chieffi » Livros http://chieffi.com.br site da ana maria chieffi Sun, 10 Sep 2017 04:09:31 +0000 en-US hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.5.2 Livros http://chieffi.com.br/livros-2/ http://chieffi.com.br/livros-2/#comments Mon, 25 Mar 2013 23:30:49 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=1623 Read More »]]> Aqui há resumos de diferentes e variados livros que li nos últimos anos. Se gostar, não perca tempo: vá correndo ao original!

Com a felicidade de possuir ascendente em Sagitário, sempre tive muita facilidade para “viajar”. Nem é preciso sair do lugar. Se sair, no entanto, muito melhor. Pode ser longe ou perto, sempre gosto. Se for apenas até o Embu das Artes ou a Baixada Santista, também gosto. Em se tratando de viagens, qualquer paixão me diverte.

O mesmo ocorre quando leio um livro. Por mais que me prenda a atenção, o risco da “viagem” é uma constante. Daí que anoto tudo. Acabo conseguindo, como produto, uma boa síntese das ideias do/a autor/a.

Espiritualidade                              Comportamento                              Saúde

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Livros/Espiritualidade http://chieffi.com.br/livrosespiritualidade/ http://chieffi.com.br/livrosespiritualidade/#comments Sun, 24 Mar 2013 20:00:51 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=3745 Read More »]]> As lições de Don Juan – Carlos Castañeda

A Erva do Diabo – Carlos Castañeda

Uma estranha realidade – Carlos Castañeda

Nosso Lar – André Luiz/Chico Xavier

O Ego sem medo – Chris Griscom

O Ego sem medo/Exercícios – Chris Griscom

O Ego sem medo/Meditação – Chris Griscom

A lei do sucesso – Paramahansa Yogananda

As Sete Leis Espirituiais do Sucesso – Deepak Chopra

Criando Prosperidade – Deepak Chopra

O caminho do Mago – Deepak Chopra

O caminho para o Amor – Deepak Chopra

O retorno do Rishi – Deepak Chopra

Vida incondicional – Deepak Chopra

Análise da Alma – Fávio C. Fontenelle

A árvore do Yoga – B. K. S. Iyengar

A vida mística de Jesus – H. Spencer Lews

As doutrinas secretas de Jesus – H. Spencer Lews

Jesus viveu na Índia – Holger Kersten

Jesus, esse grande desconhecido – Juan Arias

Eu, Barrabás – Ivana Moraes

Os segredos do xamanismo – Jose e Lena Stevens

O que é alquimia – Jorge Machado

Alegria e Triunfo – Lourenço Prado

A cozinha da bruxa – Márcia Frazão

Relacionamento – Amor e Liberdade – Osho

A Nova Criança – Osho

O que é Meditação – Osho

Meditação – A primeira e última liberdade – Osho

Meditação – A primeira e última liberdade/Guia – Osho

O que é tarô – Paulo Urban

Feng Shui – Coleção Caras Zen/vários autores

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Livros/Comportamento http://chieffi.com.br/livros-comportamento/ http://chieffi.com.br/livros-comportamento/#comments Sun, 24 Mar 2013 20:00:40 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=3606 Read More »]]> Somos todos animais – Suzana Andrade e Ulisses Tavares (org.)

O encantador de cães – Cesar Millan

Adestramento Inteligente – Alexandre Rossi 

Meus amigos inteligentes – Marcel Benedeti

Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor? Allan e Barbara Pease

Lados opostos da cama – Cris Evatt

Síndrome de Peter Pan – Dan Kiley

Utopia e Paixão – Roberto Freire e Fausto Brito

Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus – John Gray

Os Parceiros Invisíveis – John Sanford

Mulheres que amam demais – Robin Norwood

 A Carícia Essencial – Roberto Shinyashiki 

Nos, as sogras – Christiane Collange

Presente do mar – Anne M. Lindbergh 

Quem ama, educa! Içami Tiba

“Se ligue” em você – Luiz Antonio  Gasparetto

Sapos em Príncipes – Richard Bandler&John Grindear 

Introdução à PNL – Joseph O’Connor e John Seymor

O monge e o executivo – James C. Hunter                                         

Os segredos da mente milionária – T. Harv Eker

]]> http://chieffi.com.br/livros-comportamento/feed/ 0 Livros/Saúde http://chieffi.com.br/livrossaude/ http://chieffi.com.br/livrossaude/#comments Sun, 24 Mar 2013 18:00:57 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=3826 Read More »]]> Conexão Saúde – Deepak Chopra 

A Cura Quântica – o poder da mente e da consciência – Deepak Chopra 

Corpo sem idade, mente sem fronteiras – Deepak Chopra 

Dominando o vício – a solução espiritual – Deepak Chopra 

Saúde Perfeita – Deepak Chopra 

Você tem fome de que? Deepak Chopra

Lugar de médico é na cozinha – Alberto P. Gonzalez

A dieta do tipo sangüíneo – Peter J. D’Adamo

Mulheres francesas não engordam – Mireille Guiliano

As 11 dietas mais famosas do mundo – Alexander de Azevedo 

Síndrome de Down – guia para pais e educadores – Siegfried Pueshel (org.) 

Linguagem do Corpo 2 – Cristina Cairo 

Viva a menopausa naturalmente – Dagmar Ramos 

Reflexologia Energética – Alberto Feliciano e Pier Campadello 

A flora nacional na medicina doméstica – A. Balbach

Ande! – S. Kiesling e E. C. Frederick 

O Cigarro – Mário C. Carvalho 

Medicina Oriental – Coleção Caras Zen/Vários autores 

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As lições de Don Juan – Carlos Castañeda http://chieffi.com.br/as-licoes-de-don-juan-carlos-castaneda/ http://chieffi.com.br/as-licoes-de-don-juan-carlos-castaneda/#comments Sat, 23 Mar 2013 23:55:21 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=775 Read More »]]> Um guerreiro age estrategicamente. O medo não prejudica ninguém. O que prejudica é ter sempre alguém dizendo o que fazer e o que não fazer.

Parte I – Parando o Mundo

1. REAFIRMAÇÕES DO MUNDO EM TORNO DE NÓS

As pessoas dificilmente percebem que nós podemos cortar qualquer coisa de nossas vidas, a qualquer hora e que não podemos fazer nada sem o espírito.

2. APAGANDO A HISTÓRIA PESSOAL

É preciso desejar abandonar a história pessoal e então agir harmoniosamente para cortá-la aos poucos. Perguntar sobre o passado não é bom. É melhor apagarmos nossa história pessoal porque isso nos torna livres do estorvo de pensarmos nos outros. Aos poucos criamos um nevoeiro em torno de nós, apagando tudo, até que nada seja admitido, certo ou real. Quando alguém não tem história pessoal, nada do que diz é tomado como mentira. Temos duas alternativas: ou tomamos tudo como certo e real ou não. No primeiro caso ficaremos aborrecidos conosco e com o mundo. Já se apagarmos a história pessoal, criaremos uma nuvem em torno de nós, um estado muito excitante e misterioso, em que ninguém sabe onde o coelho irá aparecer, a não ser nós mesmos. Quando nada é certo, ficamos perenemente alertas. É mais excitante não saber onde o coelho está escondido do que comportar-se como se soubesse tudo.

