vitaminas e sais minerais. Digestiva, amolece as articulações, protege o coração e os pulmões, combate a constipação e a diarreia, afecções das vias respiratórias, estresse, reumatismo, rouquidão, é alimento para o cérebro. Sua fibra reduz o colesterol ruim. Possui 150 supernutrientes, entres eles a quercetina, um antioxidante que é um aliado no combate ao vírus da herpes. A quercetina fica logo abaixo da casca, por isso ela não deve ser retirada. Também tomar o chá de sua casca.

Mamão – Contém vitaminas A e C, proteínas e sais minerais. É digestivo, diurético, laxante, refrescante tem a propriedade de amolecer os tecidos, atenuar as inflamações, as inchações e as queimaduras, aliviar as dores, tratar feridas. Não deve ser riscado, porque o líquido que sai contribui para perda de sabor e valor nutritivo.

Manga – Rica em magnésio e potássio, vitaminas A, C e complexo B, é anticatarral, anticancerígena, depurativa, digestiva, refrescante, protege contra Alzheimer, estimula a memória, regula a tireoide, combate a falta da vitamina C, tem a propriedade de fazer suar. Trata câimbra, dor de cabeça, bronquite, problemas nos olhos.

Mangaba – É digestiva.

Maracujá – Grande quantidade de vitamina C, calmante, tem a propriedade de amolecer os tecidos, atenuar as inflamações, as inchações e as queimaduras, aliviar dores e tratar feridas. Muito usado na coqueluche. Atua contra diarreia, tosse e úlceras.

Marmelo – É adstringente, fortificante do aparelho digestivo.

Melancia – Ideal para os dias quentes e para quem quer emagrecer, é uma das frutas mais ricas em vitaminas: A, C, B1, B2, B3, B5, B6, B12, ácido fólico e biotina. É calmante, diurética, refrigerante. Seu suco som as sementes combate ressaca e sonolência. Purifica o fígado, combate acidez gástrica, artrite, afecções da bexiga, dispepsia, reumatismo, resfriado e bronquites Suas sementes são utilizadas em algumas regiões do país para fazer uma bebida diurética e vermífuga, denominada orchata.

Melão – rico em vitaminas A, B e C, cálcio, ferro e fósforo, celulose, que lhe dá uma função laxante suave. É anticancerígeno, calmante e diurético, recomendado nos casos de artrite, cistite, colite, gota, nefrite obesidade, prisão de ventre, afecções renais, reumatismo. Baixa o colesterol ruim, controla a pressão, fortalece o sistema imunológico, protege a visão.

Morango – rico em vitamina C e H, cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio, sódio, zinco, cobre, manganês, vitamina C, B3, B6, riboflavina e antocianidina[16]. É anticancerígeno, antiestresse, antirreumático, antitérmico, alcalinizante, depurativo, diurético, digestivo, laxante, tônico para os nervos, protege o coração, estimula a memória, elimina o tártaro e toxinas do fígado. O consumo da fruta evita a fragilidade dos ossos e a má formação dos dentes. Ele também dá resistência aos tecidos e ao sistema imunológico, age contra infecções, ajuda a cicatrizar ferimentos e evita hemorragias. Também é eficiente contra infecções do fígado, da garganta e das vias urinárias. No tratamento do catarro pulmonar, mesmo havendo febre e desânimo, o morango pode “operar milagres”, da mesma forma que melhora problemas na bílis.

Noz – contém cálcio, cromo, fibras, fósforo, gordura monoinsaturada saudável, magnésio, potássio, proteínas, selênio, sódio, vitamina B6 e E, zinco. Anticancerígena, anti-inflamatória, diurética, rejuvenescedora, é boa para o cérebro e para o sistema nervoso em geral. Substitui a ingestão de doces, evitando a compulsão por eles. Fortalece as defesas do corpo, auxilia na formação de glóbulos vermelhos, ajuda a tratar ferimentos, fortalece ossos e dentes, protege o coração, reduz as taxas de colesterol ruim e a formação de coágulos no sangue, combate os sintomas da menopausa, estimula a fertilidade masculina.

Pera – rica em cálcio, enxofre, ferro, fósforo, iodo, magnésio, potássio, sódio, silício, vitaminas A e C e do complexo B. Anticancerígena, digestiva, diurética, é coadjuvante do tratamento da hipertensão arterial, hipotireoidismo e prisão de ventre. Previne AVC e tromboses. Sua maior ação terapêutica se faz na doença diverticular do intestino. Ajuda a emagrecer.

Pêssego – contém magnésio, potássio, fósforo e sódio. Diurético, é um bálsamo para o estômago, dor de cabeça e câimbra e um precioso alimento para os diabéticos.

Pitanga – É refrigerante e antiberibérica. As folhas combatem a febre, mesmo nas maleitas rebeldes.

Romã – As raízes são usadas para expulsar a tênia (ou solitária). Seu suco reverte danos nas artérias. Isso acontece porque a fruta é rica em paraoxonase, uma enzima que “quebra” o colesterol em nosso organismo.

Sapoti – É refrigerante.

Tâmara – contém vitamina B3, vitamina PP, a niacina ou ácido nicotínico.

Tamarindo – É laxante e purgativo.

Tomate – contém vitamina A, C, H e K, é importante fonte de licopeno, protetor do sistema imunológico e cardíaco. Age contra o câncer de próstata, trata problemas nos olhos. Ajuda na coagulação. Esfregar suas sementes (e depois lavar com água fria) em caso de dermatite, seborreia, caspa.

Toranja/Grapefruit – anticancerígena, previne AVC e tromboses, possui ácido glucárico, que ajuda na redução do colesterol ruim, protege o coração, ajuda a emagrecer. Antes de cada refeição ajuda a reduzir a ingestão de calorias, abaixa a quantidade de açúcar no sangue e dá sensação de saciedade.

Uva – É alcalinizante, anticancerígena, antirreumática, depurativa, diurética, laxante, tônica para o sistema nervoso, vitalizadora, protege coração e olhos, previne cálculo renal, aumenta o fluxo sanguíneo.

 

 

  1. III.            Outros vegetais

 

Acelga – contém potássio, fósforo e sódio. Calmante, digestiva, diurética, fortalece o cérebro e oxigena o sangue.

Agrião – Contém muito ferro, iodo e vitaminas, como a C. Combate ácido úrico, diabetes, doenças dos pulmões, raquitismo, purifica o estômago e o fígado, protege o sistema imunológico. Sua água (de véspera) combate anemia e depura o sangue. As folhas batidas com mel tratam bronquite, catarro, tosse e tuberculose.

