Bangalore, também traduzido Bengaluru é a capital do estado de Karnataka. Localizado no Deccan Plateau no sudeste de Karnataka. É a 3ª cidade mais populosa da Índia (em torno de 8,5 milhões em 2011) e a 5ª de maior aglomeração urbana. É bem conhecida como um centro de informações tecnológicas, sendo uma das 10 maiores concentrações empresariais do mundo. É sede de muitos colégios reconhecidos e instituições de pesquisa.

Numerosos setores públicos de indústria pesada, empresas de software, aeroespaciais, telecomunicação e organizações de defesa estão localizadas na cidade, conhecida como Vale do Silicone da Índia devido à sua posição de controle das exportações. Uma cidade demograficamente diversificada, é o maior centro econômico e cultural e o 2º maior crescimento metropolitano da Índia.

È chamada a “cidade jardim” da Índia. Tem parques amplos, muitos jardins, casas com beirais típicos e gramados, árvores, flores e arbustos. Em janeiro e agosto: floradas de dálias, rosas e tagetes.

Chegamos a Bangalore de madrugada e já havia movimento nas ruas! Para minha surpresa a cidade é bem mais organizada do que eu imaginava. Ficamos no The Park Hotel – http://www.theparkhotels.com/bangalore/bangalore.html – Mr. Siraj Mukherjee; General Manager; 14/7 Mahatma Gandhi Road, Bangalore 560042; T: +91 (0)80 2559 4666 F: +91 (0)80 2559 4667; E:resv.blr@theparkhotels.com

Apesar da permanência ter sido de somente um dia, foi muuuito intensa! Primeiro fomos ao ashram de Ramakrishna , onde vivi uma experiência especial: ao parar diante de uma escultura de Vivekananda em tamanho natural, fiz uma mentalização e olhei bem nos olhos da imagem. Quando ia me afastar, tive a sensação de não poder; a impressão de que ele me prendia, que deveria ficar mais um pouco…

Em seguida fomos ver uma enooorme imagem de Shiva . Como 2ª. feira é Seu dia, havia muita gente e um longo ritual a cumprir. Tudo relacionado não só aos cinco elementos , mas a todos (creio que aos principais) os 12 templos de Shiva na Índia. É fácil perceber que somos estrangeiros, a começar por nossa cor, pois somos claros. Daí que uma senhora nos acompanhou todo o tempo, orientando e explicando cada passo.

Nem sempre entendíamos tudo, mas nesses casos, como em qualquer situação voltada à espiritualidade, o que vale é a boa intenção, a devoção, a fé. Foi uma experiência pra lá de especial e houve, entre os nossos, até quem não se sentisse muito bem depois…

Veja fotos de Bangalore!