3. PERDENDO AUTO-INFLUÊNCIA (ou importância)

A auto-influência também deve ser abandonada. O mundo é muito misterioso. Ele não entrega seus segredos facilmente. Enquanto sentimos que somos a coisa mais importante do mundo, não podemos apreciá-lo realmente. Não importa o que se diz a uma planta. O que importa é o sentimento de gostar dela e o fato de tratá-la como igual. As plantas e nós estamos quites. Ninguém é mais ou menos importante. É preciso falar com elas em voz alta e clara se quisermos que elas respondam. Não é necessário falar com as plantas, a não ser que queiramos saber seus segredos e para isso é preciso ter a mais inabalável intenção. Se uma plantinha for generosa conosco, devemos agradecê-la, ou talvez ela não nos deixe ir embora.

4. A MORTE É UMA CONSELHEIRA

A morte é nossa eterna companheira. Está sempre à nossa esquerda, ao nosso alcance, observando-nos, até o dia em que nos tocará. Ninguém pode se sentir muito importante, tendo a morte à espreita. Quando nos sentimos impacientes, devemos virar à esquerda e pedir conselhos à morte. Muitas insignificâncias são abandonadas quando sentimos que a morte nos acompanha. Ela é a única conselheira que temos. A morte é a caçadora.

5. ASSUMINDO RESPONSABILIDADE

Quando alguém decide fazer algo, deve ir até o fim e se responsabilizar pelo que faz. Não importa o que faça, deve saber o que está fazendo e agir sem dúvidas ou remorso. Num mundo onde a morte é a caçadora, não há tempo para dúvidas e remorso. Só há tempo para decisões, não importando o tamanho delas. Todas elas são tomadas diante da morte.

6. TORNANDO-SE CAÇADOR

Se olhamos para um arbusto, árvore ou pedra onde podemos descansar, nossos olhos podem nos fazer sentir se é ou não o melhor lugar. O truque é sentir com os olhos. A técnica é separar as imagens e ver dois de tudo, focar a atenção na área entre as duas imagens. Alguma mudança digna de nota aparecerá nessa área. Ser um caçador significa que conhecemos um ótimo negócio, que podemos ver o mundo de diferentes formas. Para ser um caçador é preciso estar em perfeito equilíbrio com tudo, senão a caça se transforma numa rotina diária sem sentido. Por exemplo, hoje nós pegamos uma pequena cobra. Eu tive que me desculpar com ela por cortar sua vida tão de repente e definitivamente. Nós e as cobras somos iguais. Uma delas nos alimentou hoje. Caçadores devem ser indivíduos excepcionalmente severos. Um caçador deixa muito pouco acontecer. A caça é um dos maiores atos que alguém pode executar. Todos os caçadores são poderosos. Um caçador tem que ser poderoso para começar, em boas condições, a suportar o rigor de sua vida. Em algum momento todos souberam que os caçadores eram as melhores pessoas.

7. SENDO INACESSÍVEL

Um caçador precisa saber tudo para mover-se corretamente. O mundo é um lugar misterioso, especialmente no crepúsculo, que é um horário de poder. Nesse horário o vento se transforma em poder. O caçador usa o crepúsculo e o poder escondido no vento. Se for conveniente, ele se esconde desse poder até que o crepúsculo passe. Essa proteção é como um casulo. O segredo dos grandes caçadores reside em ser acessível ou inacessível na curva certa da estrada. Todos somos loucos. Ser inacessível significa que se toca o mundo sutilmente: comendo pouco, não usando e pressionando pessoas, principalmente as amadas. Ser inacessível significa, deliberadamente, evitar cansar-se e aos demais. Um caçador sabe que vai driblar as armadilhas e por isso não se preocupa. A preocupação torna-nos acessíveis. Preocupados, nos agarramos a qualquer coisa, em desespero. Agarrados, chegamos à exaustão. Um caçador se relaciona intimamente com seu mundo e assim torna-se inacessível a esse mesmo mundo.

8. ROMPENDO AS ROTINAS DA VIDA

Um caçador sabe as rotinas de sua presa, mas, ele mesmo, não tem rotinas. Ele não é como os animais. Ele é livre, fluido, imprevisível. A preocupação de um caçador é não ser uma presa, ele mesmo.

9. A ÚLTIMA BATALHA NA TERRA

Um caçador deve viver como tal para arrancar quase tudo de sua vida. Infelizmente mudanças são difíceis e acontecem muito devagar. Um bom caçador muda seus caminhos com a frequência necessária. Precisa saber que há poderes na Terra que guiam tudo o que está vivo. Guiam nossa vida e nossa morte. Nós precisamos nos responsabilizar por estarmos num mundo misterioso, admirável, estupendo, incomensurável, maravilhoso. Devemos aprender que cada ato conta, pois estamos aqui por pouco tempo, pouco para testemunhar toda essa maravilha. As mudanças necessárias acontecem de repente. As ações somente terão poder se forem tomadas como a última batalha na Terra. A continuidade só nos faz tímidos.

10. TORNANDO-SE ACESSÍVEL AO PODER

Não se deve carregar nada nas mãos ao caminhar. Um caçador não se preocupa com a manipulação do poder. Já um guerreiro busca o poder. A decisão entre ser um caçador ou um guerreiro está no domínio dos poderes que guiam as pessoas. Um caçador sabe que seus sonhos são reais. Os sonhos são mais reais que a “realidade” porque neles temos poder. O poder é algo com que um guerreiro se relaciona. No início é algo inacreditável, forçado, é difícil até pensar sobre ele. Depois transforma-se em questão séria. Finalmente é algo em nós que controla nossos atos e obedece nosso comando. O primeiro passo é levantar sonhando. Para isso, à noite, nos sonhos, deve-se olhar para as mãos. Todas as vezes que olhamos para algo nos sonhos, ele toma forma. Quando mudar de forma, olhamos para outra coisa.