Alface – Fonte de vitamina C, ferro e minerais, calmante, digestiva, combate a insônia (chá), limpa os intestinos, fortalece o coração e o sistema imunológico, a musculatura, rins e o sistema nervoso, as folhas fervidas, amornadas e untadas com azeite tratam contusões, inchaços, irritações e rubores da pele.

Algas marinhas – ricas em iodo, combatem hipotireoidismo.

Almeirão – rico em vitaminas A e C, estimula o apetite.

Amendoim – contém vitamina B3, vitamina PP, a niacina ou ácido nicotínico.

Arroz – anticancerígeno, previne AVC, cálculo renal, tromboses, protege o coração, combate diabetes.

Arroz integral – A película (não retirar) que reveste seus grãos é rica em hidratos de carbono, óleos, proteínas, vitaminas: A, B1, B2, B6, B12, niacina, ácido nicótico, ácido pantotênico, pro-vitaminas C, E e minerais em grande quantidade. Seu farelo é justamente um bom produto que combate, inclusive, o excesso de colesterol e é excelente eliminador de toxinas em geral.

Aspargo – diurético e antianêmico, tem ação remineralizante. Consumido cru, é bom para baço, coração, estômago, fígado e rins. O chá de sua raiz é calmante, protege o coração e ajuda a emagrecer. Tomar 3 cálices/dia entre as refeições, sem adoçar. Para emagrecer, tomar durante todo o dia.

Aveia – Rica em fibra solúvel chamada beta glucan, que reduz o colesterol ruim e em sílica, mineral vital para ter uma boa pele. Fonte de proteínas, sais minerais e vitaminas. Dá sensação de saciedade, retarda a absorção de carboidratos, açúcar e gordura. Previne os cânceres do aparelho digestivo. Ajuda no funcionamento dos intestinos, combate hemorroidas, reduz açúcar e gordura do sangue, combate arteriosclerose e diabetes. O chá de sua palha trata ácido úrico (tomar 3X/dia para tratar problemas digestivos, depressão, estresse, nervoso e tensão).

Azeitonas – contém potássio, fósforo, gorduras monossaturadas, compostos fenólicos, vitamina E e sódio. A verde é adstringente e a preta é laxativa. Diuréticas, são importantes para a saúde das artérias e para garantir uma vida mais longa.

Batata – contém ácido fólico. Cozida fornece rápida liberação de energia, tornando-se uma boa opção ao pós-treino físico. Libera energia de uma forma lenta, o que ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue e o apetite sob controle entre as refeições. Crua e em suco (pouco), trata azia. A água do cozimento previne e combate gota. Fatiadas, combatem dor de cabeça e irritações da pele. Raladas, tratam eritemias e queimaduras solares, em compressas trocadas 3X/dia. Para tratar gastrite (duas semanas) e úlceras do estômago e duodeno (um mês), tomar um copinho de seu suco 30 minutos antes do café da manhã e 30 minutos antes do jantar.

Batata doce – anticancerígena, estimulante, bom para os olhos, fortalece os ossos.

Berinjela – analgésica, desintoxicante, diurética, diminui inchaços; o suco, com limão, baixa o colesterol ruim e ajuda a emagrecer.

Beterraba – Rica em vitamina A e ferro. Anticancerígena, combate anemia, protege o coração, ajuda a emagrecer, fortalece os ossos, controla a pressão.

Brócolis – Rico em enxofre, fibras, fósforo, potássio e vitamina C e E. Anticancerígeno, antioxidante, rejuvenescedor, protege o coração, ajuda o funcionamento dos intestinos e a emagrecer, fortalece os ossos, controla a pressão, protege a visão.

Cenoura – Rica em ácidos graxos essenciais, cálcio, cromo, fósforo, iodo, vitaminas A e C. Anticancerígena, protege o coração e a visão, ajuda a emagrecer, evita prisão de ventre, recupera o tecido celular, combate o hipotireoidismo. Purifica o fígado e fortalece todo o organismo. Substitui a ingestão de doces, evitando a compulsão por eles. O chá de suas sementes (do pé, sem agrotóxicos) é ótimo digestivo. 100g de cenouras cozidas, misturadas à água e adoçadas com mel: tomar bem quente contra rouquidão.

Centeio – contém cromo e vitamina H. Substitui a ingestão de doces, evitando a compulsão por eles.

Cereais integrais – contém cromo e vitamina B2. Substituem a ingestão de doces, evitando a compulsão por eles.

Cevada – contém magnésio e potássio. Digestiva, diurética e tônica. Seu chá trata problemas no baço, nos rins, cistite, cólicas, colite, dor de cabeça e câimbra, gases, problemas intestinais, náuseas, tosse. O gargarejo combate infecções na garganta.

Chicória – diurética (chá da raiz), é boa para os olhos. Para a boa circulação: 3 copos de suco/dia.

Chlorella – contém betacaroteno, vitaminas C, E, K e complexo B, cálcio, ferro, fósforo, potássio e magnésio. Estimula a recuperação dos tecidos, protege a integridade das células, melhora a ingestão de nutrientes e regula a produção de energia. Ajuda na recuperação de materiais genéticos lesados, protege a saúde dando suporte às funções celulares vitais e retarda o processo de envelhecimento.

Chuchu – contém ferro, magnésio, potássio, fósforo e cálcio, uma das vitaminas do Complexo B, que promove o crescimento, contribui para a saúde da pele e estimula o apetite e um pouco de Cálcio e Fósforo. Combate a hipertensão e tem efeitos diuréticos.

Cogumelo – fonte de vitamina D, anticancerígeno, bactericida, baixa o colesterol, fortalece dentes e ossos, controla a pressão.

Couve (crua) – Contém arsênico, enxofre, fibras, iodo, magnésio, potássio e vitaminas, como a B2, E e K. Anticancerígena, antioxidante, rejuvenescedora, combate a hipertensão, depura o sangue, garante o bom funcionamento dos intestinos, evita prisão de ventre, protege o coração, ajuda a emagrecer, atenua hemorroidas. Seu suco, em jejum, combate úlceras do duodeno e estômago também contra cólicas. Combate bronquite, gota e má circulação. Ajuda na coagulação. A compressa de suas folhas (sem a nervura mais grossa e macerada por três horas em ácido bórico) trata feridas. Enfaixar e trocar duas vezes/dia.

Couve-flor – contém vitamina K, previne o câncer de mama e próstata, doenças cardíacas, elimina escoriações, fortalece os ossos, ajuda na coagulação.

Ervilhas – rica em vitaminas B e C, mantém o sistema nervoso saudável. Rica também em fibra solúvel que ajuda a manter o colesterol sob controle.

Espinafre – contém cálcio, cromo, ferro, magnésio, potássio, sódio, vitaminas A, B, C e H. Cru é antihemorrágico, calmante, combate diabetes, problemas dos olhos, do sistema nervoso, vermes. Substitui a ingestão de doces, evitando a compulsão por eles.

Feijão – contém vitamina B2, ácido fólico, é anticancerígeno, baixa o colesterol ruim, evita constipações, combate diabetes, atenua hemorroidas.

Germe de trigo – contém vitamina BS2 e E. É rejuvenescedor.

Grão de bico – contém ácido fólico, vitamina BS1.

Inhame – cru, é antianêmico e depurador do sangue. Fortalece o sistema imunológico, evita malária, dengue, febre amarela. Fortifica os gânglios linfáticos. Nas mulheres aumenta a fertilidade porque contém fitoestrógenos, hormônios vegetais, importantes também na menopausa e após. Trata furúnculos, quistos sebáceos, unhas encravadas, verrugas, espinhas insistentes, farpas ou cacos de vidro que entram nas mãos ou nos pés. Desinflama cicatrizes, elimina o sangue pisado de contusões, abcessos e tumores. Pode ser usado imediatamente após fraturas ou queimaduras para evitar inchaço e dor, e também em processos inflamatórios de hemorroidas, apendicites, artrites, reumatismos, sinusites, pleurisias, nevralgias, neurites, eczemas. Em caso de tumor no seio ou em outros lugares junto à pele é ótimo usar o emplastro de inhame durante uma semana antes de operar, pois ele vai aumentar esse tumor atraindo toda substância semelhante que houver no interior do corpo e evitar outros tumores. Serve ainda para baixar febres.

Lentilha – rica em proteínas, contém vitamina BS2, combate anemia.

Mandioquinha – combate doenças renais.

Milho – fonte de energia por conter alto teor de carboidratos, além de possuir quantidades consideráveis de vitaminas B1, BS1, E, H, fibras, o grão de milho é constituído de proteínas, sais minerais (ferro, fósforo, magnésio, potássio, cálcio), óleo e grandes quantidades de açúcares, gorduras, celulose e calorias. A vitamina B1 (tiamina) ajuda na regularização do sistema nervoso e aparelho digestivo e tonifica o músculo cardíaco. A vitamina E combate a degeneração muscular, atua no crescimento e protege o sistema reprodutor, aumentando a potência sexual. O milho também combate câimbra e dor de cabeça.

Nabo – rico em fibras, é anticancerígeno, antioxidante, protege o coração, ajuda o funcionamento intestinal, combate doenças dos brônquios, gripe. O chá das folhas e raiz é diurético e fortalece os ossos.

Pepino – contém vitamina K. Consumir com casca. Neutraliza a acidez estomacal, tonifica fígado e rins, fortalece cabelo e unhas e é adstringente para a pele e ajuda na coagulação.

Pimenta caiena – acelera o metabolismo e ajuda no emagrecimento.

Pimentas – fontes de antioxidantes, são anticoagulantes, protegem o coração e evitam derrames.

Pimentão – fonte de vitamina C, desinfetante, trata a mucosa bucal e gástrica, destrói germes intestinais, fortalece o sistema imunológico, cabelo, pele e unhas.

Pimentão picante – fonte de vitamina C, anticancerígeno, digestivo, remove abcessos, suaviza dores de garganta, fortalece o sistema imunológico.

Quiabo – digestivo, bom para intestinos e rins, trata bronquite e fortalece os ossos.

Quinua – É o alimento mais completo do planeta, possui todos os 20 aminoácidos que o corpo necessita, com destaque para a metionina e a lisina, que melhora a imunidade, a capacidade de aprendizagem e a memória. É rica em ômega 3 e 6, vitaminas A, B6 e B1 (e, em menores quantidades, E e C) e minerais como o ferro, o fósforo e o cálcio. Previne a osteoporose, o câncer de mama, as doenças do coração e outras alterações femininas decorrentes da carência de estrógenos na menopausa. É normalizadora da próstata e dos órgãos reprodutores. Combate anemias, problemas urinários, tuberculose, complicações no fígado e desnutrição.

Rabanete – digestivo, bom para os rins, tonifica os nervos, purifica o sangue.

Repolho – Rico em cálcio, ferro, fósforo, potássio, vitaminas A e C. Suas folhas contêm grandes concentrações de substâncias antioxidantes e anticancerígenas chamadas de indoles e sulforafanos. Rico em fibras, porém seu consumo pode causar flatulências e até dores abdominais. Combate anemia, fortalece o coração, trata problemas nos intestinos e pulmões, ajuda a emagrecer.

Salsão/Aipo Contém fósforo, que aumenta a resistência do organismo e ajuda a combater a fadiga. Também ferro, potássio e sódio. Anti-inflamatório, rico em cobre, protege contra ácido úrico, artrite, cancro, doenças cardiovasculares, depressão, gota, infecções, insônia, perturbações nervosas, reumatismo. Macerado, trata frieiras. O magnésio previne doenças cardíacas, cálculos renais[17] e dá força muscular e o zinco contribui para o apuramento dos sentidos da visão, paladar e olfato. Seu óleo trata infecções da pele e seu chá trata frieiras.

Semente de abóbora – É uma grande fonte de magnésio. Combate de parasitas intestinais. Proporciona melhor desempenho de memória e inteligência. As sementes são mais terapêuticas se consumidas frescas e cruas, com ou sem casca. Melhor ainda se deixadas de molho durante a noite e batidas num suco ou vitamina pela manhã.

Semente de linhaça (precisa quebrar[18]) – contém ácidos graxos essenciais e vitamina A. Anticancerígena, anti-inflamatória, diurética, ajuda a emagrecer, combate a calvície, trata pele e cabelos, diabetes, sistema cardiovascular, digestivo, imunológico e nervoso, aumenta a vitalidade física.

Soja – deve ser consumida fermentada (missô, shoyo, tofu etc.), como fazem os orientais. Contém ácido fólico, é anticancerígena, antioxidante, protege o coração, baixa o colesterol ruim, reduz os sintomas da menopausa, previne osteoporose.