11. O HUMOR DE UM GUERREIRO

Um guerreiro é um impecável caçador que caça poder. Quando tem sucesso, pode se tornar uma pessoa de saber. Os guerreiros se enterram para ter esclarecimento e poder. Não devemos nos lamentar. Isso não combina com a vida de um guerreiro. A coisa mais difícil do mundo é assumir o humor de um guerreiro. Não estar triste ou preocupado e sentir-se justificado. O humor de um guerreiro chama pelo autocontrole e, ao mesmo tempo, pelo auto-abandono. Podemos ultrapassar nossos limites se estivermos com o humor certo. Um guerreiro faz seu próprio humor. É conveniente sempre agir num certo humor. Precisamos do humor de um guerreiro para qualquer ato simples. Ele calcula tudo. Isso é controle, mas assim que calcula, age. Isso é abandono. Ninguém o empurra ou o faz agir contra si. Ele sobrevive da melhor forma possível. Um guerreiro pode ser prejudicado, mas não ofendido. Para um guerreiro não há nada ofensivo, desde que ele aja com o humor certo. O humor de um guerreiro não é afetado pelo mundo de ninguém. Alcançar o humor de um guerreiro não é simples, é uma revolução.

12. UMA BATALHA DE PODER

Não há planos quando se caça poder. Um caçador caça tudo o que se apresenta para ele. Ele precisa sempre estar em estado de alerta. O poder é uma questão peculiar. É impossível dizer o que realmente é. É um sentimento que se tem sobre certas coisas. É pessoal. O poder nos comanda e nos obedece. Um caçador de poder prende-o e guarda-o como um achado pessoal. Assim seu poder pessoal cresce e ele pode chegar a guerreiro, que tem tanto poder pessoal, que se transforma numa pessoa de saber. Um caçador de poder observa tudo e tudo conta a ele algum segredo. O poder é uma questão misteriosa. A morte está sempre esperando; por isso, aventurar-se no desconhecido é uma estupidez. O mundo é um mistério. Somos tão jovens quanto quisermos.

13. A ÚLTIMA POSIÇÃO DE UM GUERREIRO

Quando alguém está negociando com o poder, deve ser perfeito. Enganos são mortais. As pessoas escolhem um lugar de poder e lá elas morrerão, estejam onde estiverem. A morte permite ao guerreiro chamar pela última vez seu poder e que se alegre, porque ele tem espírito impecável.

14. O ANDAR DO PODER

Uma pessoa de saber sabe que a morte é a última testemunha porque ele vê. Não importa como alguém foi criado. O que determina o caminho para se fazer algo é o poder pessoal. As pessoas são o resultado de seu poder pessoal, que determina como viver e como morrer. O poder pessoal é um sentimento. Uma pessoa de saber é alguém que seguiu, verdadeiramente, os sofrimentos do aprendizado. Alguém que foi tão longe quanto pode, desvendando os segredos do poder pessoal. Caçar poder é um evento peculiar. Começa como uma idéia, manifesta-se passo a passo e então acontece. Caçar poder é uma estranha questão. Não há caminho a planejar e isso é excitante. Um guerreiro age como se ele tivesse um plano porque ele acredita em seu poder pessoal. Ele sabe que isso o fará agir do modo mais apropriado. O segredo da juventude não está no que se faz por si próprio, mas no que não se faz. O mundo é um mistério e não importa como o imaginamos. O caminho do saber e do poder é muito difícil e longo.

15. NÃO FAZER

Ou nos fazemos miseráveis ou nos fazemos fortes. A quantidade de trabalho é a mesma. Não fazer é muito difícil e poderoso. Não fazer é só para guerreiros muito fortes. Há infinitas linhas que nos unem às coisas. As linhas mais duráveis que uma pessoa de saber produz vêm do meio do corpo. A parte mais difícil do caminho do guerreiro é compreender que o mundo é um sentimento. Quando alguém está não fazendo, está sentindo o mundo e o sente através de suas linhas. Ver é a realização final de uma pessoa de saber e é atingido somente quando paramos o mundo através da técnica de não fazer. Durante o dia as sombras são as portas do não fazer, mas à noite tudo são sombras, inclusive os aliados. A única coisa real é que morreremos.

16. O ANEL DO PODER

Quando nascemos, trazemos conosco um anel de poder, que quase imediatamente é posto em uso. Todos estamos presos ao nascimento e nossos anéis estão unidos para o fazer do mundo. Uma pessoa de saber desenvolve outro anel de poder, o anel de não fazer e com ele, pode girar outro mundo. Não fazer é milagroso e poderoso.

17. UM VALIOSO ADVERSÁRIO

Se nunca podemos ser enganados, nunca podemos aprender. Quando um guerreiro encontra seu adversário que não é um simples ser humano, ele deve parar. Só assim se manterá invulnerável. Um guerreiro leva sua vida estrategicamente. Só vai a festas se sua estratégia recomendar, para poder ter todo o controle necessário.

Parte II – Viagem para Ixtlan

18. O ANEL DE PODER DO FEITICEIRO

Todos nós, sendo ou não guerreiros, temos um centímetro cúbico de chance que aparece para nós de vez em quando. A diferença entre uma pessoa comum e um guerreiro é que o guerreiro é consciente disso e uma de suas tarefas é estar alerta, deliberadamente esperando, de forma que quando seu centímetro cúbico aparece, ele tem a necessária rapidez e habilidade para pegá-lo. Chance, boa sorte e poder pessoal são um estado peculiar das questões. É como um pequeno graveto que chega perto de nós e nos convida para apanhá-lo. Normalmente estamos ocupados, preocupados ou com preguiça para perceber nosso centímetro cúbico de sorte. Já um guerreiro está sempre alerta, amarra e tem a corda necessária para apoderar-se dele.

19. PARANDO O MUNDO

Ver acontece somente quando nos movemos entre o mundo comum e o dos feiticeiros, pois ambos são reais. Para ver é preciso aprender a forma como os feiticeiros olham para o mundo e então o aliado é chamado e vem.

20. VIAGEM PARA IXTLAN

Se seu pescoço ficar duro, é sinal de que você está pronto para encontrar o aliado. O solavanco que se sente quando arrebatamos um aliado é tão forte, que pode-se morder a língua ou bater os dentes. O corpo deve estar ereto e bem apoiado, com os pés agarrando o chão, para sustentar o impacto e então deve-se pular e agarrar o aliado. Depois de encontrar o aliado, nada mais é real. Não há resultado final em nossa jornada. Nossos sentimentos não morrem nem mudam e um feiticeiro começa seu caminho de volta para casa sabendo que nunca vai alcançá-lo, sabendo que nenhum poder na Terra, nem sua morte vai libertá-lo do lugar, das coisas e das pessoas que amou. Para ser um feiticeiro é preciso ter paixão. Uma pessoa apaixonada tem bens materiais e as coisas custam para ela – se não tiver nada mais, basta a trilha por onde anda. Somente como feiticeiro pode-se sobreviver no caminho do saber, porque a arte do feiticeiro é equilibrar o terror e a maravilha de ser alguém. Nada é ganho forçando o resultado. Para sobreviver é preciso ser cristalino e extremamente seguro de si mesmo.

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A erva do diabo – Carlos Castañeda http://chieffi.com.br/a-erva-do-diabo-carlos-castaneda/ http://chieffi.com.br/a-erva-do-diabo-carlos-castaneda/#comments Sat, 23 Mar 2013 23:50:19 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=3622 Read More »]]> Só vale a pena percorrer caminhos que tenham coração.