Trigo – resistente à hidrólise (as fibras não são quebradas pelas enzimas do tubo digestivo), promove a sensação de saciedade, retarda a absorção de açúcar, carboidratos e gordura. Reduz o risco de câncer gástrico e colorretal.

 

 

  1. IV.           Mais alimentos

 

Água – depois do oxigênio, é a substância mais importante para a manutenção da vida. O adulto necessita ingerir em média de 6 a 8 copos por dia. Uma quantidade substancial está contida nos alimentos. Pessoas mais idosas devem criar o hábito de beber água periodicamente mesmo sem sentir sede.

Azeite de Oliva – contém Ômega 3 e 6, vitamina E. Rejuvenescedor, ajuda a diminuir o colesterol ruim e triglicérides e protege o coração.

Café – digestivo, estimulante do cérebro, coração, músculos, rins, sistema nervoso, lava ulceração das pernas. Com mel é remédio para angina.

Chocolate meio amargo e amargo – As variedades estratas (acima de 70% de cacau) são ricas em antioxidantes. O flavanol presente no cacau atua como aspirina no organismo, o que pode deixar o sangue mais fino. Rico em flavanóides, que diminuem a pressão sanguínea e promovem o bom funcionamento do sistema circulatório, tem altas concentrações de magnésio, um mineral importante para mais de 300 processos biológicos do organismo. O chocolate meio amargo aumenta os níveis de antioxidantes no sangue, capazes de proteger o corpo de doenças cardíacas e até câncer. Mais de um pequeno pedaço de chocolate por dia pode não trazer benefícios, só quilos.

Coalhada – contém lactobacilos vivos. Trata desconforto intestinal, gases, inchaço abdominal.

Gelatina – contém colágeno. Trata cabelos quebradiços e unhas fracas.

Geleia Real – contém todos os aminoácidos, cerca de 21 tipos, 15 compostos diferentes que operam como catalisadores do metabolismo como o manganês, cálcio, potássio, enxofre, fósforo, alumínio, magnésio, silício, ferro, cobre, zinco – que é uma substância rara na natureza, cobalto, estrôncio. De 3 a 5,5% de lipídios. De 10 a 20% de carboidratos, e de 12 a 22% de proteínas. Possui o inositol[19], vitaminas do complexo B, vitamina H e traços da vitamina C, D e E. Ajuda no controle de peso, trata eczema, psoríase, doenças cardiovasculares, arteriosclerose, cirrose hepática, glaucoma, obesidade, problemas na bexiga, esclerose múltipla, fortalece o sistema imunológico e estimula o desenvolvimento do músculo impedindo o envelhecimento do tecido. Ajuda na formação de proteínas no corpo e regenera as células cansadas. Pode fortalecer a memória, ativar o cérebro e aumentar a circulação do sangue. Pode regenerar a pele do couro cabeludo eliminando a queda dos fios. Contém um certo tipo de antibiótico que auxilia na recuperação de muitas doenças. Cuida do sistema digestivo, respiratório, hemorroidas e pode tratar/ajudar pessoas vítimas de câncer.

Gema de ovo – contém acetilcolina[20], inositol, vitamina A e E. Rejuvenescedora, é boa para a memória e para os olhos.

Iogurte e leite fermentado – contém lactobacilos vivos. Tratam desconforto intestinal, gases, inchaço abdominal, previnem o câncer intestinal e colorretal e participam do controle da glicemia.

Laticínios – contém vitamina D, fortalecem dentes e ossos.

Lecitina de soja – contém acetilcolina e inositol; é boa para a memória.

Massas integrais – tem um índice glicêmico menor do que a massa branca e liberam a energia lentamente.

Mel – digestivo, energético, rejuvenescedor, trata artrite, perda de cabelo e de peso, alergias e feridas, doenças do coração, dor de dentes e de garganta, picadas de insetos, resfriados, infecções de rins, ajuda a baixar o colesterol ruim.

Missô – contém lactobacilos vivos. Trata desconforto intestinal, gases, inchaço abdominal.

Ovos – contém colágeno. Trata cabelos quebradiços e unhas fracas.

Pão integral – misturado com água ou leite trata cortes.



[1] Material organizado a partir de inúmeras informações recolhidas em farmácias de produtos naturais, sites diversos, conversas com profissionais da saúde, bem como a partir do empirismo.

[2] Sete dentes de alho no cognac por 15 dias: uma colher (chá) 3x/dia, contra tosse. E/OU: sete dentes de alho picados cobertos com oito colheres (sopa) de mel. Para tratar bronquite, infecções e problemas renais: descansar uma semana, coar e tomar quatro colheres (chá)/dia.

[3] À noite, esmagar três dentes de alho numa xícara com água e suco de um limão – tomar de manhã, completar com água e limão e tomar à noite. A cada noite, uma nova receita.

[4] A vitamina A protege olhos, pele e membranas que revestem as cavidades do corpo.

 

[5] A vitamina C mantém agregadas as células do organismo, evita hemorragias, protege dentes e gengivas.

[6] O cálcio e o fósforo constroem, protegem e recuperam ossos, músculos e sangue. São importantes também para os tecidos nervosos.

[7] Cozinhar as flores por duas horas em banho Maria no óleo, coar e, quando esfriar, tratar as dores.

[8] 50g em 250 ml de álcool (60º). Depois de 24h coar e tomar uma colher antes das refeições para fortalecer o sistema digestivo.

[9] Colocar uma rodela, enfaixar e deixar de um dia para o outro.

[10] Polifenóis são substâncias naturais encontradas em plantas, tais como flavonóides, taninos, lignanas, derivados do ácido cafeico, dentre outras. Muitas destas substâncias são classificadas como antioxidantes naturais e possuem propriedades terapêuticas, estando presentes em alimentos e plantas medicinais.

[11] A boa gordura fornece energia para a boa disposição do organismo.

 

[12] Duas colheres (sopa) de suco de abacaxi + uma xícara (chá) de água quente + uma colher (sopa) de mel.

[13] O bom açúcar, como a boa gordura, fornece energia para a boa disposição do organismo.

 

[14] Etanal ou Acetaldeído é o aldeído de fórmula química C2H4O. Ele é um líquido incolor, acre, que ferve aproximadamente à temperatura ambiente, é o produto metabólico primário do etanol na sua rota de conversão a ácido acético. É produzido pela enzima álcool desidrogenase, que ocorre principalmente no fígado, mas também, em pequena quantidade, na retina.

 

[15] A glicose, glucose ou dextrose, um monossacarídeo,é o carboidrato mais importante na biologia.As células a usam como fonte de energia e intermediário metabólico.É é um dos principais produtos da fotossíntese. É um cristal sólido de sabor adocicado, encontrado na natureza na forma livre ou combinada. Juntamente com a frutose e a galactose, é o carboidrato fundamental de carboidratos maiores, como sacarose e maltose. Amido e celulose são polímeros de glucose. No metabolismo, é uma das principais fontes de energia

[16] Antocianinas são derivados de sais flavílicos, solúveis em água, que na natureza estão associados a moléculas de açúcar, denominando-se então antocianidinas. São pigmentos pertencentes ao grupo dos flavonóides responsáveis por uma grande variedade de cores de frutas, flores e folhas que vão do vermelho-alaranjado, ao vermelho vivo, roxo e azul. Sua função é a proteção das plantas, suas flores e seus frutos contra a luz ultravioleta e evitam a produção de radicais livres.

 

[17] Uma colher (sopa) de suas sementes moídas em 300 ml de cognac: tomar uma colher diluída em duas de água 3X/dia para tratar os rins.

[18] Duas colheres de sopa por dia, batidas no liquidificador, se mistura em um copo de suco de fruta, ou sobre a fruta, ou com a aveia, ou iogurte no café da manhã ou no almoço.

[19] O inositol é uma substância que atua como fator de crescimento de animais e microrganismos, frequentemente utilizada como vitamina do complexo B. Também é chamada de dambose. O Mio-inositol era considerado uma vitamina pertencente ao complexo B, mas não é mais porque pode ser sintetizado pelo corpo humano.

 

[20] A acetilcolina foi o primeiro neurotransmissor descoberto.1Tem papel muito importante no sistema nervoso. É também o neurotransmissor de todos os gânglios autônomos.

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Programa Ayurveda de boa digestão – Ana Chieffi[1] http://chieffi.com.br/programa-ayurveda-de-boa-digestao-ana-chieffi1/ http://chieffi.com.br/programa-ayurveda-de-boa-digestao-ana-chieffi1/#comments Fri, 12 Apr 2013 23:28:43 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=2820 Read More »]]> Para um fim de semana:

6ª Feira

Café da manhã e Almoço normais

nenhum álcool a partir do meio dia

nada no lanche

Jantar nutritivo, sem condimentos e queijos

pouco antes de dormir tomar laxante ou uma colher (sopa) de óleo de rícino

deitar cedo.

Sábado

só líquidos: sucos de fruta (não cítricos) com água morna e bastante água pura

ter apenas atividades leves

se sentir fraqueza ou fome, tomar uma colher (sopa) de mel e deitar um pouco.

Domingo

Café da manhã leve (mingau de aveia, creme de arroz ou trigo) com um pouco de manteiga e açúcar mascavo e chá de alcaçuz ou hortelã

12h: Almoço – comer bem, mas nada muito salgado, condimentado ou alcóolico e tomar chá de gengibre

18h: Jantar leve (arroz, lentilhas, vegetais cozidos)


[1] Orientada pelo Dr. Bokkulla R. Reddy

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Produtos de época/mês a mês – Ana Chieffi (org.) http://chieffi.com.br/produtos-de-epocames-a-mes-ana-chieffi-org/ http://chieffi.com.br/produtos-de-epocames-a-mes-ana-chieffi-org/#comments Fri, 12 Apr 2013 23:25:28 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=4054 Read More »]]> O que está em negrito é o mais indicado para consumo em cada mês.

O que não está, pode ser consumido.

Já o que não aparece na lista não é da época e portanto tem grande probabilidade de ser transgênico.

Fonte de dados: CEAGESP 

JANEIRO 

Frutas abacate fucks/geada, abacaxi Havaí, abiu, acerola, ameixas, banana maçã e nanica, cidra, coco verde, cupuaçufigo, framboesa, goiabagraviolajaca, laranja pera, lichia, limão Taiti, maçã Fugi, gala e red delmamão formosa, mamão Havaí, manga Palmer, manga Tommy, mangostão, maracujá doce, marmelo, melancia, melão amarelo, nectarina estrangeira, pera nacional, pêssego nacional, pêssego estrangeiro, pinha, pitaia, sapoti, seriguela, tangerina murcot, uva Itália, Niagara, rubi e estrangeira.

Outros vegetais – abóbora d’água, alface, japonesa e seca, abobrinha brasileira, alho estrangeiro, batata nacional, berinjela japonesa, beterraba, canjica, cebola nacional, cenoura, chicória, chuchu, coco seco, cogumelo, couve de Bruxelas, endívia, escarola, folha de uva, gengibrejiló, maxixe, pepino caipira, comum, japonês, manjericão, milho verde, moiashipimenta Cambuci, pimenta vermelha, pimentão amarelo, pimentão verde, pimentão vermelho, quiabosalsa, salsão, tomate, tomate caqui, tomate salada.

FEVEREIRO

Frutas abacate fucks/geada, abacaxi Havaí, abiu, acerola, ameixa estrangeira, ameixa nacional, banana maçã e nanica, carambola, coco verde, figo, framboesa, goiabagrapefuit, jaca, kiwi estrangeiro, laranja pera, lichia, limão Taiti, maçã fugi, gaia e red delmamão formosa, mamão Havaí, manga Palmer, manga Tommy, mangostão, maracujá doce, marmelo, melancia, melão amarelo, nectarina estrangeira, pera nacional, pêssego nacional, pêssego estrangeiro, pinha, pitaia, sapoti, seriguela, tangerina murcot, uva Itália, Niagara, rubi e estrangeira.

Outros vegetais – abóbora d’água e seca, abóbora japonesa, moranga, paulista, abobrinha brasileira, acelga berinjela comum, amendoim sem casca, batata nacional, berinjela japonesa beterrabacebola nacionalchicória, escarola, espinafre, gengibre, jiló, maxixe, milho verde, mostarda, pepino comum e japonês, pimenta Cambuci e vermelha, pimentão amarelo, verde e vermelho, quiabo, salsa, tomate, tomate salada.