Não há nada de mau em sentir medo; quando se tem medo, vê-se as coisas de modo diferente. Ele é o 1o. inimigo natural que temos que vencer no caminho para o conhecimento. Quando nos preocupamos muito conosco, ficamos cansados. Devemos ir para o conhecimento como para a guerra: despertos, com medo, respeito e segurança. Um aliado é um poder que podemos introduzir na vida para ajudar-nos, aconselhar-nos e dar-nos força para agir. Aprender por conversas é perda de tempo e estupidez, pois aprender é a tarefa mais difícil da vida.

A gente se zanga com as pessoas quando acha que seus atos são importantes. Uma pessoa de conhecimento é alguém que seguiu honestamente as dificuldades da aprendizagem. Quando começamos a aprender não temos objetivos claros. O que aprendemos não é o que imaginávamos e passamos a ter medo, nosso 1o. inimigo natural. Se fugirmos, nunca aprenderemos. Devemos desafiar o medo: senti-lo, mas não parar, até que ele recue. Aí a clareza de espírito o apagará. Ela é o 2o. inimigo, pois cega. Também deve ser desafiada e vencida. Aí chegamos ao poder, o mais forte de todos os inimigos, que também deve ser desafiado, com controle, cuidado e lealdade. O último inimigo é a velhice, o mais cruel, que não pode ser derrotado, mas apenas afastado.

Um caminho não é mais que um caminho. Se achar que não deve segui-lo, não deve permanecer nele, sob nenhuma circunstância, sem medo ou ambição. Se o caminho tiver coração, a viagem será alegre e fácil e nos tornamos fortes. Senão, não é agradável, é difícil e nos enfraquecemos. Antes de seguir um caminho, devemos perguntar se tem coração. Se não tiver, devemos escolher outro.

Don Juan utilizava, separadamente e em ocasiões diferentes, três plantas alucinógenas: o peiote, a datura e um cogumelo. Elas são empregadas para a cura, êxtase, feitiçaria e prazer. Don Juan associava as duas últimas ao poder que denominava “aliado”. A 1a., à sabedoria, o conhecimento da maneira certa de viver.

A erva-do-diabo tem quatro cabeças: a raiz, a haste e as folhas, as flores e as sementes. Cada qual é diferente e quem a tornar sua aliada tem que aprender a respeito delas nessa ordem. A cabeça mais importante está nas raízes. O poder da erva-do-diabo é conquistado por meio de suas raízes. A haste e as folhas são a cabeça que cura as moléstias. A 3a. cabeça fica nas flores, e é usada para tornar as pessoas malucas, fazê-las obedientes ou matá-las. Quem tem a erva por aliada, nunca absorve as flores, nem a haste e as folhas, a menos que esteja doente. As raízes e as sementes são sempre absorvidas, especialmente as sementes, que são a 4a. cabeça, a mais poderosa. A erva-do-diabo é para quem quer o poder; o fumo, para quem deseja contemplar e ver.

A 2a. porção da erva-do-diabo é usada para ver. A erva-do-diabo, como uma mulher, lisonjeia e prepara armadilhas, faz crer que é o único caminho. É cheia de paixões, ciúme e violência. O fumo é um poder mais nobre, constante, tem o coração mais puro. Não nos engoda nem aprisiona, não ama, nem odeia. Só quer a força do coração.

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Uma Estranha Realidade – Carlos Castañeda http://chieffi.com.br/uma-estranha-realidade-carlos-castaneda/ http://chieffi.com.br/uma-estranha-realidade-carlos-castaneda/#comments Sat, 23 Mar 2013 23:45:15 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=3625 Read More »]]> Pensar demais em si mesmo dá um cansaço estranho, que leva a fechar o mundo em volta de si e se agarrar aos próprios argumentos.

Conversamos conosco sobre nosso mundo. Nós o conservamos com nossas conversas internas.

A sensação de importância faz a pessoa sentir-se pesada, desajeitada e vaidosa. Para ser uma pessoa de conhecimento, ela tem que ser leve e fluida.

O meio mais eficaz de se viver é como guerreiro: preocupar-se e pensar antes de tomar qualquer decisão, porém, uma vez tomada, seguir seu caminho, livre de preocupações e pensamentos.

Para sermos guerreiros, devemos estar, antes de tudo, conscientes de nossa morte. Também é necessário o desprendimento. Assim, a idéia da morte iminente, em vez de se tornar uma obsessão torna-se uma indiferença.

O guerreiro, que é desprendido, e sabe que não pode evitar sua morte, só se apóia no poder de suas decisões; é o senhor de suas opções e compreende que elas são sua responsabilidade, não tendo tempo para remorsos ou recriminações.

Com a consciência de sua morte, com seu desprendimento e com o poder de suas decisões, um guerreiro organiza sua vida de maneira estratégica. Assim ele executa tudo o que precisa com vontade e eficiência e adquire paciência, que é condição para o caminho da vontade.

Um guerreiro evita conversas internas. Ele escuta o mundo; os sons do mundo.

É preciso insistir muito, mesmo sabendo que o que se está fazendo é inútil. Mas primeiro temos que saber que nossos atos são inúteis, e, no entanto, temos que proceder como se não soubéssemos. É esta a loucura controlada de um feiticeiro.

Ser feliz é preferir olhar para coisas que nos fazem felizes e então os olhos percebem o lado engraçado e rimos. A gente deve sempre escolher o caminho com coração para ficar o melhor possível, para poder sempre rir.

Temos que usar os ouvidos para aliviar a carga dos olhos.

As coisas que fazemos são os escudos contra as forças que nos cercam.

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Nosso Lar – André Luiz/Chico Xavier (trechos escolhidos) http://chieffi.com.br/nosso-lar-andre-luizchico-xavier-trechos-escolhidos/ http://chieffi.com.br/nosso-lar-andre-luizchico-xavier-trechos-escolhidos/#comments Sat, 23 Mar 2013 23:40:34 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=3616 Read More »]]> Nosso Lar é antiga fundação de portugueses distintos desencarnados no Brasil no século XVI. Como cidade espiritual de transição, é uma bênção concedida por acréscimo de misericórdia, para que alguns poucos se preparem à ascensão e para que a maioria volte à Terra em serviços redentores. Nosso Lar é um patrimônio divino.

A maior surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com a própria consciência; a Terra é oficina sagrada.

Para conseguir a cura espiritual não devemos falar muito de nós nem comentar a própria dor. Lamentação é enfermidade mental de tratamento difícil. Devemos criar pensamentos novos e disciplinar os lábios.

Quando alguém deseja algo ardentemente, já se encontra a caminho da realização.