MARÇO

Frutas – abacate fortuna/quintal, abacaxi pérola, abiu, acerola, ameixa estrangeira, amêndoa, banana maçã e nanica, caqui, carambola, cidra, coco verde, cupuaçu, figo, goiaba, graviolagrapefruit, jaca, kiwi, laranja pera, lima da Pérsia, limão Taiti, maçã gala, mamão formosa, mamão Havaí, manga Palmer, mangostão, maracujás, melancia, melão amarelo, nectarina estrangeira, peras, pêssego estrangeiro, pinha, pitaia, quincan, tamarindo, tangerina cravo, uva rubi e estrangeira.

Outros vegetais – abóbora d’água, japonesa e seca, abóbora paulista, abobrinha brasileira, abobrinha italiana, acelga, agrião, alfacealho estrangeiro, alho porró, almeirãoamendoim sem casca, aspargo, batata doce amarela, batata doce rosada, batata nacional, berinjela comum, berinjela japonesa, beterraba, canjica, cará, catalonha, cebola nacional, chicóriacoco seco, coentro, endívias, erva doce, folha de uva, escarola, espinafre, inhame, jiló, louro, mandioca, mandioquinha, milho verde, moiashimostarda, nabooréganopepino caipira e comum, pepino japonês, pimenta Cambuci e vermelha, pimentões, quiabo, rabanete, repolho, rúcula, salsa, salsão,

ABRIL

Frutas – abacate fortuna/quintal, abacaxi pérola, abiu, acerola, ameixa estrangeiraatemoiabanana maçã e nanicacaqui, carambola, cupuaçu, figo, goiaba, grapefruitgraviola, jaca, kiwi nacional, laranja Bahia e pera, lima da Pérsia, limão Taiti, maçã galamamão formosa, mamão Havaí, mangostão, maracujá doce, maracujá azedo, melancia, pera estrangeira, pera nacional, pinha, pitaiaquincantangerina cravo, tangerina poncanuva estrangeira e rubi. 

Outros vegetais – abóbora d’água, japonesa e seca, abóbora moranga, abobrinha brasileira, abobrinha italiana, alho nacional, amendoim com casca, batata doce amarela, batata doce rosadabeterraba, berinjela japonesa, cará, brócolis, catalonha, cebola estrangeira, chicória, cogumelo, chuchu, coco seco, couve-flor, erva doce, ervilha torta, espinafre, feijão corado, folha de uva, gengibre, hortelã, inhame, jiló, louro, mandioca, mandioquinhamilho verde, moiashi, mostarda, nabo, pepino caipira e comum, pepino japonês, pimenta Cambuci e vermelha, pimentões, pinhão, repolho, rúcula, salsa, tomate, tomate caqui, tomate salada.

MAIO

Frutas – abacate fortuna/quintal, abacaxi pérola, abiu, acerola, atemoia, banana maçã e nanica, caqui, carambola, cidra, cupuaçu, figo, graviola, jaca, kiwi nacional, laranja Bahia, laranja lima, lima da Pérsia, limão Taiti, maçã gala, mamão formosa, mamão Havaí, mangostão, maracujá doce, mexerica, pera estrangeira, pinha, quincantangerina cravo e poncan, uva estrangeira.

Outros vegetais – abóbora d’água, moranga e paulista, abóbora japonesa, abóbora seca, abobrinha brasileira, acelga, agrião, alface, alho estrangeiro, alho porró, almeirão, amendoim com casca, amendoim sem cascabatata doce amarela, batata doce rosada, berinjela japonesa, beterrababrócolis, canjica, cará, cebola estrangeira, cenoura, chicória, chuchu, couve, erva doce, ervilha comum, ervilha torta, escarola, espinafre, feijão corado, gengibre, hortelã, inhame, jiló, louro, mandioca, mandioquinha, milho verde, moiashimostarda, nabo, palmito, pepino caipira, pimentão verde, pinhão, rabanete, repolho, rúcula, salsa.

JUNHO

Frutas – abacate fortuna/quintal, atemoia, banana maçã, caqui, carambola, cidra, cupuaçu, figo, graviola, jaca, kiwi nacional, laranja Bahia, laranja lima, lima da Pérsia, maçã Fuji e gala, mamão formosa, mangostão, maracujá doce, mexerica, morango, pêssego nacional, pinha, quincan, tangerina cravo, tangerina poncan, uva estrangeira.

Outros vegetais – abóbora d’água e moranga, abóbora japonesa e paulista, abobrinha brasileiraagrião, alho estrangeiro, alho porró, amendoinsbatatas doce, brócolis, canjica, carácebola estrangeira, cenoura, catalonha, chuchu, coco seco, couve, erva doce, ervilha comum, ervilha tortaespinafre, feijão corado, gengibre, inhame, jiló, louromandioca, mandioquinhamilho verdemoiashi, mostarda, nabo, palmito, pinhãorabanete, repolho, salsa.

JULHO

Frutas – abacate fortuna/quintal, abiu, atemoia, banana maçã, carambola, cidra, cupuaçu, kiwis, laranja Bahia e lima, laranja pera, lima da Pérsia, maçãs, mamão formosa, mangostão, maracujá azedo, maracujá docemexerica, morango, pêssego estrangeiro, pinha, quincan, sapoti, tangerina cravo e murcottangerina poncan.

Outros vegetais – abóbora japonesa, abóbora moranga e paulista, abobrinha brasileira, agrião, alho nacional, amendoim com casca, amendoim sem casca, batatas doce, beterraba, brócolis, canjica, cará, catalonha, cebola nacional, cebola paulista, cenoura, coco seco, coentro, couve, couve-flor, couve de Bruxelas, erva doce, ervilhas, espinafre, feijão corado, hortelã, inhamelouro, milho verdemoiashi, mostarda, nabo, palmito, pepino caipira, rabanete, repolho, salsa,

AGOSTO

Frutas – abacate fortuna/quintal, abiu, ameixa estrangeira, atemoia, bananas, caju, carambola, cidra, cupuaçu, graviola, kiwi nacional, kiwi estrangeiro, laranjas, lima da Pérsia, maçã Fuji, maçã gala e Grammy Smithmaçã red del, mamão formosa, mamão Havaí, mangostão, maracujás, melão amarelo, mexerica, morango, nectarina estrangeira, nêspera, pera estrangeira, pêssego estrangeiro, pinha, quincan, sapoti, tamarindo, tangerina murcot, uva Itália e Thompson.