Toda manifestação de ordem no mundo precede do plano superior. Nenhuma organização útil se cristaliza na crosta terrena sem que seus raios iniciais partam de cima.

A água é veículo dos mais poderosos para os fluidos de qualquer natureza. Ela absorve, em cada lar, as características mentais de seus moradores.

Nem o ódio é justiça, nem a paixão é amor. A alma, em si, apenas se nutre de amor. A vida terrestre se equilibra no amor, sem que a maior parte das pessoas se aperceba. Quando examinamos as desventuras de alguém, lembrando as próprias deficiências, há sempre asilo para o amor fraterno no coração.

Na Terra, quase sempre, as mães não passam de escravas no conceito dos filhos.

Todos aprenderemos, um dia, que a prática do bem constitui simples dever.

Apaga-se a beleza luminosa do amor quando os casais perdem a camaradagem e o gosto de conversar. Na fase atual evolutiva do planeta há raríssimas uniões de almas gêmeas e esmagadora porcentagem de ligações de resgate. A maioria dos casais humanos é forçado, como que sob algemas.

70% dos administradores terrenos não pesam os deveres morais que lhes competem e a mesma porcentagem pode ser adjudicada aos subordinados.

A hipertrofia do sentimento é mal comum de quase todos. Na Terra somos velhos prisioneiros da condição exclusivista. Em família, isolamo-nos no cadinho do sangue e esquecemos as outras obrigações.

Estamos ainda muito longe das regiões ideais da mente pura. Os que se afinam perfeitamente entre si podem permutar pensamentos, sem as barreiras idiomáticas. O pensamento, em vibrações sutis, alcança o alvo, por mais distante que esteja.

(Sobre a Grande Guerra): a humanidade carnal, como personalidade coletiva, está nas condições do homem insaciável que devorou excesso de substâncias no banquete comum. A crise orgânica é inevitável. Nutriram-se várias nações de orgulho criminoso, vaidade e egoísmo feroz. Experimentam, agora, a necessidade de expelir os venenos letais. Os países agressores convertem-se, naturalmente, em núcleos poderosos de centralização das forças do mal. Legiões infernais precipitam-se sobre grandes oficinas do progresso comum, transformando-as em campos de perversidade e horror. Mas, enquanto os bandos escuros se apoderam da mente dos agressores, os agrupamentos espirituais da vida nobre movimentam-se em auxílio dos agredidos. Se devemos lastimar quem se opõe à lei do bem, com mais propriedade devemos lamentar o povo que olvidou a justiça. Toda a vida psíquica americana teve sua origem na Europa. O campo de batalha, invisível aos terrestres, é verdadeiro inferno de indescritíveis proporções. O sacerdócio político jamais atenderá a sede espiritual da civilização.

Quando o discípulo está preparado, o Pai envia o instrutor. O mesmo se dá relativamente ao trabalho. Quando o servidor está pronto, o serviço aparece.

A Natureza não dá saltos e na Terra, ou nos círculos do Umbral, estamos revestidos de fluidos pesadíssimos.

Ninguém nasce no planeta simplesmente para acumular moedas nos cofres ou valores nos bancos.

Toda caridade, para ser divina, precisa apoiar-se na fraternidade.

A doença é mestra da saúde, o desastre dá ponderação.

O pavor é tão contagioso como qualquer moléstia de perigosa propagação. É dos piores inimigos, por alojar-se na cidadela da alma, atacando as forças mais profundas.

A calma é garantia de êxito.

Nas organizações coletivas é forçoso considerar a medicina preventiva como medida primordial na preservação da paz interna.

Todo mal é desperdício de energia e todo crime é enfermidade da alma.

Quem não sabe preservar, não é digno de usufruir.

Não basta ao homem inteligência apurada, é necessário iluminar raciocínios para a vida eterna.

A maioria dos homens ainda não possui “olhos de ver” (o espiritismo).

Há enfermos que, embora curados, crêem mais na doença que na saúde e nunca utilizam os próprios pés.

Se fizermos a nossa parte, podemos permanecer em paz, porque o Senhor fará o resto.

Quando nos reunimos aos que amamos, ocorre algo de confortador e construtivo em nosso íntimo.

A maioria dos espíritos estaciona e forma uma multidão de almas que demoram séculos recapitulando experiências.

Há esferas de vida em toda parte – o vácuo sempre há de ser mera imagem literária. Em tudo há energias viventes e cada espécie de seres funciona em determinada zona da vida.

Há elementos no cérebro humano que presidem o senso diretivo e são espirituais, na essência. Quem estime viver nas sombras, embotará o sentido divino de direção.

Só é verdadeiramente livre quem aprende a obedecer.

Todos devem proceder como a abelha, acercando-se das flores da vida, que são as almas nobres, no campo das lembranças, extraindo de cada uma a substância dos bons exemplos, para adquirir o mel da sabedoria.

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O Ego sem Medo – Chris Griscom http://chieffi.com.br/o-ego-sem-medo-chris-griscom/ http://chieffi.com.br/o-ego-sem-medo-chris-griscom/#comments Sat, 23 Mar 2013 23:35:03 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=3629 Read More »]]> 1. O Trauma da Separação

Toda separação intensifica nosso desejo de restabelecer a ligação perdida com uma essência de que não nos lembramos conscientemente. Os processos cíclicos de separação caracterizam-se por medo e raiva. O medo é o modo yin, feminino, materno, de sentir a dor: defesa, rejeição, resistência. É mais perigoso que a raiva, porque, como a ansiedade, corrói o organismo. Surge do sentimento de incapacidade de envolvimento e aceitação da vida e se refere a algo concreto. Ele é o pior vício do corpo emocional A ansiedade também é mais perigosa que a raiva, porque nela nosso centro desaparece. Ela é difusa e indeterminada. Localiza-se no peito (problemas respiratórios, fumo). A raiva é o modo yang, masculino, paterno, mantém o organismo em movimento e lhe empresta forças vitais. Surge do sentimento de incapacidade de expressão do nosso ser. Se reprimida, manifesta-se em outro momento, local e forma, inclusive como doença. É um mecanismo de defesa, uma técnica de sobrevivência. Ela disfarça o medo, reage a ele. É sua transformação construtiva. Localiza-se no plexo solar que, ao ser “protegido” com os braços, atrofia-se. Sua origem está na ilusão da separação da nossa fonte espiritual.

Somos corpo físico, mental, espiritual e emocional. Quando perdemos o corpo físico, o emocional permanece íntegro e com todas as experiências, medos, padrões de reação, percepções e conceitos de realidade de outras vidas. A mente tem pouco efeito sobre ele.

Enquanto acreditarmos que precisamos de outra pessoa, causa, coisa, missão, para nos tornarmos inteiros, continuaremos a nos perder na cidade-fantasma de sentimentos, pensamentos e projeções. O universo inteiro está dentro de nós. A energia não se perde; ela transmuta para contribuir para a dança da evolução.