Outros vegetais – abóbora japonesa, abóbora moranga e paulista, abobrinhas, agriãoalcachofra, alho estrangeiro, amendoim com casca, alho nacional, amendoim sem casca, batata doce amarela, beterraba, batata doce rosadabrócoliscará catalonhacebola nacional e paulista, cebolinha, cenouracoentro, couveS, endívias, erva doceervilhas, escarola, espinafre, fava, gobohortelãinhame, jiló, louro, moiashi, mandioca, mandioquinhamostarda, nabo, orégano, palmito, pepino comum, pimentão verde, rabaneterepolho, tomate, tomate salada, vagem.

SETEMBRO

Frutas – abacate Breda/Margarida, abiu, acerola, ameixa estrangeira, amêndoa, avelã, banana maçã e prata, caju, banana nanica, carambola, coco verde, cupuaçu, graviola, jabuticaba, kiwi estrangeiro, laranja lima e pera, laranja Bahia, lima da Pérsia, maçã gala e Grammy Smithmaçã red del, mamão formosa e Havaí, manga Palmer, maracujá azedo, maracujá doce, melancia, melão, morango, mexerica, nêspera, sapoti, tamarindo, tangerina murcot, nectarinas, pera estrangeira, pêssego estrangeiro, physalisquincan, uva Thompson.

Outros vegetais – abóbora japonesa, abóbora paulista, abobrinha brasileira, abobrinha italiana, agrião, alcachofraalho nacionalalmeirão, aspargos, amendoim sem casca, batata doce rosada, beterraba, brócoliscará, catalonha, cebola estrangeira, cebola nacional e paulista, cenoura, chicória, chuchu, coentro, couveS, endívias, erva doce, ervilhas, escarola, espinafre, fava, folha de uva, hortelãinhame, jiló, louro, mandioca, mandioquinha, manjericão, maxixe, moiashi, mostarta, palmito, pepino comum e japonês, pimentão verde, rabanete, repolho, rúcula, tomate, tomate salada, vagem.

OUTUBRO

Frutas – abacate Breda/Margarida, abacaxi pérola, abiu, acerola, ameixasamora, banana maçã e nanica, banana prata, caju, castanha nacional, coco verde, graviola, jabuticaba, jaca, kiwi estrangeiro, laranja Bahia, laranja lima e pera, lima da Pérsia, maçã Fuji e red del, maçã Grammy Smith, mamão formosa, mamão Havaí, manga Haden e Palmer, manga Tommy, maracujá azedo, melancia, melão amarelo, mexerica, morango, nectarina nacional, nêspera, nozes, pêssego nacional, physalissapoti, tamarindo, tangerina murcot, uva Thompson.

Outros vegetais – abóbora japonesa, abóbora paulista, abobrinha brasileira, abobrinha italiana, alcachofraacelga, almeirãoalho nacional, alho porró, amendoim sem casca, aspargo, batata doce amarela, berinjela japonesa, beterraba, brócolis, carácatalonha, cebola nacional e paulista, cenourachuchu, coco seco, coentro, cogumelo, couve, couve de Bruxelas, couve-flor, erva doce, ervilha comum, ervilha torta, espinafre, fava, folha de uvagobo, hortelã, inhame, louro, mandioca, mandioquinha, manjericão, maxixe, mostarda, nabo, palmito, pepino japonês, pepino caipira e comum, pimenta Cambuci, pimentões, rabanete, repolho, rúcula, taquenoco, tomate caqui, tomate, tomate salada, vagem.

NOVEMBRO

Frutas – abacate Breda/Margarida, abacaxi pérola, acerola, abacaxi Havaí, ameixa nacional, banana nanica, banana prata, caju, carambola, castanha estrangeira, castanha nacional, coco verde, framboesa, grapefruitgraviolajaca, kiwi estrangeiro, laranja Bahia e lima, laranja pera, lima da Pérsia, limão Taiti, maçã Fuji e red del, , maçã Grammy Smith, mamão Havaí, mangas, maracujá azedo, melancia, melão amarelonectarina nacional, nozes, pêssego nacional, physalis, sapoti, tâmara, tangerina murcot, uva Thompson.

Outros vegetais – abóbora d’água, japonesa e paulista, abobrinha italiana, acelga, alcachofra, alho nacional, alho porró, almeirão, aspargo, batata doce amarela, berinjela comum e japonesa, beterraba, brócolis, cebola nacional e paulista, cebolinha, cenoura, chuchu, coentro, cogumelo, couve, couve de Bruxelas, couve-flor, endívia, erva doce, ervilha torta, espinafre, feijão corado, folha de uva, gengibre, gobohortelã, mandioca, manjericãomaxixe, mostarda, palmito, pepino caipira e japonês, nabo, pepino comum, pimenta Cambuci, pimentão amarelo e vermelho, rabanete, rúcula, taquenocotomate, tomate caqui, tomate salada, vagem.

DEZEMBRO

Frutas – abacate Breda/Margarida, abacaxi Havaí e pérola, acerola, ameixa estrangeira, ameixa nacional, amêndoa, amora, avelã, banana prata, caju, carambola, castanhas, cereja estrangeira, cidra, coco verdedamasco estrangeiro, figo, framboesa, goiaba, graviola, grapefruit, jaca, kiwi estrangeiro, laranja pera, lichia, maçã Fuji, maçã Grammy Smith e red del, mamão Havaí, mangas, mangostão, maracujá azedo, maracujá doce, marmelo, melancia, melão amarelonectarinas, nozes, pêssego estrangeiro, pêssego nacional, physalis, pitaia, romã, sapoti, tâmara, tangerina murcot, uva Itália, Niagara e rubi. 

Outros vegetais – abóbora d’água e moranga, agrião, alface, alho porró, almeirão, aspargobatata, berinjela comum, berinjela japonesa, beterraba, brócolis, cebola nacional, cebola paulista, cebolinha, cenouracoentro, cogumelo, couve-flor, couve de Bruxelas, endívias, erva doce, ervilha tortaespinafre, feijão corado, folha de uva, gobo, hortelã, jiló, pimenta Cambuci, taquenocomanjericão, mostarda, maxixe, nabo, palmito, pepino japonês, pimentões, rabanete, rúcula, salsa, salsão, tomates, vagem.