A finalidade de estarmos encarnados é o regresso à origem. O sussurro do futuro está no feminino. É pela energia feminina que ocorre a manifestação da forma a partir da ausência de forma, mas, para produzir manifestação física, o yin funde-se com o yang e cria o impulso que move e articula as marés cósmicas.

Só alcançaremos a fusão total com outras formas de consciência se estivermos imbuídos do poder de vida a ponto de o irradiarmos. Senão, vamos projetar ou sugar energias. Quando reforçamos nossa energia radiante, ao mesmo tempo, atraímos os outros e os tornamos livres para nos “seguirem”. A limpeza do corpo emocional de antigos hábitos negativos é o pré-requisito para o autoconhecimento. Primeiro é preciso recuperar a integridade individual para depois correr o risco de nos rendermos a uma nova energia de fusão.

2. Os Pais como um Reflexo da Nossa Consciência

Escolhemos conscientemente nossos pais para agirem como catalisadores e filtros e para intensificarem o nosso desenvolvimento. A herança que recebemos deles é muito mais do que genética.

As lembranças inconscientes da separação de nossa origem divina encontram-se na raiz da nossa raiva e do medo de nos separarmos dos pais. Em mais de 90% dos casos nossos pais foram nossos amantes ou companheiros em vidas anteriores.

Nosso equilíbrio está dentro de nós e não nos outros. Evitamos reações de raiva diante do pai, por temê-lo. Alinhamo-nos com as vibrações da mãe e permitimo-nos expressar raiva diante dela.

O corpo emocional não conhece tempo nem espaço. Nosso trabalho sobre ele pode provocar mudanças decisivas pelo clarão atemporal da consciência. Os complicados problemas da vida podem se transformar em momentos.

Se uma pessoa penetra, a nível interior, nas causas e conseqüências do seu relacionamento com outra, liberta a ambas. Se se liberta de uma relação obsessiva, a outra dificilmente conseguirá mantê-la. Se está com o coração aberto, transmite isso claramente aos outros.

O corpo espiritual usa o emocional como instrumento de desenvolvimento. Ele busca a realização da lei cósmica. É vulnerável a experiências negativas, que a alma considera necessárias ao crescimento. Amar é perceber o outro realmente e não como projeção de nosso ego. Nossos companheiros mais íntimos e membros mais próximos da família pertencem a um mesmo grupo de almas.

3. As Realidades da Criança

Em torno dos três anos de idade o medo e a ansiedade estão decisivamente implantados no corpo emocional e lembramos de vidas anteriores. Talvez existam outras formas de consciência que, aprendendo a discernir, pudéssemos descobrir um meio útil de comunicação com elas.

Esforçamo-nos tanto por manter o controle, que ansiamos pelo confronto com energias incontroláveis vindas de fora. Queremos experienciar o horrível. Daí escolhermos parceiros que nos machucam. Amamos o medo e o usamos como arma nos relacionamentos. Precisamos eliminar os padrões e vínculos viciados do corpo emocional.

A criança reconhece alguém triste ou doente e tem premonições. Sente as energias – boas ou não – do passado nos ambientes. Entre os sete e os nove anos a criança transforma em energia física suas energias psíquicas, espirituais e etéreas ainda não liberadas.

Kundalini é a energia divina, a grande força shakti da vida que nos alça à iluminação, se formos conscientes de sua presença. Senão, desperdiçamos a maravilhosa energia shakti, que pode nos rejuvenescer, curar e transformar o fluxo inconsciente de células, do nascimento à morte.

  1. 4.   Parceria – Almas Gêmeas ou Almas Companheiras

O ritmo dos relacionamentos começa cedo na vida e consome muita energia. Somente uma alma que nos ame nos ensinará uma lição dolorosa, que escolhemos. Freqüentemente passamos por muitas vidas em grupos de almas. Quando voltamos a nos encontrar, somos intensamente atraídos. Como a noção mais forte e segura que temos do eu está no chakra sexual, projetamos esses sentimentos sobre o outro, com resultados freqüentemente trágicos. A energia sexual está diretamente ligada ao espírito. A relação sexual sem a participação do coração contém forças altamente destrutivas. Sempre que tentamos “arrancar” algo do outro perdemos o equilíbrio. Esse desequilíbrio gera tensões nos relacionamentos. Essas tensões expressam nossa separação interior da energia divina. Só sem exigências experienciamos a fusão autêntica.

A relação sexual pode perfurar a aura e inundar o outro. Assim, não se mantém a integridade individual de cada aura. Depois de uma relação sexual as energias permanecem interligadas por, no mínimo, 48 horas. Se um relacionamento causa mágoa e sofrimento, é preciso limpar a aura da energia estranha.

Escolhemos nossos pares para que, emocionalmente, nos retenham, exatamente como o fazem. A cura da emoção depende da nossa capacidade de dissolver e libertar o passado, dando-nos a liberdade de sermos novos e únicos a cada momento de cada dia.

Escolhemos os parceiros para nos ajudarem a aprender as lições cármicas. Atraímos as vibrações que amplificam os padrões que precisamos eliminar. A relação vítima-algoz se fundamenta num contrato mútuo. Quando a consciência se expande e chega até a causa do carma, a origem da culpa, compreendemos nosso desequilíbrio interior e o libertamos, dissolvendo o carma. Quando um parceiro dissolve padrões emocionais negativos, o outro sente-se vazio e resiste. Só nós podemos nos perdoar e dissolver nossos carmas. Só poderemos ser mestres quando assumirmos o bastão da responsabilidade.

A morte dos pais é uma iniciação para os filhos, que já aprenderam o suficiente e são capazes de apreender a essência e incorporá-la à própria vida. A maioria dos conflitos nos relacionamentos íntimos tem a ver com padrões inconscientes determinados em vidas anteriores.

Somos almas gêmeas de todas as pessoas com quem estamos ligados de perto, sejam pais, filhos, irmãos ou amantes. Os contratos cármicos têm a ver com nossa incapacidade de abrir mão um do outro, dor da separação, luta pelo poder etc. Ao tentar reter o outro, nos retemos. “Numa vida, por ex., o parceiro exprime amor através de ciúme e possessividade e satisfaz meu ego. Em outra vida sinto-me sufocada com esse tipo de expressão, ao mesmo tempo em que uma sensação de culpa e dívida me faz continuar”. Para me libertar, preciso anular o futuro (não repetir o carma) e o passado.

Ao libertarmos o corpo emocional, iniciamos uma fantástica revolução nos relacionamentos. Quando cada um vivenciar sua totalidade, viveremos juntos de novas maneiras, mas não precisamos esperar viver com alguém para nos iluminarmos. Somos prisioneiros de nossa resistência a lições de crescimento, escolhidas por nós e projetadas no outro. O reconhecimento de que os problemas no relacionamento têm a ver conosco e não com o outro é um presente do Eu Superior. Precisamos assumir 100% de responsabilidade pelo que fazemos e pelo que acontece conosco.