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A cura da água – Ana Chieffi[1] http://chieffi.com.br/a-cura-da-agua-ana-chieffi1/ http://chieffi.com.br/a-cura-da-agua-ana-chieffi1/#comments Fri, 12 Apr 2013 23:23:00 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=2403 Read More »]]> OBJETIVO DA CURA – O tratamento de uma ou outra das seguintes doenças – Medicina Interna: dores de cabeça, hipertensão, anemia, artrite, reumatismo, paralisia facial, paralisia geral, obesidade, taquicardia (palpitação do coração), astenia (cansaço geral). Tosse, asma, bronquite, tuberculose. Meningite, doença hepática (fígado), uropatia (rins); Piose gástrica, diarréia (ulceração dos intestinos), prolapso retal (queda do órgão), constipação, hemorróidas. Diabetes Oftalmologia: menorragia ou pálmica dos olhos, astenia (cansaço de vista). Otorrinolaringologia: zumbido nos ouvidos, renite (infecção da garganta). Ginecologia: câncer do útero, menstruação irregular, leucorréia, câncer de mama.

Esta cura d’água pode parecer para alguém, inconcebível, mas os fatos comprovam que ela é recomendada. Beber uma considerável quantidade de água, de uma só vez, torna o cólon mais eficaz para produzir mais sangue renovado, realidade reconhecida em termos médicos como hematopoese, formação de glóbulos sangüíneos. Isto é possível pela ativação das dobras das mucosas que se encontram no cólon e intestinos que absorvem os elementos nutritivos dos alimentos que ingerimos e os transformam em sangue novo e fresco. Esta teoria foi publicada em um artigo escrito por um professor japonês de uma Universidade Médica, há sete anos. Em geral, devido à insuficiência do cólon, o homem sente-se esgotado, adoece e dificilmente consegue se curar. O cólon de um adulto mede aproximadamente 2,5 cm de comprimento, podendo absorver os elementos nutritivos que o corpo recebe. Se o cólon estiver limpo, então os alimentos que ingerimos várias vezes por dia serão completamente absorvidos pelas mucosas do cólon, que os transforma em sangue novo e fresco para o organismo. Esse sangue novo se encarregará de curar as nossas doenças e ele é considerado como principal força do restabelecimento da saúde. Em outras palavras a cura d’ água nos tornará sadios e prolongará a nossa vida.

HISTÓRIA DO AUTOR – Eu encontrei há 30 anos um homem de uma certa idade. Esse homem embora bastante idoso, parecia muito robusto e de uma saúde extraordinária. Eu o saudei e perguntei se ele sofria de algumas doenças. Ele me respondeu: ” há muito tempo eu não sofro de nenhuma moléstia. Anos atrás quando eu tinha 20 anos sofria de gastrite (inflamação do estômago) e fiquei acamado por uns dez anos. Durante esse tempo me tratei com cinco médicos que me prescreveram todo tipo de remédio e injeção sem resultado. A seguir um velho amigo meu, médico, disse-me que poderia me ajudar, nenhum medicamento poderia me curar, mas existia uma terapia que eu poderia experimentar. Perguntei do que se tratava e ele me ensinou: Todas as manhãs, ao levantar, não lave a boca e beba 42 onças (aproximadamente seis copos de água ou 1,3 lts de água). Evite comer antes de deitar. Ele me deixou com esses ensinamentos. Eu segui suas instruções e bebi os seis copos de água. Em menos de uma hora, senti necessidade de urinar três vezes, comi meus grãos de cereais no almoço e há mais de dez anos nunca os tinha achado tão deliciosos. Na manhã seguinte, bebi a mesma quantidade de água. Evacuei , então todos os resíduos, estagnados nos meus intestinos. Estou com a idade de 68 anos, desde esse tempo tenho sempre seguido a cura d’ água e nunca mais fiquei doente, nem mesmo com resfriado. Esta cura foi benéfica também para minha família, quanto meus filhos tiveram meningite, após ter utilizado a cura d’ água todos recuperaram a saúde. Minha esposa há dez anos sofria do coração e estava muito gorda, com menos de cinco pés de altura (1,50 metros), pesava 120 quilos. Após ter seguido a cura d’ água em menos de dez dias toda sua doença desapareceu. Após um espaço de dois meses, tinha conseguido emagrecer oito quilos.

PONTOS A CONSIDERAR – Existem algumas particularidades que devemos observar a respeito da cura d’ água. Uma pessoa que está doente pode achar difícil beber seis copos de água de uma só vez, mas deve ter paciência, experimentar andar ou correr por alguns momentos (entre doia a três copos para o outro, fazer um espaço de alguns minutos). Poderá então conseguir tomar toda a quantidade de água exigida. Após ter bebido toda água (seis copos), devem fazer exercícios durante 20 minutos, seja correndo, ou jopping ( o tradutor por excelência recomendada o jopping, isto é, pular no mesmo lugar, no quarto onde se dorme). Uma pessoa doente que não consegue levantar-se, deveria após tomar a água, fazer respiração profunda no leito e massagear o abdômen, o que ajuda a passagem de água no cólon, de modo a lavar as dobras da mucosa intestinal.

Passados sete anos, esse professor da Universidade do Japão publicou uma tese sobre a função da hematopoese ( formação dos glóbulos vermelhos) e até hoje sua teoria não foi contestada.

Tempo de duração da cura para cada doença

ARTRITE E REUMATISMO – as pessoas idosas que sofrem dessas doenças devem fazer a cura d’ água 03 vezes por dia, durante uma semana, para obter a cura completa (não diz quais as horas durante o dia, talvez deve ser nos intervalos das refeições). As pessoas que fazem a cura d’ água, podem beber, durante as refeições, a bebida habitual (que esta acostumado), mas não deve tomá-las antes de duas horas após as refeições. Deve também evitar de ingerir comida sólida antes de deitar, sobretudo massas.

CÂNCER – um mês.

CONSTIPAÇÃO – um dia.

DIABETES – uma semana.

GASTRENTEROPTOSE – queda do órgão, após três dias.

GASTRITE – a experiência prova que as pessoas que sofrem de gastrite obtém alívio após a cura d’ água durante uma semana.

HIPERTENSÃO – as pessoas hipertensas após um mês.

PULMÕES/TURBECULOSE – três meses.

CONSIDERAÇÕES GERAIS – O muito ou pouco de água que se consegue tomar, principalmente no início, seguramente traz bons resultados. Aconselha-se aumentar aos poucos (se não conseguir da primeira vez), até chegar aos seis copos. Aconselha-se ainda, colocar a água que se vai beber de noite, num único recipiente, de modo que os resíduos ou elementos químicos se depositem no fundo da vasilha, durante a noite.


[1] Organizado a partir de trechos escolhidos de publicação de uma associação médica japonesa.

 

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