  1. 5.   Obsessões e Possessões: as Energias do Desejo

O corpo emocional forma o corpo astral, que é energético por natureza. O corpo emocional adora voltar à “cena do crime” e revisitar, incessantemente, seu eu cristalizado. Tudo o que tocamos ou usamos, imbui-se de nossas vibrações energéticas. Borrifar água salgada elimina vibrações antigas. Se nos apegamos a energias antigas, não atraímos gente nova, porque as pessoas sentem que o espaço está ocupado.

Atingimos um estágio de evolução na Terra em que é importante encontrar o guru interior. Toda a sabedoria está dentro de nós. Trata-se de aplicar a consciência divina de forma criativa. O que nos limita é nossa recusa em nos iluminarmos com nossa própria chama. Se quisermos ultrapassar o nível emocional obsessivo nos relacionamentos, temos que nos distanciar. A cura das emoções é possível quando o corpo emocional se inunda com a abrangente energia divina que é a liberdade.

  1. 6.   Grupos e Emoções

Os ensinamentos que recebemos da experiência em grupo são os mais profundos para a evolução da alma. É a dinâmica de grupo específica que leva as pessoas a abrirem mão de sua identidade pessoal só para poderem pertencer ao grupo.

Em grupo, participamos da destruição de forma com que não faríamos sozinhos. A alma escolhe locais de nascimento e vida, nacionalidade, e inclinação por grupos. Cada pessoa que encontramos, mesmo à distância, foi colocada naquele espaço sincrônico para nos ensinar a refletir no eu.

Explorar nossos motivos para ingressar num grupo nos ajudará a aumentar o conhecimento do eu interior. “Por para fora” as emoções – gritar, por ex. – pode aprofundar padrões no corpo emocional pela recepção de vibrações interiores – triunfo, medo, ressentimento, desamparo.

Aprendemos a confirmar nossa identidade pela polaridade e por isso mantemos relacionamentos, às vezes destrutivos. Assim, mal terminamos um relacionamento, já iniciamos outro  quase às cegas. O corpo emocional precisa aprender que pode encontrar e determinar a própria existência não em polaridade, mas na fusão. A polaridade inclui todos os seres fora do eu.

Emoção significa movimento para fora. Os desejos podem ser perigosos, porque podem se concretizar. O corpo emocional precisa reviver padrões de experiências esquecidas, mas essa repetição precisa ser dissolvida. As catástrofes do planeta nos impelem a agir em conjunto e participar com o poder que cada alma traz consigo.

7. Curando-nos Através do Equilíbrio Criativo

Um dos maiores auxílios para expandir a consciência é contatar a criança interior, que é livre e desinibida e pode buscar os talentos com que nascemos e vivermos de acordo com eles. Quando nos pomos no lugar do outro, entendemos que não é preciso haver dois pontos de vista oponentes, mas pode haver um 3o. transcendente, que pode resolver o dilema. Os sentimentos não são nossa parte profunda, mas a crosta do corpo emocional. São facilmente manipulados pelo ego.

Precisamos ter acesso a todos os homens, mulheres, mães, pais e filhos dentro de nós para atingirmos o equilíbrio e criarmos uma nova espécie. Só quando a mulher (o homem) encontra em si a energia masculina (feminina), torna-se capaz de fundir-se com a energia masculina (feminina) externa e ingressar num relacionamento sem projeções e bloqueios. A culpa é a mais destrutiva das energias.

A crença em que a matéria não possui consciência é uma das grandes ilusões da humanidade, pois possui. Há muito conhecimento a alcançar com a mente superior, se voltarmos a ser a criança interior e nos dermos liberdade para explorar. O contato com animais ajuda na recuperação de doenças, diminui a agressividade e a depressão etc. Para crescer, temos que nos abrir para cima e para dentro.

  1. 8.   Dentro do Triângulo Emocional

Os mecanismos que nos impelem aos relacionamentos são impregnados de ilusão, manipulação e projeção. Enquanto não apreendermos a origem dos temas de nossa vida, temeremos novos relacionamentos ou recriaremos os antigos. Não podemos guardar ressentimento ou raiva contra um ex-parceiro e pretender estabelecer um novo relacionamento que não traga a marca do antigo.

Os relacionamentos costumam se basear num triângulo de desastre: você, eu e as sombras de nossas experiências. Não brigar na presença de outros não evita que sintam a vibração negativa. A dissolução de relacionamentos antigos não é causa de problemas, mas sintoma de uma mudança da consciência. Só viveremos juntos de maneira verdadeira, se nos renovarmos a cada dia.

  1. 9.   Exercícios de Conscientização

Somente o corpo espiritual cura as emoções. Ele precisa ser descoberto, porque foi sepultado nas camadas inarticuladas da infância, onde sua essência ficou encapsulada. Nós o curamos quando concentramos a atenção nas vibrações mais elevadas de nossas emoções. Desenvolvemos a capacidade de sentir êxtase, felicidade e tranqüilidade e nos libertamos dos resíduos do corpo emocional. Quando o coração está alegre, as emoções se elevam. Cada fluxo de energia nova obtido com exercícios de conscientização elimina resíduos e cristalizações e nos liberta. Não é bom fazermos sozinhos a exploração de encarnações anteriores. Tentamos nos proteger contraindo o plexo solar e tornamo-nos permeáveis a energias externas. Para o efeito contrário, devemos emitir energia por aí. Não perdemos alguém quando nos libertamos do vínculo cármico. O que ocorre é um novo equilíbrio no fluxo de energias mútuas, permitindo reconhecer a essência do relacionamento. É bom fazer o Eu Superior assumir uma forma e recebê-lo, diariamente, no corpo. Girar para a esquerda, em sentido anti-horário, atrai energia para o corpo; para a direita, elimina do corpo as energias negativas. Não recebemos vibração negativa ao trabalhar com a aura do outro, porque emitimos energia pelo plexo solar.

10. Tornando-se Inteiro

Consciência é energia e só se desenvolve se os processos energéticos fluírem sem bloqueios. Em vez de tentar convencer pessoas a seguirem nosso exemplo, basta perguntar-lhes, a nível espiritual, de que energias precisam para entrar em energia conosco e dar-lhes essas energias.

Cores:

Amarelo -                    mente, consciência e sistema nervos.

Azul -                              relacionamento e espírito. Leva-nos aos reinos da alma.

Azul Cobalto -           energia do cosmos.

Azul Turquesa -           proteção.

Branco -                      não percebe os conceitos de positivo ou negativo; representa uma fusão nas oitavas superiores. Intensifica as energias de quem o usa; preenche corpos com vibrações mais altas.

Laranja -                       coragem e expansão criativa.

Magenta -                     energia espiritual (uma oitava superior do vermelho)

Ouro -                             cria o corpo do mundo material; é a matriz do universo.

Prata -                             relacionada com dimensões interiores.

Preto –                             absorve cores; autoridade, poder (na realidade, insegurança)

Verde -                            cura e equilíbrio.

Vermelho –                  poder de ação; raiva.

Violeta -                         transmutação; dissolve energia negativa.

11. Despertando o Eu Sem Medo

Em qualquer idade nos transformamos ao nos libertarmos do vínculo cármico com os pais. Quando uma pessoa se liberta, cria um eco de “ressonância mórfica” que aciona a suspensão do carma das demais. É assim que se desenvolve o verdadeiro amor entre os seres humanos. É porque ainda lutamos pela identidade que há tanta desarmonia entre homens e mulheres, a luta de poder. Cada um precisa sentir sua energia divina e se comunicar com a energia divina do outro. Descobrindo o significado individual da vida, descobrimos seu significado coletivo.

Somos presa dos caprichos do corpo emocional, que precisa ser transmutado e libertado. Mas o medo já contém as sementes de sua destruição e só o dissolveremos olhando para dentro de nós. O espírito é o remédio: o riso, a alegria, o abandono infantil, as brincadeiras.

Só nos fundiremos se nos desatarmos dos vínculos cármicos que levam a um modo de vida reativo (energia yang). Nossa época nos oferece a 1a oportunidade da humanidade de escapar das garras do corpo emocional.

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O Ego Sem Medo/Exercícios – Chris Griscom http://chieffi.com.br/o-ego-sem-medoexercicios-chris-griscom/ http://chieffi.com.br/o-ego-sem-medoexercicios-chris-griscom/#comments Sat, 23 Mar 2013 23:30:30 +0000 Ana Chieffi http://chieffi.com.br/?p=3636 Read More »]]> 1.  Para sentir o momento da concepção: respirar profundamente. Na inspiração, visualizar conhecimento puro e na expiração, expelir tudo o que incomoda. Examinar do alto a cena da própria concepção. Experienciar o campo energético da mãe. Pedir a ela que compartilhe o que está sentindo. Fazer o mesmo com o pai e sentir como as energias deles se combinaram ou não nessa hora.

2.  Para descobrir pontos que retenham contratos/juramentos: respirar profundamente até relaxar. Perguntar ao corpo se ele retém contratos e juramentos. “Ouvir” a resposta que o corpo pode dar. Perguntar então onde está retido o contrato. Sentir a resposta e levar a consciência até essa parte do corpo. Perguntar ao corpo a cor necessária para dissolver o contrato. Concentrar-se no ponto indicado pela 1a. cor que surgir. Repetir até o corpo não precisar mais da energia colorida. Sentir, por fim, a leveza e a mudança de direção.

 3.  Para a tomada de consciência em uma oitava superior ao corpo emocional: visualizar o ser, pessoa ou grupo com quem está em polaridade, teme ou tem raiva. Perguntar-lhe a cor que quer de você. Visualizar uma nuvem dessa cor acima da própria cabeça. Vê-la fluindo para dentro de si, passando pelo chakra da coroa e chegando ao plexo solar. A partir daí, projetá-la ao outro.

 4.  Para melhorar: visualizar-se numa nuvem de luz suave e cintilante, branca, dourada, prateada ou violeta. Observar a mudança de sentimentos, ao aceitar-se como um ser de luz.

5.  Para entrar em contato com a criança interior: relaxar e pedir ao eu interior que lembre de um tempo na infância em que sentia abertura, alegria e liberdade e quando a imaginação fluía desimpedida. Procurar em si os momentos de fusão, paz, sucesso e união com o divino. Recriar essas experiências e os sentimentos que as acompanhavam. Concentrar a atenção nas esperanças, ideais, intenções e talentos que tinha quando criança, quando sentia a fusão com um lugar ou outro ser.

 6.  Para iniciar o contato com o Eu Superior: girar em sentido horário até dar tontura. Sentar, respirar fundo até equilibrar e pedir ao Eu Superior que se torne visível. Sentir uma presença: cor, luz, nuvem, símbolo. Concentrar aí a atenção e atrair sua energia, como se a inalasse. Recebê-la no ponto do corpo em que mais precisa de vibrações superiores.

7.  Para fluir a energia da cura: sentir-se olhando para o Sol e seu calor na pele e em todas as células. Sentir o brilho do rosto, todo o corpo iluminado e muita euforia até esquecer completamente o corpo.

8.  Para limpar o corpo emocional: deixar entrar luz branca pelo chakra da coroa, na inspiração. Deixar esse fluxo sair pelo plexo solar na forma de raio, na expiração. Pousar a mão sobre o estômago e afastá-la, aos poucos, conforme sentir a energia. Depois, dirigir esse raio a qualquer objeto. Usar isso quando for enfrentar situações difíceis. Obs.: enquanto emitimos energia, não recebemos nada pelo plexo solar.

9.  Para sentir-se centrada/o: perguntar-se a cor necessária para se equilibrar. “Inalá-la” pelo chakra da coroa e senti-la sair pelo plexo solar. Repetir até sentir-se tranqüilidade, inteireza e cura.

 10. Para transmutar quem/o que precisa: visualizar a pessoa e perguntar-lhe de que cor precisa. Não escolher por ela. Visualizar a cor escolhida acima da própria cabeça e dirigi-la à pessoa através do plexo solar. Observar em que parte do corpo ela a recebe. Enviar a cor até envolvê-la totalmente.

11. Para libertar alguém: proceder como em 10 e pedir à pessoa que indique quando tiver recebido cor suficiente. Vê-la subir gradativamente, flutuando até sumir.

12. Para contatar o Eu Superior: pedir que Ele se mostre. Atrair a forma que surgir para o corpo. Notar o ponto por onde a forma penetra. Ordenar às células que registrem essa energia nova.

13. Para entrar em comunhão com a natureza/Eu Superior/encontrar inspiração para resolver problemas: perguntar ao corpo se prefere girar para a esquerda ou para a direita e fazê-lo. Sentar e respirar fundo. Fechar os olhos e sentir a invasão de um espaço vazio.

14. Para acalmar crianças: quando ela estiver dormindo, estender as mãos a uns 10 cm de seu corpo e massagear sua aura em movimentos longos e calmos, da cabeça aos pés.

15. Para harmonizar/meditar/abrir outras dimensões da consciência: deitada/o, visualizar uma energia luminosa subir da nuca para o alto da cabeça. Imaginar essa energia separar-se da cabeça, fazer uma reverência acima dela e formar um círculo ou elipse. Fazê-la voltar para o alto da cabeça, descer pela frente do corpo e subir por trás, enquanto o círculo ou elipse se mantém acima da cabeça. Assim forma-se o 8 horizontal, o símbolo da eternidade. Bom para quem tem doença séria.

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